Comprar Seguidores no Instagram é Seguro?

Comprar Seguidores Para InstagramÉ seguro comprar seguidores no Instagram?

Posso ter o meu perfil banido?

Essas perguntas são frequentes e por isso resolvemos desvendar esse mito.

Listamos abaixo o passo a passo para você comprar seguidores e curtidas no Instagram de forma segura, sem correr o risco de ter o perfil bloqueado:

  1. Pesquise antes de comprar, pergunte a amigos ou alguém que já comprou seguidores e curtidas no Instagram.
    Existem várias empresas que vendem seguidores e curtidas, algumas sérias, outras não, por isso é bom pesquisar antes.

    Sugestão:
    Compre seguidores no Instagram com a Social Star.
  1. Opte pelo pagamento através do PagSeguro ou PayPal.

    São duas das formas mais seguras de comprar na internet.
  2. Compare preços, mas dê preferência para qualidade.Você vai encontrar diferentes preços, alguns bem baratos, mas quando a esmola é demais, o santo desconfia.Geralmente os preços muito baratos são seguidores e curtidas falsas, feitas por programas de computador.Por isso, verifique a qualidade antes do preço.
  3. Verifique se tem Garantia.Antes de comprar, verifique se o fornecedor oferece garantia.É normal você perder alguns seguidores após a entrega, mas se cair abaixo do que você comprou, a empresa deve repor sem custo.
  4. Considere começar comprando pequenas quantidades de seguidores.Comece devagar e vá aumentando com o tempo. Principalmente se o seu perfil for novo ou com poucos seguidores.Qualquer aumento repentino exagerado pode ligar uma alerta no Instagram. Se o seu perfil é novo, comece comprando de 1.000 a 5.000 seguidores.Se você já tem alguns seguidores e posta regularmente, pode começar com 10.000 e ir aumentando.
  1. Compre Curtidas para as Fotos e Vídeos Também.Ter muitos seguidores, mas poucas curtidas nas fotos e vídeos fica parecendo que o seu público não gosta muito do que você posta.Combine seguidores com curtidas para as fotos e vídeos.
  2. Não Espere Interação dos Seguidores Que Você Comprou.Esses seguidores são para aumentar a quantidade e dar credibilidade ao seu perfil, mas não espere que eles curtam ou comentem suas fotos.Lembre-se que eles não optaram seguir por vontade própria, eles foram pagos para isso.
  3. Seja Paciente.Ganhar seguidores orgânicos, que optam seguir por vontade própria, leva tempo. É um trabalho constante, diário, mas recompensável.Compre para impulsionar, mas continue o trabalho diário para conquistar o seu público e aumentar seus seguidores.

Como Comprar Seguidores e Curtidas no Instagram em 3 Passos Simples:

Adesivos, chicletes, remédios: especialistas explicam como largar o cigarro

Gabriela Brito

Após 20 anos de fumo, contador conseguiu abandonar vício de uma só vez, quando foi pai, mas sucesso de cada método varia de pessoa para pessoa

Tabagismo, além de ser uma dependência química, também causa dependência comportamental e psicológica

Tabagismo, além de ser uma dependência química, também causa dependência comportamental e psicológica

Foto: Pixabay


Marcio Oliveira, de 56 anos, começou a fumar aos 17. Era moda na época, ele buscava autoafirmação e seu próprio grupo social acabava discriminando quem não era fumante. Após duas décadas, eram mais de dois maços de cigarro por dia. Até que chegou o primeiro filho.

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O pequeno Daniel vivia com problemas na garganta, e sempre que Marcio e a mulher o levavam para o médico, era a mesma pergunta: quem fuma em casa? “Eu me sentia bastante culpado por isso. Também teve um aumento na mensalidade da escola do meu filho que, na época, não cabia no orçamento. Precisava cortar alguma despesa. Foi quando tomei a decisão de parar de fumar.”

A primeira coisa que fez foi planejar a data para encerrar o hábito que estava prejudicando a própria família. Para Rosangela Vicente, psicóloga e coordenadora do Núcleo de Prevenção e Cessação do Tabagismo (PrevFumo) da Universidade Federal de São Paulo , o mais importante é a própria pessoa querer parar. “A mulher ou os filhos pedirem, por exemplo, é um incentivo, mas a pessoa precisa realmente querer.”

O grande dia de Marcio seria 31 de dezembro de 1993. O ano novo se aproximou, a festa reuniu toda a família e o contador fumou o derradeiro cigarro diante de todos. Seria o último, ele prometeu. E assim foi, de uma só vez.  “Nos primeiros dias, sofri muito com a ausência de cigarros. Ficava muito nervoso, não conseguia me concentrar em nada, dormia e sonhava que estava fumando.”

O tabagismo, além de ser uma dependência química causada pela nicotina, também é uma dependência comportamental e psicológica, por isso é tão difícil de largar.

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De acordo com a Dra. Jaqueline Scholz, cardiologista e diretora do Programa de Tratamento ao Tabagismo do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas (Incor), a maior parte das pessoas que decidem parar por conta própria fazem isso de forma imediata, assim como Márcio. “De cem que fazem uma tentativa como essa, porém, só cinco vão conseguir. É mais sofrido e a pessoa tem de estar muito motivada.”

O contador venceu o vício sem recaídas, mas não foi fácil: “O sofrimento foi tão grande que só de pensar em passar por tudo novamente é que eu tive forças para resistir à tentação de fumar novamente.”

Marcio Oliveira, de 56 anos, deixou de fumar porque seu filho Daniel passou a ter diversos problemas na garganta

Marcio Oliveira, de 56 anos, deixou de fumar porque seu filho Daniel passou a ter diversos problemas na garganta

Foto: Arquivo pessoal


Formas de parar

Mesmo aqueles que escolhem reduzir aos poucos a quantidade de cigarros por dia precisam, uma hora, interromper o vício e passar pela abstinência. Mas, caso não dê conta de fazer isso sozinho, é possível pedir ajuda a profissionais.

No PrevFumo, por exemplo, que é um tratamento gratuito, a equipe avalia o histórico do paciente, a motivação, as tentativas já feitas, se ele sofre de ansiedade ou depressão e até o estilo de vida que leva para escolher o melhor tipo de tratamento, com medicamento via oral ou adesivos. Na fase final, as pessoas são convidadas a frequentar encontros em grupo.

“No tratamento em grupo, trabalhamos todas as dificuldades do paciente. Mostramos como mudar o pensamento na hora que ele tem vontade de fumar. Porque, mesmo usando uma medicação, essa vontade vai continuar. O dia a dia dele continua igual, a única diferença é que ele não vai mais acender o cigarro”, afirma a psicóloga Rosangela.

“O mais difícil, desconsiderando a dependência química, é desvincular seu dia a dia do hábito de fumar. O fumante vincula certas coisas ao cigarro. Por exemplo, tomar um cafezinho e não fumar em seguida é quase impossível”, conta Marcio.

Já o tratamento do Incor contra tabagismo usa até mesmo a genética do paciente para escolher o melhor medicamento. “O uso de remédio dura, em média, 12 semanas. É o período em que a pessoa vai fazer a redução até a parada, e, no segundo e terceiro mês subsequentes, fazemos um reforço”, explica a cardiologista Jaqueline. A especialista alerta que não se recomenda a automedicação e que a orientação médica é essencial.

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Jaqueline ainda aponta que, apesar de muitos adotarem o método, cigarro eletrônico não é uma forma de tratar o tabagismo. “O indivíduo simplesmente fica viciado e dependente de outra forma de nicotina, no caso, o vapor. Ele apenas substitui o cigarro convencional pelo eletrônico. As pessoas falam que não têm monóxido, mas tem nicotina em alta concentração e isso também está relacionado a doenças.”

Os métodos são cada vez mais variados e simplesmente depende de cada um encontrar o melhor para seu organismo e seus hábitos. O mais importante mesmo é o resultado, que é parar de fumar. Que o diga Marcio, que, mais de 20 anos depois de ter passado por todo o processo para largar o tabagismo, hoje não precisa mais do cigarro como uma autoafirmação. “Minha autoestima ficou muito elevada”, comemora. “Foi muito bom pra mim e para todos os que convivem comigo.”

Notícias do Último Segundo: o que acontece no Brasil e no Mundo

Exame de vista pode vir a detectar Parkinson antes mesmo de primeiros sintomas

BBC

Avaliação ocular é mais barata, não invasiva e pode ajudar comunidade médica a tratar uma das doenças mais debilitantes do mundo e sem cura

Cientistas acreditam que, antes de qualquer sintoma aparecer, pacientes apresentam alterações no fundo dos olhos

Cientistas acreditam que, antes de qualquer sintoma aparecer, pacientes apresentam alterações no fundo dos olhos

Foto: Pedro Ventura/ Agência Brasilía

Pesquisadores de uma universidade britânica concluíram um estudo considerado animador por neurologistas: testes em ratos mostraram que um exame de vista simples pode vir a detectar a doença de Parkinson em um paciente antes mesmo de os primeiros sintomas se manifestarem.

Segundo a professora e pesquisadora-chefe do estudo Francesca Cordeiro, da University College London, roedores que ainda não tinham nenhum sintoma da doença passaram pelo exame e apresentaram alterações no fundo dos olhos.

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Ela afirmou que o método é barato e não invasivo e que “é potencialmente uma descoberta revolucionária no que diz respeito a diagnósticos rápidos e tratamento no início de uma das doenças mais debilitantes do mundo”.

“Com isso, talvez possamos intervir muito mais cedo e tratar de uma maneira mais eficiente pessoas com essa doença devastadora.”

Atualmente, não há exames de imagem ou de sangue que concluam um diagnóstico de Parkinson.

“Passo significante”

Arthur Roach, diretor de pesquisa da ONG Parkison’s UK, disse que há uma “necessidade urgente de um método simples e preciso para se detectar essa doença, principalmente nos primeiros estágios”.

“Apesar de a pesquisa ainda estar em seu estágio inicial e precisar ser testada em pessoas com Parkinson, um testes simples e não invasivo, exatamente como um exame de vista, poderia ser um passo significativo no tratamento da doença.”

Os pesquisadores disseram ainda que o método pode ser usado também para avaliar como os pacientes estão respondendo ao tratamento. O estudo foi divulgado na publicação Acta Neuropathologica Communications.

Os sintomas de Parkinson – que incluem tremores, rigidez muscular, lentidão nos movimentos e qualidade de vida prejudicada – geralmente surgem após as células cerebrais já terem sido danificadas.

Notícias do Último Segundo: o que acontece no Brasil e no Mundo

História de superação: Adriana Araujo

Por: Adriana Araujo

Antes e Depois

Convido você a conhecer aqui um pouco da minha história e o início de tudo que me levou a adotar a dieta low carb em minha vida.

 

Olá, me chamo Adriana tenho 40 anos, sou formada em Administração. Atualmente dirijo uma corretora de seguros, sou casada e mãe de 2 filhos: Lucas de 21 anos e Gabriel de 16. Há 1 ano e meio mudei totalmente minha alimentação e meu estilo de vida. Hoje vejo que não sabia nada sobre nutrição e que estava sempre fazendo tudo errado.

Venho de uma família de obesos, mãe, tios e avós. Até os 17 anos nunca tive problemas com sobrepeso: com 1.63cm pesava no máximo 55kg. No entanto, aos 18 engravidei do meu primeiro filho e a coisa mudou. Hoje, após estudar muito sobre insulina acredito que provavelmente desenvolvi um diabetes gestacional não-diagnosticado e como consequência engordei 30kg durante a gravidez.

Desde então não parei mais de lutar contra a balança, sempre fazendo dietas restritivas em calorias porém ricas em carboidratos e os resultados não poderiam ser piores: efeito sanfona, depressão, dores nas articulações, retenção de líquidos, entre outros.

Em minha rotina anterior eu fazia 6 refeições ao dia, seguindo os padrões da nutrição atual. Começava o dia com café com leite desnatado, pão integral e queijo branco, barrinha de cereal de lanche ou fruta. Almoço e jantar, arroz integral, feijão carne e salada – e nunca obtive resultados favoráveis durante 20 anos da minha vida, mesmo malhando 3h por dia, 6 dias por semana. Fazia aulas seguidas de spinnig, jump e muay thai. Não fazia musculação nesta época, sempre dando ênfase aos exercícios aeróbicos – afinal eram os indicados pelos médicos e nutricionistas como melhor tática para emagrecimento!

Outro problema com o qual sofria muito eram dores articulares no quadril e nos joelhos – adquiridas na época em que malhava 6x por semana, 3h por dia. Em 2012 fiz uma viagem de 10h em vôo direto para os Estados Unidos e quando cheguei quase precisei ir para o hospital, tanta era dor que sentia por ficar sentada durante muito de tempo. (É inacreditável como isso tudo desapareceu!!!)

Meu filho foi a minha maior inspiração!

Em 2014 estava obesa, pesando 96kg. Estava doente com resistência insulínica e esteatose hepática – mas só fiquei sabendo disso no final daquele ano, quando passei em consulta com uma endocrinologista. Minha glicemia sempre deu normal, mas quando fiz os exames de insulina, hemoglobina glicada, triglicérides, TGO e outros, veio a bomba: meu filho Gabriel e eu fomos diagnosticados com pré-diabetes. Meu filho apresentava os mesmos problemas que eu (a genética e a má-alimentação explicariam isso), mas para minha surpresa o caso dele ainda era um pouco mais grave. Desde então comecei a estudar as causas do problema e não parei mais. Precisava de mudança e principalmente precisava ajudar meu filho!

Ao pesquisar sobre resistência insulínica o Google me levou a um artigo no blog do Dr. Souto (neste dia minha vida mudou completamente). Entendi primeiramente o que me fazia ganhar peso e qual a metodologia do low-carb; comecei a aplicar o método em mim, seguindo criteriosamente as indicações do blog. Nesta época o Dr. Souto e sua equipe me ajudaram muito com as dúvidas… Serei eternamente grata por isso.

No início confesso que tive medo da gordura natural dos alimentos – afinal evitei isso a vida toda e a mídia sempre colocou gorduras, carnes e ovos como vilões em nossa alimentação. Mas mesmo assim resolvi dar um voto de confiança ao método e pagar para ver. Meu filho foi a minha maior inspiração: eu precisava descobrir algo que pudesse nos ajudar, então segui em frente. Pratiquei durante 3 meses e neste período emagreci 12kg. Quis fazer primeiro para testar que o método daria certo antes de aplicar em meu filho: no fundo a dúvida ainda existia.

Um belo dia meu filho Gabriel me pediu que eu o ensinasse a fazer também (nunca quis forçá-lo a nada). Aos poucos fui ensinando a ele o porquê de engordarmos, os principais alimentos culpados disso e o que eles faziam com a nossa insulina. Desde então nossas vidas mudaram. Gabriel emagreceu 22kg em 6 meses e hoje, após 1 ano, já se foram 30kg. Ele adotou a dieta facilmente e foi super disciplinado, chegando a ir em festas e eventos de amigos e me enviando mensagens para saber o que ele poderia comer (tenho muito orgulho disso). Depois de 6 meses de iniciar a dieta refizemos nossos exames e tudo estava normal, sem diabetes e sem esteatose hepática!!!

Adotamos também o jejum intermitente, no entanto não tive a mesma resposta satisfatória que meu filho. Ele consegue fazer JI de 16 a 24 horas até 2x por semana; já eu faço de 16h uma vez por semana.

No início da dieta low carb, o único sintoma que me lembro foram dores-de-cabeça, mas isso passou logo! Gabriel nunca me reclamou de nada. Hoje não sinto nenhum desconforto, faço exercícios de musculação e HIIT 4x por semana e no outro dia está tudo bem: sem dores. Nem consigo expressar minha felicidade!!!

Hoje em dia meu filho leva a dieta naturalmente e inclui alguns alimentos que não fazem parte da dieta – mas sempre com controle, não precisa mais de minha orientação. Ele já conhece os alimentos que fazem mal à nossa saúde, e também consegue fazer atividades físicas que antes não conseguia devido a obesidade. Ele faz musculação 3x por semana e pedala até 200km por semana.

Uma coisa que me ajudou muito no início foi entender a evolução de nossa espécie, entender quais alimentos fomos feitos para comer e o motivo de, no mundo moderno, acabarmos evitando muitos desses alimentos.

Meu filho Gabriel: -30kg

Estudar sobre a metodologia paleo e low carb também foi muito importante. Então pesquise, conheça e faça o teste em você. Esse conhecimento nos dá força e sabedoria para seguir em frente!

Meu esposo sempre confiou em mim e me deu força, já os “de fora” estavam sempre me atacando com frases do tipo “Ninguém pode viver sem carboidratos, isso não é saudável!” (como se não comêssemos NENHUM carboidrato, o que não é verdade), “Isso é dieta da proteína?”, “Nosso cérebro precisa de açúcar!”, blábláblá…

No início eu ainda ficava tentando explicar o método, mas por fim desisti e não mais debati sobre o assunto com ninguém. Tenho consciência absoluta do que é bom para minha saúde, seguirei em frente mesmo que muitos não estejam de acordo e sinto um enorme prazer em ajudar as pessoas que me pedem ajuda!

Não entendo porque ninguém te pergunta se pode tomar uma lata de Coca-Cola e comer um pedaço de torta de brigadeiro, mas perguntam se faz mal comer no café-da-manhã 2 ou 3 ovos fritos na banha ou na manteiga de leite. Para mim hoje é muito simples: como comida de verdade, sem rótulos e não venha me dizer que isso está errado!!!

Me curei da diabetes; da esteatose hepática; de várias alergias (seriam provenientes do glúten?); me sinto mais disposta; diminuí minha compulsão por doces e derivados do açúcar; não tenho mais aquela fome que tinha antes; aprendi a ouvir meu corpo e me alimento apenas quando tenho fome; consigo fazer atividade física normalmente sem dores nas articulações do quadril e joelho que sentia antes (o glúten também?) e de brinde emagreci até hoje 31kg de gordura, ganhando massa muscular no processo.

