Comprar Seguidores no Instagram é Seguro?

Comprar Seguidores Para InstagramÉ seguro comprar seguidores no Instagram?

Posso ter o meu perfil banido?

Essas perguntas são frequentes e por isso resolvemos desvendar esse mito.

Listamos abaixo o passo a passo para você comprar seguidores e curtidas no Instagram de forma segura, sem correr o risco de ter o perfil bloqueado:

  1. Pesquise antes de comprar, pergunte a amigos ou alguém que já comprou seguidores e curtidas no Instagram.
    Existem várias empresas que vendem seguidores e curtidas, algumas sérias, outras não, por isso é bom pesquisar antes.

    Sugestão:
    Compre seguidores no Instagram com a Social Star.
  1. Opte pelo pagamento através do PagSeguro ou PayPal.

    São duas das formas mais seguras de comprar na internet.
  2. Compare preços, mas dê preferência para qualidade.Você vai encontrar diferentes preços, alguns bem baratos, mas quando a esmola é demais, o santo desconfia.Geralmente os preços muito baratos são seguidores e curtidas falsas, feitas por programas de computador.Por isso, verifique a qualidade antes do preço.
  3. Verifique se tem Garantia.Antes de comprar, verifique se o fornecedor oferece garantia.É normal você perder alguns seguidores após a entrega, mas se cair abaixo do que você comprou, a empresa deve repor sem custo.
  4. Considere começar comprando pequenas quantidades de seguidores.Comece devagar e vá aumentando com o tempo. Principalmente se o seu perfil for novo ou com poucos seguidores.Qualquer aumento repentino exagerado pode ligar uma alerta no Instagram. Se o seu perfil é novo, comece comprando de 1.000 a 5.000 seguidores.Se você já tem alguns seguidores e posta regularmente, pode começar com 10.000 e ir aumentando.
  1. Compre Curtidas para as Fotos e Vídeos Também.Ter muitos seguidores, mas poucas curtidas nas fotos e vídeos fica parecendo que o seu público não gosta muito do que você posta.Combine seguidores com curtidas para as fotos e vídeos.
  2. Não Espere Interação dos Seguidores Que Você Comprou.Esses seguidores são para aumentar a quantidade e dar credibilidade ao seu perfil, mas não espere que eles curtam ou comentem suas fotos.Lembre-se que eles não optaram seguir por vontade própria, eles foram pagos para isso.
  3. Seja Paciente.Ganhar seguidores orgânicos, que optam seguir por vontade própria, leva tempo. É um trabalho constante, diário, mas recompensável.Compre para impulsionar, mas continue o trabalho diário para conquistar o seu público e aumentar seus seguidores.

Como Comprar Seguidores e Curtidas no Instagram em 3 Passos Simples:

Sobremesas low-carb: barras de prestígio

Eu adoro chocolate! Mas não se enganem, é chocolate de verdade… Incluindo receitas sensacionais de todos os tipos.

O post de hoje é bem especial, porque nele trazemos uma receita paleo /low-carb que vai deixar vocês loucos!

Porém não é apenas uma receita comum, de mais um prato para a refeição: e sim de uma receita de sobremesa totalmente low-carb.

Convidei o Guilherme e o Roney, do Senhor Tanquinho, para ensinar a fazer as deliciosas barras de prestígio “el secreto de sus ojos”.

E a maior vantagem destas barras é que elas não contêm nada de açúcar refinado, nada de espessante, umidificante, corante… nem mesmo adoçante.

Com apenas 3 ingredientes, você consegue fazê-las.

Sendo assim, elas ficam muito mais próximas do nosso ideal de comer comida de verdade.

Mas chega de falatório: Clique abaixo para ver a receita completa, e também baixar esta e mais 3 receitas de sobremesas paleo low-carb de graça.

Clique aqui para ver a receita completa e baixar o pdf exclusivo! 

 

Tempo de preparo: 20 minutos

Tempo de espera: 20 minutos

Quantidade de carboidratos por barrinha: 4g

 

Ingredientes (8 barrinhas):

Barrinhas:

  • 2 xícaras de coco ralado sem açúcar
  • ¼ xícara de óleo de coco amolecido
  • 2 colheres de sopa de néctar de coco (opcional)
  • Amêndoas torradas e trituradas a gosto (opcional)

Cobertura:

 

  • 100 gramas de chocolate 70% cacau em pedaços
  • ½ colher de sopa de óleo de coco

Preparo:

 

  • Colocar os ingredientes das barrinhas em um processador de alimentos e bater durante vários minutos;
  • Experimentar a mistura e adoçar a gosto;
  • Despejar a massa das barrinhas em uma assadeira coberta com papel manteiga e espalhar uniformemente;
  • Espalhar as amêndoas por cima da mistura;
  • Colocar a forma na geladeira ou no freezer para acelerar o processo de solidificação;
  • Enquanto isso, derreter o chocolate com o óleo de coco;
  • Quando a mistura que está refrigerando estiver sólida, cortar em pedaços do formato desejado, e retirar o papel manteiga;
  • Mergulhar os pedaços cortados no chocolate, deixando escorrer o excesso de volta antes de colocar em papel manteiga ou vegetal para solidificar;
  • (Opcionalmente, você pode apenas espalhar cobertura de chocolate por cima de toda a forma, deixando de lado o processo de imersão.)
  • Servir (ou congelar para comer quando desejar).

Legal pessoal, agora é só vocês se deliciarem e aproveitarem a oportunidade de baixar estas 3 receitas fantásticas GRÁTIS!!

Leia também…

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O mito da moderação – Parte 2

quadrado incial

Por Mark Sisson

Nós já ouvimos isso um milhão de vezes: “Coma uma dieta bem equilibrada com tudo com em moderação” