Comprar Seguidores no Instagram é Seguro?

Comprar Seguidores Para InstagramÉ seguro comprar seguidores no Instagram?

Posso ter o meu perfil banido?

Essas perguntas são frequentes e por isso resolvemos desvendar esse mito.

Listamos abaixo o passo a passo para você comprar seguidores e curtidas no Instagram de forma segura, sem correr o risco de ter o perfil bloqueado:

  1. Pesquise antes de comprar, pergunte a amigos ou alguém que já comprou seguidores e curtidas no Instagram.
    Existem várias empresas que vendem seguidores e curtidas, algumas sérias, outras não, por isso é bom pesquisar antes.

    Sugestão:
    Compre seguidores no Instagram com a Social Star.
  1. Opte pelo pagamento através do PagSeguro ou PayPal.

    São duas das formas mais seguras de comprar na internet.
  2. Compare preços, mas dê preferência para qualidade.Você vai encontrar diferentes preços, alguns bem baratos, mas quando a esmola é demais, o santo desconfia.Geralmente os preços muito baratos são seguidores e curtidas falsas, feitas por programas de computador.Por isso, verifique a qualidade antes do preço.
  3. Verifique se tem Garantia.Antes de comprar, verifique se o fornecedor oferece garantia.É normal você perder alguns seguidores após a entrega, mas se cair abaixo do que você comprou, a empresa deve repor sem custo.
  4. Considere começar comprando pequenas quantidades de seguidores.Comece devagar e vá aumentando com o tempo. Principalmente se o seu perfil for novo ou com poucos seguidores.Qualquer aumento repentino exagerado pode ligar uma alerta no Instagram. Se o seu perfil é novo, comece comprando de 1.000 a 5.000 seguidores.Se você já tem alguns seguidores e posta regularmente, pode começar com 10.000 e ir aumentando.
  1. Compre Curtidas para as Fotos e Vídeos Também.Ter muitos seguidores, mas poucas curtidas nas fotos e vídeos fica parecendo que o seu público não gosta muito do que você posta.Combine seguidores com curtidas para as fotos e vídeos.
  2. Não Espere Interação dos Seguidores Que Você Comprou.Esses seguidores são para aumentar a quantidade e dar credibilidade ao seu perfil, mas não espere que eles curtam ou comentem suas fotos.Lembre-se que eles não optaram seguir por vontade própria, eles foram pagos para isso.
  3. Seja Paciente.Ganhar seguidores orgânicos, que optam seguir por vontade própria, leva tempo. É um trabalho constante, diário, mas recompensável.Compre para impulsionar, mas continue o trabalho diário para conquistar o seu público e aumentar seus seguidores.

Como Comprar Seguidores e Curtidas no Instagram em 3 Passos Simples:

Venezuelana está internada com meningite em Roraima; estado é grave

iG São Paulo

Paciente está na UTI e respira com ajuda de aparelhos; esse é nono caso da doença no estado, de acordo com a Secretaria de Saúde de Roraima

Reprodução em 3D de meningococos%2C bactérias responsáveis por causar meningite

Reprodução em 3D de meningococos%2C bactérias responsáveis por causar meningite

Foto: shutterstock

Foi registrado, nesta semana, um caso de meningite em Roraima. Uma mulher venezuelana de 32 anos foi internada no Hospital Geral de Roraima, em Boa Vista, com diagnóstico de meningite bacteriana. De acordo com a Secretaria de Saúde do estado, a paciente, da cidade de Santa Helena de Uairén, procurou a unidade de saúde no último sábado (7).

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Este é o nono caso confirmado de meningite em Roraima. “O caso é isolado e não há risco de contágio da doença. A paciente está internada na UTI [unidade de terapia intensiva], respira com ajuda de aparelhos e está sendo medicada com antibióticos”, informou a pasta por meio de comunicado. O estado de saúde dela é considerado grave”, informou a pasta por meio de comunicado.

A doença, segundo a secretaria, foi desenvolvida a partir de uma infecção no ouvido que acabou afetando o sistema nervoso, causando a meningite. Em entrevista coletiva, o médico infectologista Mauro Asato, coordenador da UTI do hospital, destacou que não se trata de meningite meningocócica e, portanto, não há risco de transmissão.

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Casos suspeitos de meningite em Roraima

De acordo com o Núcleo de Controle da Coqueluche, Meningite e Difteria de Roraima, até junho, foram notificados oito casos suspeitos de meningite no estado. Destes, três foram confirmados, quatro foram descartados e um ainda está sob investigação.

Em 2017, foram notificados 36 casos suspeitos de meningite no estado. Destes, 23 foram confirmados – dois em venezuelanos. Já em 2016, foram notificados 51 casos suspeitos de meningite. Destes, 14 foram confirmados, sendo três em venezuelanos.

Sarampo na região

O estado também vive um surto de sarampo há quatro meses. Desde então, foi iniciada uma campanha de vacinação contra a doença, mas, mesmo assim, o número de casos da infecção saltou de 8 para 200, o que implica em um aumento de 2.200%, conforme informou a Secretaria Estadual de Saúde (Sesau).

Em março, a capital Boa Vista precisou decretar situação de emergência e, desde então, duas mortes foram confirmadas no estado, de acordo com Ministério da Saúde.

Segundo a prefeitura de Boa Vista, nos últimos meses, 84 casos de sarampo foram notificados, sendo 57 em abril, 24 em maio e apenas 9 em junho. O balanço de julho ainda não foi divulgado, assim como o balanço de casos de meningite em Roraima do mesmo mês. 

*Com informações da Agência Brasil

Saúde: bem-estar, dicas de alimentação, dieta e exercícios – iG

Imunobiótico: nova droga promete acabar com bactérias resistentes a antibióticos

iG São Paulo

Medicamento atua perseguindo bactérias letais a partir das defesas naturais do organismo para eliminá-las sem afetar as células saudáveis do corpo

Pesquisadores que criaram droga para combater bactérias resistentes a antibióticos se inspiraram na imunoterapia

Pesquisadores que criaram droga para combater bactérias resistentes a antibióticos se inspiraram na imunoterapia

Foto: shutterstock

A cada novo estudo a imunoterapia ganha mais destaque entre as alternativas para combater o câncer. Inspirados na técnica, pesquisadores da Universidade de Lehigh, na Pensilvânia, decidiram criar um novo tipo de droga, o imunobiótico, que promete eliminar bactérias resistentes a antibióticos.

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Na imunoterapia, ao usar substâncias que modificam a resposta biológica, o sistema imunológico é estimulado a agir contra as células cancerígenas. Já o imunobiótico persegue e elimina bactérias resistentes a antibióticos comuns, envolvendo as defesas naturais do corpo.

Para criar o novo medicamento, foi preciso fundir parte de um antibiótico existente com uma molécula que atrai anticorpos liberados pelo sistema imunológico para combater invasores, como bactérias.

A droga tem como alvo uma variedade de bactérias responsáveis ​​por doenças como pneumonia e intoxicação alimentar, incluindo aquelas que muitas vezes se tornam resistentes a antibióticos de última instância.

“A inspiração veio principalmente do recente sucesso da imunoterapia contra o câncer”, declarou Marcos Pires, que liderou o estudo publicado na revista Cell Chemical Biology.

A imunoterapia contra o câncer, que Pires descreveu como “revolucionária” para os pacientes, também aproveita o poder do sistema imunológico, mas destrói as células cancerosas em vez das bactérias. A equipe queria descobrir se o sistema imunológico poderia ser usado para ajudar os antibióticos a trabalhar de forma mais eficiente.

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Testes apontaram eficácia contra bactérias resistentes a antibióticos

Os cientistas testaram o novo composto em uma série de bactérias declaradas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como de “alta prioridade”, porque não há quase nenhum medicamento existente que funciona contra elas. Entre elas estavam Pseudomonas aeruginosa, uma causa comum de pneumonia em pacientes com câncer, vítimas de queimaduras e pessoas com fibrose cística.

Foram feitos testes em vermes nematóides infectados com Pseudomonas, e os resultados mostraram que a droga atingiu com sucesso e eliminou as bactérias.

Ao aderir às bactérias, a droga pode infligir danos diretos enquanto age como um farol para os anticorpos que chegam em massa para terminar o trabalho. No corpo, as bactérias que ficam cobertas de anticorpos são destruídas pelos glóbulos brancos.

Os pesquisadores basearam seu composto em um antibiótico de último recurso existente chamado polimixina, que danifica a superfície externa das células bacterianas, fazendo-as explodir e morrer. Evidências crescentes sugerem que esta última linha de defesa antibiótica está sob ameaça, o que significa que há uma necessidade urgente de novos antibacterianos.

A nova droga imunobiológica se liga a moléculas na superfície de bactérias que não são encontradas em células humanas. Embora a substância ainda não tenha sido testada em humanos, os pesquisadores não observaram sinais de toxicidade quando foram testados em células animais.

“Acreditamos que a diferença expansiva na composição celular entre células bacterianas e células saudáveis ​​fornecerá a janela de seletividade necessária para atingir as células bacterianas sem afetar as células humanas saudáveis”, declarou Pires.

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Após o teste da nova droga em combinação com um antibiótico existente ao qual as bactérias já eram resistentes, os pesquisadores descobriram que as bactérias resistentes a antibióticos foram re-sensibilizadas da droga para o outro antibiótico.

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10 formas naturais de cuidar da sua pele

Por: Mark Sisson

Tome um tempo lendo as prateleiras de seu supermercado local ou loja de produtos de beleza e você poderá notar que todos os produtos cosméticos têm algo em comum: uma longa lista de ingredientes. Tenho medo de dizer que a maioria dos frascos e tubos comercialmente embalados contêm ingredientes potencialmente prejudiciais na forma de conservantes, derivados de petróleo, estabilizadores, corantes artificiais e/ ou fragrâncias adicionadas, que podem ter efeitos negativos a longo prazo sobre a saúde quando absorvidos pela pele.

Felizmente, existem muitas opções muito melhores e naturais de cuidados com a pele que não apenas fornecem melhores resultados, mas geralmente custam uma fração do que você pagaria pela versão comprada na loja. Além de tomar colágeno todos os dias, evitar exposição ao sol forte sem protetor solar e uma dieta baixa em carboidratos e rica em gorduras, aqui estão 10 soluções de cuidados da pele apoiados por pesquisas e minha própria experiência.

1. Esfregue a pele com sal marinho

 

O sal marinho é um dos melhores esfoliantes naturais (remove as células mortas da pele), e as chances são boas de que ele já esteja escondido em seu armário de cozinha. Enquanto na maioria das vezes podemos deixar a natureza seguir seu curso, de vez em quando podemos esfoliar como um meio de remover camadas de células mortas da pele quando nossa pele está coçando e escamosa ou para estimular a renovação das células da pele para uma aparência mais fresca. O sal marinho também é cheio de nutrientes encontrados na água do mar – e em nossos corpos – incluindo cálcio, magnésio e potássio. Combine sal marinho com mel cru ou óleo de coco e esfregue suavemente na sua pele. Só não se esqueça de verificar a textura do sal antes de usá-lo em seu rosto: o sal deve ser suave, sem bordas ásperas. Você quer remover gentilmente essa camada de células mortas da pele.

2. Use mel cru

 

O mel cru é amplamente reconhecido por suas propriedades antimicrobianas, e tem sido usado como um tratamento natural para feridas e queimaduras. Este doce néctar dourado contém uma variedade de proteínas, aminoácidos, vitaminas, enzimas e minerais, que trabalham em conjunto para acelerar o processo de cura. Depois de limpar a pele, aplique uma camada de mel diretamente nas cicatrizes, cortes e queimaduras. Certifique-se de escolher o mel cru e não processado.

3. Hidrate com óleo de abacate

 

Óleo de abacate puro é um grande substituto para cremes e loções comerciais, que geralmente são carregados com ingredientes questionáveis ​​que você mal consegue pronunciar. Não há segredo sobre o que você está recebendo em uma garrafa de óleo de abacate: Óleo puro e gorduroso, que é exatamente o que você precisa para dar energia as células. Está repleto de nutrientes benéficos para a pele, como carotenóides, gordura saudável e vitaminas liposolúveis A, D e E. Juntos, esses nutrientes podem aumentar a produção de colágeno, enfraquecer manchas de idade, acalmar a inflamação e tratar queimaduras solares. Coloque algumas gotas na sua mão e trabalhe na pele limpa e seca. (A propósito, isso faz parte da minha rotina diária pessoal)

4. Limpe a pele com vinagre de maçã

 

O vinagre de maçã é uma potente solução antifúngica que é especialmente útil para a prevenção da acne. Para fazê-lo, os produtores fermentam a cidra para que os açúcares se transformem em álcool, e fermentem novamente para que o álcool se transforme em ácido acético. É este ácido acético, bem como o ácido láctico, ácido cítrico e ácido succínico, que faz com que o vinagre de maçã seja um limpador eficaz. Alguns estudos mostraram que estes ácidos podem prevenir o crescimento de bactérias causadoras de acne. Mergulhe uma bola de algodão em vinagre de maçã e use-a como um tonalizador facial de manhã e à noite.

5. Trate a acne com o óleo da árvore do chá

 

Em um recente estudo piloto publicado no Australasian Journal of Dermatology, os pesquisadores descobriram que um tratamento com gel de óleo de melaleuca foi mais eficaz em melhorar a acne leve a moderada do que em uma lavagem facial. Você pode encontrar um limpador de óleo de árvore do chá pré-fabricados ou fazer o seu próprio, adicionando algumas gotas de óleo essencial da árvore do chá puro ao mel. Em geral, o óleo da árvore do chá é bem tolerado, mas pode causar descamação e ressecamento para algumas pessoas.

6. Reduza a vermelhidão com aloe vera

 

Para queimar as queimaduras solares, combater a inflamação e moderar a coceira, não procure mais do que o aloe vera. Esta planta tropical contém uma série de ingredientes bons para você, incluindo vitaminas, minerais, ácidos graxos e enzimas. Além disso, o aloe demonstrou ter efeitos antimicrobianos, tornando-o a terapia natural ideal para a cura da pele. Procure por aloe gel com pelo menos 97,5% de aloe (ou mantenha sua própria coleção de plantas de aloe em sua casa ou jardim).

7. Hidrate com manteiga de karité

 

Não é segredo: a manteiga de karité suaviza a pele seca como nenhuma outra. Essa substância gordurosa – repleta de ácidos esteárico, palmítico, linoléico e oléico, bem como vitaminas E e A – já foi incorporada em cremes e loções comerciais. Como a maioria das coisas, no entanto, a manteiga de carité é melhor quando usada em sua forma mais pura e crua, então procure manteiga de karité não refinada. Pode ser usado como está ou misturado com óleos essenciais. Basta ter em mente que aqueles com alergia a nozes devem evitar a manteiga de carité. Um bônus adicional: um estudo no American Journal of Life Sciences sugere que a manteiga de karité também pode aumentar a produção de colágeno.

8. Remover maquiagem com óleo de jojoba

 

Troque os removedores de maquiagem comercial – que geralmente contêm produtos químicos agressivos – com uma opção mais saudável: o óleo de jojoba. Você pode até usar óleo de jojoba para limpar a maquiagem dos olhos. Não é apenas seguro usar em peles sensíveis, incluindo a área dos olhos, mas é hidratante. Aplique óleo de jojoba em um pano ou bola de algodão e use-o para limpar suavemente a maquiagem e as bactérias.

9. Óleo de Coco

 

Loções e cremes de barbear comerciais muitas vezes ficam aquém de sua promessa de proteger a pele da irritação e da queimadura. Uma camada de óleo de coco muito boa pode ser usada para evitar a irritação e queimadura na hora de barbear – além disso, tem um cheiro incrível! Graças ao seu baixo peso molecular e capacidade de se ligar às proteínas, o óleo de coco pode afundar-se mais profundamente na pele do que outros óleos. Coloque uma pequena quantidade na palma da mão para aquecê-la e aplique diretamente na área a ser raspada.

10. Proteja a pele com óleo essencial de limão

 

O óleo de limão, como outros óleos cítricos, possui poderosas propriedades antioxidantes (e um aroma fresco e energizante). Um composto natural em óleo essencial de limão, em particular, foi mostrado para ser capaz de proteger a pele contra os efeitos do envelhecimento dos danos dos radicais livres. Óleo essencial de limão pode até mesmo desaparecer cicatrizes e manchas da idade. Diluir com segurança para o uso diário, misturando algumas gotas de óleo essencial de limão com uma base simples, como óleo de jojoba ou abacate, para ai então massagear sua pele.

Aqui estão dez opções para você tentar. Compartilhe suas recomendações nos comentários abaixo e obrigado pela leitura.

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Primal Brasil

Governo alerta sobre alto risco de surto de poliomielite em 312 municípios

iG São Paulo

Maioria das cidades estão localizadas na Bahia, porém, apenas Rondônia, Espírito Santo e Distrito Federal não têm regiões sob risco elevado

Vacinação contra poliomielite deve ser administrada aos 2, 4 e 6 meses de vida

Vacinação contra poliomielite deve ser administrada aos 2, 4 e 6 meses de vida

Foto: Gabriel Rosa/SMCS

Todos os locais com cobertura vacinal contra poliomielite abaixo de 95% estão sob ameaça de surto da doença, informou o MInistério da Saúde. No entanto, a pasta chama atenção para 312 municípios no país, especialmente na Bahia, onde a situação está mais crítica e a vacinação contra poliomielite não chegou a atingir 50% da população.

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Há 28 anos o Brasil não registra casos da doença, considerada erradicada das Américas desde 1994, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). No entanto, o risco de novos casos voltarem a aparecer é grande por causa da resistência de pais e mães à vacinação contra poliomielite nos filhos.

“Uma cidade com esses indicadores tem todas as condições de voltar a transmitir a doença em nosso País. Será um desastre para a saúde como um todo”, declarou a coordenadora do Programa de Imunização, Carla Domingues, durante a reunião com secretários estaduais e municipais de saúde.

Das cidades onde a situação é mais grave, 15% ficam localizados na Bahia, seguido por Maranhão, com 14,29%. Em São Paulo, 44 municípios estão sob alerta. De todos os estados brasileiros, apenas Rondônia, Espírito Santo e Distrito Federal não têm cidades sob risco elevado.

Em 2017, durante a campanha de vacinação contra a doença, 22 unidades da federação não atingiram a cobertura considerada ideal. No ano passado, pelo menos 800 mil crianças ficaram sem o esquema vacinal completo, que compreende três doses do imunizante.

O Ministério da Saúde orienta os gestores locais a organizar as redes de prevenção, inclusive com a possibilidade de readequação de horários mais compatíveis com a rotina da população brasileira. A pasta também recomenda o reforço das parcerias com creches e escolas, ambientes que potencializam a mobilização sobre a vacina por envolverem as famílias.

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Apenas 1% pode desenvolver forma paralítica

Causada por um vírus que vive no intestino, o poliovírus, a poliomelite, ou paralisia infantil, como é chamada popularmente, geralmente atinge crianças com menos de 4 anos, mas também pode contaminar adultos.

A maior parte das infecções apresenta poucos sintomas e há semelhanças com as infecções respiratórias com febre e dor de garganta, além das gastrointestinais, náusea, vômito e prisão de ventre.

Cerca de 1% dos infectados pelo vírus pode desenvolver a forma paralítica da doença, que pode causar sequelas permanentes, insuficiência respiratória e, em alguns casos, levar à morte.

Entenda a importância da vacinação contra poliomielite

A poliomielite não tem tratamento específico. A transmissão pode ocorrer de uma pessoa para outra por meio de saliva e fezes, assim como água e alimentos contaminados.

No entanto, a doença deve ser prevenida por meio da vacinação. A vacina é aplicada nos postos da rede pública de saúde. Há ainda as campanhas nacionais.

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O esquema de vacinação contra a poliomielite oral trivalente deve ser administrada aos 2, 4 e 6 meses de vida. O primeiro reforço é feito aos 15 meses e o outro entre 4 e 6 anos de idade. Também é necessário vacinar-se em todas as campanhas. A próxima Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite ocorrerá de 6 a 31 de agosto.

*Com informações da Agência Brasil

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Pela primeira vez, EUA aprovam uso de medicamento à base de maconha

iG São Paulo

Epidiolex será usado para tratar duas formar raras e severas de epilepsia; para FDA, aprovação é considerada um avanço médico importante

Medicamento à base de maconha terá quantidade de CBD purificado, com apenas traços residuais de THC

Medicamento à base de maconha terá quantidade de CBD purificado, com apenas traços residuais de THC

Foto: shutterstock

Os Estados Unidos aprovaram, pela primeira vez, um medicamento à base de maconha. A aprovação da Food and Drugs Administration (FDA), órgão que regula medicamentos e alimentos no país, anunciou nesta segunda-feira (25) a novidade.

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O medicamento à base de maconha é o Epidiolex, usado para tratar duas formas raras e severas de epilepsia: síndromes de Lennox-Gastaut e Dravet. O produto poderá ser utilizado em em pacientes com 2 anos de idade ou mais.

Em nota, a FDA destacou que a aprovação do remédio demonstra como o avanço da pesquisa científica sólida para investigar ingredientes derivados da maconha pode levar a terapias importantes.

“Este é um avanço médico importante. Mas também é importante notar que isso não é uma aprovação da maconha ou de todos os seus componentes. Esta é a aprovação de um medicamento específico à base de CBD [canabidiol] para um uso específico. E foi baseado em ensaios clínicos bem controlados avaliando o uso do composto no tratamento de uma condição específica”, diz a nota da entidade.

A FDA destacou ainda que o remédio constitui uma forma purificada de canabidiol, a ser entregue aos pacientes em forma de dosagem confiável no intuito de garantir que as pessoas em tratamento obtenham os benefícios esperados. “É assim que a ciência médica sólida avança”, concluiu o órgão.

A solução oral contém CBD altamente purificado, que é um entre as dezenas de produtos químicos que a planta da maconha apresenta. O órgão regulamentador salienta que a substância contém apenas traços residuais do THC, que é o elemento responsável pelo teor psicoativo da maconha, e não induz a euforia.

A empresa que está fabricando o remédio nos EUA é a Greenwich Biosciences, subsidiária americana da GW Pharmaceuticals. A companhia agora está testando outros tratamentos com CBD para glioblastoma e esquizofrenia.

Medicamento à base de maconha também é liberado em Portugal

O parlamento português decidiu, no último dia 15, aprovar o uso da maconha com finalidade medicinal. A decisão, que muda toda a legislação medicinal do país, acontece no mesmo dia em que a seleção de Portugal estreia na Copa do Mundo – o que a coloca como uma nação em foco neste dia.

Apesar do uso medicinal da maconha ter sido aprovado pelo parlamento, o cultivo da droga para uso próprio continua proibido.

Essa iniciativa, que foi originada de dois projetos de lei – um do Bloco de Esquerda (BE) e outro do PAN (Pessoas-Animais-Natureza) –, contou com o apoio do Partido Socialista (PS) e recebeu votos favoráveis de quase todos os outros partidos, exceto do Partido Popular (CDS-PP) que se absteve.

Para serem comercializados, os medicamentos precisarão de autorização prévia da Infarmed, que é a autoridade portuguesa na questão de produtos de saúde. Além disso, o governo de Portugal fica autorizado a produzir medicamentos, através do Laboratório Militar.

A nova lei, que entra em vigor no dia 1º de julho, normatiza, inclusive, que o Estado deve estimular a investigação científica nessa área. Além disso, a legislação agora determina que a cannabis só poderá ser consumida de forma medicinal, com receita médica e comprada em farmácias.

Remédios com canabidiol no Brasil

Mevatyl, como é vendido o remédio à base de maconha no Brasil, é  aprovado em outras 28 nações com o nome de Sativex

Mevatyl, como é vendido o remédio à base de maconha no Brasil, é aprovado em outras 28 nações com o nome de Sativex

Foto: Divulgação

Por aqui, o uso de maconha medicinal ainda é uma questão delicada. No início de 2017, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou, pela primeira vez, o registro de um medicamento à base de maconha no País . O Mevatyl é indicado para o tratamento de espasticidade – alteração no tônus muscular – relacionada à esclerose múltipla.

À base de Cannabis Sativa, uma espécie de maconha, o medicamento já tinha registro em outros 28 países, como Canadá, Estados Unidos, Alemanha, Dinamarca, Suécia, Suíça e Israel. Segundo a Anvisa , ele é destinado a “pacientes adultos não responsivos a outros medicamentos antiespásticos e que demonstram melhoria clinicamente significativa dos sintomas relacionados à espasticidade durante um período inicial de tratamento com o Mevatyl”.

Estudos clínicos apontam que a ocorrência de dependência com o seu uso é improvável. O remédio, ainda assim, será comercializado com tarja preta, sendo necessário apresentar a prescrição médica para realizar a compra.

Ainda assim, a regra para importação de medicamentos com canabidiol, ou maconha , como são chamados popularmente, continua igual, de acordo com o regulamento da Anvisa.

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Uso de maconha para fins medicinais

Apesar das aprovações, um novo estudo divulgado há um ano revelou que um quarto dos pacientes com câncer nos Estados Unidos recorreu a uso de maconha para complementar seu tratamento. De acordo com uma enquete feita com americanos – onde a maconha é legalizada parcialmente em alguns estados – 25% apostaram na erva, como uma solução terapêutica no ano de 2016.

Porém, segundo os pesquisadores, o dado mais alarmante não é esse. Estima-se que 75% dos pacientes admitiram que, independente do uso ou não, estão interessados em saber mais sobre os prós e contras da maconha na terapia para combater alguns sintomas causados pela doença, mas a maioria está buscando essas informações em fontes que não são oficiais, em vez de perguntar aos médicos.

Segundo os especialistas, esse hábito pode trazer consequências perigosas aos pacientes. Os autores do estudo alertam que consultar pessoas fora da área médica, ou sites e documentos sem nenhuma credibilidade sobre o uso da droga pode ser muito arriscado.

Apesar de estarem interessados em dados sobre o assunto, poucos teriam coragem de se abrir para seus médicos sobre isso. “Os pacientes com câncer desejam, mas não estão recebendo informações de seus médicos sobre o uso da droga durante o tratamento, muitos deles estão buscando esses dados em fontes alternativas não científicas”, ressaltou um dos líderes da pesquisa, Steven Pergam.

Os relatos são avaliados em um momento em que os consumidores estão observando de perto o mercado da substância, tendo em vista que, atualmente, a erva é legalizada em 30 territórios dos EUA.

Preocupados, os estudiosos que elaboraram o relatório estão pedindo uma mudança social na forma como a droga é vista pela população e pedem aos médicos de pacientes com câncer que possam alertar em seus consultórios sobre o uso da erva.

“Se não educarmos nossos pacientes sobre esse tema, eles continuarão a obter suas informações em outro lugar”, afirmou Pergam. Ele ainda advertiu que a substância poderia ser perigosa para alguns pacientes com câncer, por isso é importante que eles se sintam confortáveis ​​falando com profissionais médicos sobre isso.

*Com informações da Agência Brasil

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