Experimentei uma energia vital nunca sentida antes, liberdade de comer sem horários, conseguir ouvir minhas necessidades de comer, beber, dormir, malhar e descansar – nosso corpo sinaliza todas essas necessidades e não precisamos de relógios despertadores para isso, basta ouvir os instintos fisiológicos.

drykaUma experiência boa que aconteceu comigo foi em relação a comer no pré e pós-treino. Antes de conhecer a dieta, criteriosamente eu fazia uma refeição antes do treino e outra depois. O que pude perceber é que quando não como antes do treino tenho muito mais ânimo e força pra malhar – sendo que antes, quando fazia refeições antes do treino, sempre me dava preguiça e estafa durante a malhação.

Então é isso: fico sempre atenta a tudo que meu corpo responde e sigo em frente com o que é melhor pra mim – por isso fico cada vez mais apaixonada por conhecer e testar o que aprendo, estudando os artigos científicos sobre assuntos de nossa saúde!

Para quem está pensando em começar e tem medo ou acha que não consegue, eu diria que na vida estamos sempre tomando decisões – mesmo sem saber ao certo se elas serão bem-sucedidas. O que vale é tentar, o que vale é a fé. Eu trago para minha vida como lição, que vivemos contra o tempo e que jamais quero me arrepender de algo que não fiz.

Espero que este blog possa inspirar e dar força a outras pessoas que procuram mudança de vida com prazer!

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Primal Brasil

Como explicar o Alzheimer para crianças

Gabriela Brito

Especialistas alertam que atitude de familiares de afastar crianças de pacientes por medo dos sintomas da doença é prejudicial aos pequenos

Mesmo que a pessoa com Alzheimer não reconheça a criança que tanto gosta, sua presença vai alegrá-lo e será benéfico

Mesmo que a pessoa com Alzheimer não reconheça a criança que tanto gosta, sua presença vai alegrá-lo e será benéfico

Foto: Pixabay

A perda de memória é o que mais assusta as pessoas em relação ao Alzheimer e, devido a isso, também acaba sendo um dos motivos pelos quais as crianças acabam sendo afastadas dos vovôs e vovós com a doença. No entanto, isso pode ser prejudicial tanto para os pequenos quanto para os pacientes. 

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Mesmo sem lembrar que aquela criança é o neto que tanto ama, por exemplo, o idoso com Alzheimer se alegra com a presença dos pequenos. E impedir que os mais novos vivenciem perdas pode ser um problema que eles carregarão para o resto da vida.

“Sou totalmente contra excluir crianças de situações que façam parte do ciclo da vida. A pessoa polpa a criança de tudo e quer que ela cresça com maturidade, mas o pequeno não teve a chance de vivenciar situações de perda, seja física, como a morte, ou de memória, como as relacionadas à doença”, afirma a psicóloga Vera Bifulco, uma das responsáveis pelos grupos de apoio a cuidadores de pessoas com a demência da Associação Brasileira de Alzheimer (Abraz).

A especialista explica que o melhor é conversar, explicar as mudanças que vão acontecer e o porquê. “Sempre responda o que a criança te pergunta. Nunca vá além, porque na vida temos de falar verdades progressivas e suportáveis, verdades que a pessoa consiga assimilar e digerir. Se acabar ouvindo um monte de informações, aquilo pode ser demais, não só para as crianças, mas para os adultos também.”

Como e quando falar sobre a doença

Os pais ou responsáveis devem entender que a forma de se falar sobre a doença varia de acordo com a faixa etária da criança. Aquelas com mais de nove ou dez anos, por exemplo, já conseguem compreender explicações mais elaboradas. As mais novas, por outro lado, necessitam de uma explicação mais lúdica.

Termos pejorativos como “gaga” ou “esclerosado” precisam ser evitados. É possível dizer que a pessoa tem uma doença chamada Alzheimer, que é um nome complicado, mas dado em homenagem ao médico que descobriu a doença. Em seguida, pode-se explicar sobre os sintomas da doença, como as falhas de memória e alterações de comportamento.

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Além disso, é essencial alertar a criança que o paciente não precisa ser ensinado, mas, sim, acolhido. “Não adianta ensinar todo dia a mesma coisa porque ele não vai gravar. Mas ele precisa ser protegido de uma infantilização, de um preconceito, de julgamentos e até dos perigos do dia a dia”, explica Vera.

Os responsáveis não podem pensar que a criança não vai entender. O mais importante é descobrir como falar sobre o Alzheimer. Deixar o pequeno conversar com o paciente também é uma alternativa.

Reprodução de

Reprodução de “Vovô é um Super-Herói”: livro foi escrito após autor perceber que famílias não sabiam lidar com doença

Foto: Vovô é um Super Herói/ Divulgação


Vovô super-herói

Publicado no início do mês, o livro “Vovô é um Super-Herói” aborda justamente a história de um menino que precisa enfrentar o Alzheimer ao lado do avô. Consciente de que o homem com quem sempre viveu grandes aventuras está um pouco diferente, a criança passa a encarar a doença como mais um desafio para a dupla – e sempre imaginando a patologia como um monstrinho. 

LEIA MAIS: Exame de vista pode vir a detectar Parkinson antes mesmo de primeiros sintomas

O livro é do gaúcho Fernando Aguzzoli, que largou a faculdade e o emprego para cuidar da avó quando os sintomas da demência passaram a impedir que ela ficasse sozinha – a família não tinha dinheiro para contratar um cuidador profissional e não queria colocar Dona Nilva em um residencial.

Aguzzoli decidiu escrever sobre o Alzheimer para crianças após ouvir relatos de famílias nos quais elas afirmavam fazer justamente aquilo que especialistas alertam para evitar: afastar os pequenos do convívio dos pacientes. 

Notícias do Último Segundo: o que acontece no Brasil e no Mundo

Homens evitam médicos para não serem vistos como “fracos”, diz pesquisadora

BBC

Ministro da Saúde provocou uma polêmica nesta semana ao afirmar que homens vão menos ao médico do que as mulheres porque trabalham mais

Crenças sociais influenciam nas visitas dos homens ao médico, diz pesquisadora da Universidade de Connecticut

Crenças sociais influenciam nas visitas dos homens ao médico, diz pesquisadora da Universidade de Connecticut

Foto: Pixabay

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, provocou uma polêmica nesta semana ao afirmar que homens vão menos ao médico do que as mulheres porque trabalham mais. Sua declaração parece não ter fundamento na realidade. Dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostram que mulheres trabalham em média cinco horas a mais que os homens na semana, uma vez que costumam acumular a vida profissional com mais tarefas domésticas.

Pesquisas realizadas nos Estados Unidos – país onde homens também se consultam menos do que as mulheres – indicam que outro elemento está por trás dessa disparidade: o fator cultural que associa ao sexo masculino características como “bravura” e “autossuficiência”.

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Educados para se mostrarem fortes, homens evitam o atendimento médico justamente por receio de serem vistos como fracos, disse à BBC Brasil uma das autoras desses estudos, Mary Himmelstein, pesquisadora da Universidade de Connecticut.

Em uma de suas pesquisas, ela questionou 491 pessoas, de ambos os sexos, sobre o quanto concordavam ou não com frases sobre o papel social de homens e mulheres, a importância da bravura e autossuficiência e a confiabilidade de médicos.

Além disso, os entrevistados também deram informações pessoais sobre com que frequência iam ao médico e quanto tempo costumavam demorar para ir se consultar quando se sentiam mal.

Especialista Mary Himmelstein pesquisou por que homens evitam ir ao médico mais que mulheres

Especialista Mary Himmelstein pesquisou por que homens evitam ir ao médico mais que mulheres

Foto: Divulgação

Cruzando esses dados, Himmelstein e a coautora do estudo Diana Sanchez concluíram que, quanto mais os entrevistados se identificavam com valores associados culturalmente à masculinidade (bravura e autossuficiência), mais eles tendiam a minimizar problemas de saúde e a evitar consultas médicas.

“Crenças tradicionais sobre os papéis sociais (de cada gênero) contribuem para a forma como nossa cultura constrói a masculinidade – isto é, as mensagens que recebemos sobre como os homens são, como deveriam ser e como devem agir”, explicou Himmelstein, em entrevista por email.

“No caso dos homens, essas crenças contribuem para a ideia de que, para ser um ‘bom homem’, é preciso ser duro, corajoso e absolutamente autossuficiente. O problema dessas crenças é que criam barreiras para pedir ajuda, mesmo em face de doenças e lesões”, acrescentou a pesquisadora.

Mulheres e bravura

A pesquisa mostrou ainda que mulheres que se identificavam com valores de bravura e autossuficiência também iam menos ao médico. No entanto, um número menor delas se associava a essas características.

“A principal diferença é os homens têm um roteiro cultural dizendo que eles têm que agir dessa forma para que possam ser considerados homens. As mulheres não têm essa mesma pressão social para serem corajosas, resistentes, e autossuficientes”, observou.

“As mulheres são mais propensas a ir ao médico do que os homens e fazem mais perguntas quando estão lá. Potencialmente, grande parte da explicação para essas diferenças está relacionada com as mensagens culturais sobre masculinidade”, disse ainda.

