Comprar Seguidores no Instagram é Seguro?

Comprar Seguidores Para InstagramÉ seguro comprar seguidores no Instagram?

Posso ter o meu perfil banido?

Essas perguntas são frequentes e por isso resolvemos desvendar esse mito.

Listamos abaixo o passo a passo para você comprar seguidores e curtidas no Instagram de forma segura, sem correr o risco de ter o perfil bloqueado:

  1. Pesquise antes de comprar, pergunte a amigos ou alguém que já comprou seguidores e curtidas no Instagram.
    Existem várias empresas que vendem seguidores e curtidas, algumas sérias, outras não, por isso é bom pesquisar antes.

    Sugestão:
    Compre seguidores no Instagram com a Social Star.
  1. Opte pelo pagamento através do PagSeguro ou PayPal.

    São duas das formas mais seguras de comprar na internet.
  2. Compare preços, mas dê preferência para qualidade.Você vai encontrar diferentes preços, alguns bem baratos, mas quando a esmola é demais, o santo desconfia.Geralmente os preços muito baratos são seguidores e curtidas falsas, feitas por programas de computador.Por isso, verifique a qualidade antes do preço.
  3. Verifique se tem Garantia.Antes de comprar, verifique se o fornecedor oferece garantia.É normal você perder alguns seguidores após a entrega, mas se cair abaixo do que você comprou, a empresa deve repor sem custo.
  4. Considere começar comprando pequenas quantidades de seguidores.Comece devagar e vá aumentando com o tempo. Principalmente se o seu perfil for novo ou com poucos seguidores.Qualquer aumento repentino exagerado pode ligar uma alerta no Instagram. Se o seu perfil é novo, comece comprando de 1.000 a 5.000 seguidores.Se você já tem alguns seguidores e posta regularmente, pode começar com 10.000 e ir aumentando.
  1. Compre Curtidas para as Fotos e Vídeos Também.Ter muitos seguidores, mas poucas curtidas nas fotos e vídeos fica parecendo que o seu público não gosta muito do que você posta.Combine seguidores com curtidas para as fotos e vídeos.
  2. Não Espere Interação dos Seguidores Que Você Comprou.Esses seguidores são para aumentar a quantidade e dar credibilidade ao seu perfil, mas não espere que eles curtam ou comentem suas fotos.Lembre-se que eles não optaram seguir por vontade própria, eles foram pagos para isso.
  3. Seja Paciente.Ganhar seguidores orgânicos, que optam seguir por vontade própria, leva tempo. É um trabalho constante, diário, mas recompensável.Compre para impulsionar, mas continue o trabalho diário para conquistar o seu público e aumentar seus seguidores.

Como Comprar Seguidores e Curtidas no Instagram em 3 Passos Simples:

Luto pode ser ainda mais difícil em tempos de pandemia

Sentimentos como tristeza, medo e melancolia são comuns neste momento e devem ser acolhidos.

 

Enquanto escrevo esse texto, na segunda semana de maio de 2021, o Brasil já perdeu mais de 420 mil pessoas para a covid-19. Se considerarmos a subnotificação, esse número pode ser ainda maior. Como a morte de alguém afeta várias pessoas à sua volta, não é difícil concluir que, neste momento, há milhões de pessoas em luto no Brasil.

Se você não conhece alguém que morreu de covid-19, provavelmente conhece alguém que perdeu uma pessoa para a doença.

Quando falamos em luto, cada pessoa tem um tempo para processar a informação e organizar os seus sentimentos. Mas existem fatores que podem tornar o luto ainda mais difícil, como é o caso da pandemia. Hoje, muitos pacientes morrem no hospital após um longo período de internação sem que a família possa fazer visitas ou se despedir da forma que gostaria, e isso é muito doloroso.

Assista: Dr. Drazuio fala sobre luto e despedida em meio à pandemia

A convivência no geral também está mais restrita (as pessoas não podem se reunir normalmente, como antes) e os rituais como velório e sepultamento têm acontecido de forma adaptada. Além disso, precisamos lidar com o medo de adoecer e morrer, o que torna a situação ainda mais delicada.

 

Sentimentos “ruins” precisam ser sentidos

É comum validarmos apenas os sentimentos considerados “bons”, como alegria e gratidão. Esse costume muitas vezes impede a manifestação de sentimentos ditos “ruins” de maneira saudável. “Diante do cenário atual, é normal e necessário que sentimentos como tristeza, medo, melancolia e desespero sejam sentidos, acolhidos. Esses sentimentos devem ser manifestados, pois assim são elaborados de forma positiva e adequada”, explica a psicóloga Carla Freitas.

Em entrevista ao podcast Entrementes em janeiro de 2021, a professora livre-docente sênior do Instituto de Psicologia da USP Maria Júlia Kovács explicou que a elaboração do luto vem a partir do pensamento “como vou continuar a minha vida sem essa pessoa?”. “É um trabalho psíquico, que demanda energia. Por isso, muitas vezes o enlutado não tem vontade de fazer as coisas, não tem vontade de comer ou come demais, não consegue dormir ou dorme demais”, explicou.

Veja também: Quando o luto exige ajuda profissional

Após um tempo, os sentimentos vão se organizando e a pessoa vai retomando sua vida. Mas isso não significa que o processo acabou e que ela não mais vai pensar na pessoa que morreu. “Você não vai esquecer, mas vai aprender a conviver sem a presença física da pessoa. E tem dias que são mais difíceis, mais pesados, e tem dias que a gente vai vivendo a vida. O processo de luto não tem tempo determinado”, disse a especialista. “Tem gente que precisa falar muito, tem gente que não quer falar. Tem gente que chora, tem gente que não chora. Não tem uma etiqueta de como deve ser.”

Mas precisamos sempre ter atenção em relação à duração e intensidade dos sentimentos. Sintomas como tristeza, falta de ânimo, perda ou excesso de apetite, insônia e ansiedade merecem atenção profissional, se forem recorrentes. Devido ao momento de fragilidade atual, a recomendação da psicóloga Carla Freitas é buscar apoio psicológico após três meses de sintomas.

 

Novos rituais de despedida

Para muitas pessoas, velar e sepultar um ente querido que faleceu é um momento importante e simbólico de despedida que auxilia na elaboração do luto. Contudo, por causa da situação que estamos vivendo, em que o distanciamento social é uma medida importante para conter a disseminação do coronavírus, muitas vezes esses rituais não podem ser realizados ou são realizados de maneira restrita (para um pequeno grupo de pessoas e por um tempo muito reduzido, por exemplo).

Sendo assim, segundo Carla, pode ser necessária a construção de novas estratégias para formatar essa elaboração, buscando a compreensão e o conforto diante da morte. Ritos religiosos, conforme a crença de cada pessoa, podem ser reconfortantes nesse momento (sempre respeitando as medidas sanitárias). Outras opções que podem ser válidas incluem: realizar um desejo do ente querido, fazer uma espécie de memorial com fotos ou promover um encontro virtual para que as pessoas próximas relembrem momentos juntos e prestem sua homenagem.

 

Assista: Psicóloga fala sobre luto na pandemia.

 

Como ajudar uma pessoa em luto

Muitos não sabem como lidar com a situação e consolar quem está sofrendo. O mais importante é se mostrar presente, disponível, mas sempre respeitando o momento da pessoa. Converse, escute, acolha. Muitas vezes, ajudá-la a se distrair um pouco por alguns minutos ou horas já pode ser uma forma de alívio.

Evite frases de conforto como “foi melhor assim” ou “Deus quis assim”. “Nesse momento, o acolhimento é uma das principais formas de auxílio, assim como a empatia e a paciência. O acolhimento do choro e amparo diante das expressões emocionais são fundamentais para a pessoa enlutada”, afirma a psicóloga.

Veja também: Artigo dá dicas para ajudar uma pessoa em luto

Segundo ela, o luto pode durar dias, meses ou anos, e isso é muito particular. “É necessário muitas vezes a elaboração de um novo lugar social ou simbólico, como por exemplo na perda de um filho ou esposo (a), em que a pessoa precisa lidar com uma nova identidade social diante do luto”, completa.

Ajudar a pessoa com pendências do dia a dia – que podem demandar uma energia que a pessoa não tem nesta fase – também pode ser muito útil, por exemplo, auxiliar nos trâmites de enterro, preparar algumas refeições, fazer compras, entre outros.

 

Como falar sobre o luto com as crianças

A perda de uma pessoa querida também é sentida pelas crianças. Muitas perderam avós, tios, pessoas próximas da família ou os próprios pais. Falar sobre esses sentimentos com elas é fundamental. “Muitas pessoas acham que as crianças não conseguem compreender a finitude da vida concretizada na morte. Porém, se forem preparadas de forma adequada, elas compreendem”, explica a psicóloga.

Os pais, responsáveis ou adultos que tenham vínculo com a criança podem conversar sobre esse assunto usando recursos como livros e filmes. “Ao assistir ou ler junto com a criança, sempre pergunte o que ela sentiu naquele momento, qual sensação ela teve e como ela entendeu aquela situação, e é fundamental que demonstre calma e segurança ao falar sobre o assunto. Indico os filmes ‘O Rei Leão’, ‘Frozen’, ‘Viva – A vida é uma festa’ e ‘Divertidamente’. Na categoria livros, eu indico ‘Lino’, que é um livro que trata a morte de forma simbólica e trabalha a ausência e lugar de vazio, e ‘O pato, a morte e a tulipa’, que trata a morte com naturalidade e consequência da vida”, recomenda.

Veja também: Saúde mental das crianças pode ser afetada pela pandemia

Falar que a pessoa “está viajando” ou que “virou estrela” não é boa ideia. O ideal é evitar mentiras sobre o assunto, ter empatia e conversar com a criança de forma clara para que ela possa entender. “Se atente à idade e capacidade cognitiva da criança, para que a comunicação seja assertiva e eficaz”, orienta Carla.

 

Luto coletivo

Com tantas mortes acontecendo desde o início da pandemia, o sentimento de luto coletivo ficou muito evidente. “Se pensarmos no simbolismo da morte, podemos observar que seus rituais são coletivos, como, por exemplo, o sepultamento, as procissões em cidades do interior, o dia dos mortos no México e em demais manifestações ao redor no mundo. E universalmente estamos enfrentando a mesma situação, e lidando com os mesmos números de morte diariamente nos telejornais, porém com a impossibilidade de estarmos juntos”, comenta a psicóloga.

Para cada pessoa, o impacto dessas mortes será diferente, dependendo de suas crenças, sua relação com a sociedade e seu estado psicológico e emocional.

Veja também: O que é preciso fazer quando um familiar morre?

No último dia 4 de maio, tivemos a notícia da morte do ator Paulo Gustavo, aos 42 anos, que causou uma grande comoção em muitos brasileiros. “A representação de uma pessoa para a sociedade causa esse sentimento, ou seja, diversas pessoas nutriam um sentimento de identificação e admiração pelo trabalho dele, e mesmo sem conhecer ou conviver, sofrem com essa ausência representativa. Além de Paulo, morreu também uma personagem extremamente simbólica, a Dona Hermínia, que representava muitas mães”, afirma Carla.

Mesmo quem não perdeu alguém próximo pode experimentar esse sentimento de perda pelo fato de vermos tantas mortes ocorrendo ao mesmo tempo e também pela perda da nossa rotina de antes da pandemia, a perda de um emprego ou daquilo que gostávamos de fazer. Esses sentimentos são válidos e devem ser acolhidos.

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Cabelos brancos antes dos 30: por que isso ocorre?

Os fios brancos não são necessariamente um sinal de envelhecimento, mas é preciso investigar suas origens.

 

Os cabelos brancos, também chamados de canice, são resultado de um processo natural do organismo, o qual geralmente acontece após os 25 ou 30 anos. É nessa faixa etária em que os melanócitos, células responsáveis pela produção de pigmento no bulbo capilar, começam a perder a capacidade de produzir melanina. 

Mas, talvez, você já deve ter observado muitos jovens e até crianças com cabelos brancos e grisalhos. Só para se ter uma ideia, de acordo com um estudo publicado em 2012 na British Journal of Dermatology, de 6% a 23% da população mundial terá metade dos cabelos brancos até os 50 anos. 

“A canice está muito relacionada a fatores genéticos. Se o pai ou a mãe tiveram cabelos brancos precocemente, é provável que o filho também vá ter”, explica dr. Rafael Soares, médico pela Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA) com título de especialista em dermatologia pela Associação Médica Brasileira (AMB) e Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

Outra explicação tem a ver com o estresse. Em situações de estresse prolongado, o hormônio cortisol é liberado no organismo e a sua permanência pode levar a uma inflamação, resultando no estresse oxidativo e, consequentemente, na morte dos melanócitos.

“É o que acontece, por exemplo, com os presidentes da República. O candidato tem cabelos coloridos durante a campanha, mas, depois de eleito, começa a apresentar branqueamento. O nível de estresse que ele passa diariamente favorece esse processo”, ilustra dr. Rafael.

Doenças autoimunes e doenças do couro cabeludo também podem provocar a canice precoce, como é o caso de infecções, alopecia areata e tinea capitis ou “tinha da cabeça”.

Veja também: Tricotilomania

É possível reverter?

Infelizmente, o processo de branqueamento dos cabelos é progressivo, mas há maneiras de, pelo menos, prevenir seu avanço logo nos primeiros sinais. Ainda segundo o dr. Rafael, existem ativos naturais com ação antioxidante e anti-inflamatória que podem ser ingeridos ou passados no couro cabeludo, como picnogenol, catalase, pseudocatalase, pirroloquinolina quinona (PQQ), coenzima Q10 e até melatonina. “Esses ativos reduzem a velocidade de surgimento de novos fios brancos em até 40% e melhoram em 20% a 30% aqueles que já perderam a cor. Por isso a importância de procurar um médico especialista se isso realmente começar a incomodar.” 

Na verdade, a questão dos cabelos brancos aborrece mais os pais do que as crianças e adolescentes. “Eles chegam aqui em meu consultório e não se importam muito, pois consideram uma forma de se diferenciar dos colegas. É mais uma questão dos pais, que acreditam que o filho está envelhecendo mais rápido que deveria, o que não é verdade”, afirma dr. Rafael. 

 

Mitos do cabelo branco

Diferentemente do que muitos acreditam, pintar o cabelo não provoca nem piora a canice. “Se a pessoa faz uma pintura atrás da outra, sem grandes intervalos, o branqueamento continua naturalmente, mas está coberto pela tinta. Quando ela para de pintar, a impressão é de que houve uma piora absurda nos fios brancos, mas eles só estavam disfarçados”, comenta.

Segundo dr. Rafael, a tinta pode até ser benéfica, já que fortalece os fios brancos, geralmente mais frágeis e porosos. O ato de descolorir, no entanto, prejudica a vitalidade do cabelo. Inclusive, é preciso tomar cuidados com shampoos, cremes e outros produtos nos cabelos brancos, devido à tendência desses fios de absorver outras cores – o recomendado são produtos incolores ou específicos para cabelos despigmentados.

A máxima de que se arrancar um fio de cabelo branco nascem mais três ou quatro no lugar também é mentira, tendo em vista que de cada saída folicular nascem até quatro fios. Quando um deles é arrancado, os outros já estavam em processo de crescimento com a mesma cor. 

Veja também: Calvície | Entrevista

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