A pesquisadora destacou também que, mesmo quando desconsideradas as consultas diretamente relacionadas ao gênero feminino, como visitas ao ginecologista e acompanhamento pré-natal, as estatísticas mostram que as mulheres vão ao médico com mais frequência que homens.

Questionada sobre haver evidência científica de que pessoas que trabalham mais se consultam com menos frequência, Himmelstein disse desconhecer informações nesse sentido.

Na realidade, a pesquisadora apontou que executivos com grande carga de trabalho, por exemplo, costumam frequentar mais médicos do que a média – com exceção daqueles que pontuam na pesquisa altos índices de “masculinidade”.

“Pessoas em altos cargos de gerência, que trabalham horas excessivas (ou seja, mais de 40 a 50 horas por semana) são mais propensas a visitar o médico, por isso não se pode argumentar que são as horas de trabalho que impedem as consultas”, afirmou.

“Eu diria que a masculinidade tem um peso grande no hábito dos homens de evitar e adiar consultas médicas.”

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E esse fator tem outras consequências para a saúde deles, nota a pesquisadora. Estudos indicam que os valores associados à masculinidade também levam os homens a serem menos francos sobre os sintomas que estão sentindo, assim como contribuem para uma comunicação menor de lesões em atletas do sexo masculino.

“A masculinidade também está associada com a frequência menor de cuidados com a saúde, como ir ao dentista, usar protetor solar, comer frutas e vegetais e realizar autoexames de mama e testículo (para identificar câncer)”, exemplificou a pesquisadora.

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, disse que os homens vão menos ao médico porque trabalham mais que as mulheres

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, disse que os homens vão menos ao médico porque trabalham mais que as mulheres

Foto: Marivaldo Oliveira/Código19/Estadão Conteúdo 01.08.2016


Pedido de desculpas

A declaração polêmica de Ricardo Barros foi dada na quinta-feira, durante o lançamento de duas cartilhas do ministério com objetivo de ampliar o atendimento aos homens na rede de saúde.

“Eu acredito que é uma questão de hábito. Os homens trabalham mais, são os provedores da maioria das famílias e não acham tempo para a saúde preventiva. Isso precisa ser modificado. Nós queremos capturá-los para fazer os exames e cuidar da saúde. A meta destes guias é fazer que nossos servidores orientem os homens, que normalmente estão fora (de casa), trabalhando”, disse na ocasião.

Após a reação ruim a sua declaração, o ministro pediu desculpas nesta sexta-feira. Por meio de uma nota, disse que se referia ao número maior de homens no mercado de trabalho. Citando dados do IBGE sobre pessoas de 16 anos ou mais que estão trabalhando, destacou que 53,7 milhões são homens e 39,7 milhões são mulheres.

“Conhecendo o quanto as mulheres trabalham, eu jamais diria que os homens trabalham mais que as mulheres. Quero deixar claro que eu me referia ao número de homens no mercado de trabalho, que ainda é maior”, afirmou.

Segundo outra pesquisa do IBGE, que leva em conta também o trabalho doméstico, os homens trabalham em média por semana 41,6 horas fora de casa e 10 horas com tarefas dentro dela. Já as mulheres usam em média 35,5 horas da sua semana no trabalho principal, mas perdem mais que o dobro do que eles em afazeres em casa (21,2 horas).

Isso dá uma diferença de cinco horas, indicando que mulheres trabalham 10% mais que os homens. Apesar disso, seus salários tendem a ser menores, mesmo quando possuem escolaridade equivalentes a de colegas masculinos.

Os dados do IBGE também mostram que têm crescido o número de domicílios chefiados por mulheres. Segundo o levantamento mais recente, de 2014, essa é a realidade de 39,8% das casas do país.

Outras críticas

A declaração de Barros não é a primeira relacionada a questões de gênero a atrair críticas dentro do governo interino de Michel Temer.

Em julho, o ministro das Relações Exteriores, José Serra, deu uma declaração polêmica sobre a presença das mulheres na política durante encontro com a chanceler mexicana, Claudia Ruiz Massieu, no México.

“Devo dizer, cara ministra, que o México, para os políticos homens no Brasil, é um perigo porque descobri que aqui quase a metade dos senadores são mulheres”, declarou Serra.

Todos os ministros do presidente interino são homens brancos, o que provocou uma série de críticas quando seu governo foi montado.

Depois disso, Temer nomeou mulheres para outros postos, como a presidência do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e o comando da Secretaria de Direitos Humanos. Em entrevistas, minimizou a ausência de ministras afirmando que esses cargos também são muito importantes.

Saúde: bem-estar, dicas de alimentação, dieta e exercícios – iG

Óleo de soja é inflamatório e danifica as células

Por Dr. Andro

Este estudo foi publicado no jornal científico “journal Nutrients OpenSource” e foi conduzido por cientistas da Arábia Saudita e do Reino Unido que, provavelmente, não têm conexões com a industria do milho ou da soja geneticamente modificada (GMO), como outros cientistas.

Vamos dar uma olhada nos métodos e resultados do estudo agora. Estamos falando de dados preliminares com estudos em roedores com dados de 40 ratos adultos machos albinos, para ser preciso. Os ratos foram usados ​​neste estudo e divididos em quatro grupos.

  • O grupo de roedores controle foi alimentado apenas ração normal.
  • O segundo grupo recebeu ração misturada com azeite extra-virgem (30%).
  • O terceiro grupo foi alimentado com ração misturada com óleo de soja a partir de soja transgênica (15%).
  • O quarto grupo sobreviveu em uma combinação de óleo de oliva extra virgem, óleo de soja geneticamente modificado e ração de soja.

Todos os roedores foram mantidos nas respectivas dietas por 65 dias consecutivos. No dia 65, as amostras de sangue foram coletadas de cada rato para análise de enzimas antioxidantes.

O resultado foi o seguinte:

O nível de oxidação celular, processo ao qual gera inflamação e produção de radicais livres nas células foi aumentado drasticamente com o consumo de soja com óleo de soja geneticamente modificado. Isso cousou vários danos no DNA relacionados a um maior risco de doenças do coração, câncer, entre outras. Além disso, os níveis de glutationa transferase, enzimas com ação desintoxicante no fígado e células do corpo, foram reduzidos substancialmente com o consumo de soja e óleo de soja.

Por outro lado, o consumo de azeite de oliva apenas não causou danos no DNA das células e não aumentou a inflamação.

Outro resultado muito curioso, foi o fato do azeite de oliva extra virgem consumido junto com o óleo de soja e a soja, ter atenuado os danos causados por os últimos.  Ao adicionar coisa boa (azeite) a coisa ruim (soja e óleo de soja), os danos oxidativos no DNA foram reduzido pela metade e as enzimas desintoxicantes foram diminuídas pela metade também, com relação a dieta com óleo de soja sem o azeite.

 

gráfico azeite de oliva

No gráfico, danos no DNA pela oxidação na barra azul e a produção de enzimas desintoxicantes na barra vermelha, em cada grupo de roedores (primeiros 2 gráficos o grupo do óleo de soja, os dois segundos o grupo do azeite e os dois terceiros o grupo do óleo de soja + o azeite).

Conclusão técnica do estudo:

“No grupo alimentado com ração de soja e óleo de soja geneticamente modificado (15%), houve um aumento significativo no nível sérico de peroxidação lipídica, enquanto glutationa transferase diminuiu significativamente. […] A quantidade de dano no DNA foi significativamente diminuída com o azeite de oliva extra virgem. […] podemos concluir que a adição de óleo de oliva à dieta de ratos foi eficaz na inibição dos danos oxidativos e pode agir como um agente protetor contra doenças crônicas, como fibrose hepática, hiperlipidemia e diabetes. Além disso, o azeite extra virgem também teve uma função protetora contra processos cancerígenos.” (El-Kohly. 2014)

Isso é um resultado intrigante para quem ainda acredita que óleos de sementes processados são saudáveis. E também reforça o poder do azeite de oliva extra virgem.
Resumindo: Embora não podemos dizer com certeza , se é a modificação genética, ou simplesmente o fato de que a soja e o óleo de soja são péssimos e não são adequados para o consumo de mamíferos, nós sabemos sobre duas maneiras de proteger nosso DNA do assalto destes horríveis produtos processados e quimicamente modificados:

  1. Evite óleo de soja como uma praga – fácil para todos nós, que seguimos o princípio de alimentos de verdade primal/ paleo, não processados, mas mais ou menos impossível para todos que ainda compram frequentemente produtos empacotados e industrializados.
  2.  Adicione o azeite virgem extra a nossa dieta – a adição de azeite de oliva extra virgem, é simples e eficaz, mas se forem adicionados a produtos inferiores como o óleo de soja e a soja eles provavelmente apenas irão alterar “os parâmetros testados para níveis normais”, ou seja, minimizar os danos e não gerar benefícios extras a sua saúde.

Para mim, pessoalmente, não é convincente o suficiente adicionar coisa boa em cima de coisa ruim. Portanto, se você me perguntasse, eu diria que sugiro que você escolha a opção (1 ) – uma dieta  com “zero” de alimentos processados que é a chave para um melhor estado de saúde, com​​ um monte de outros efeitos benéficos para você, seja em termos de prevenção de doenças inflamatórias, ou para saúde física e mental.

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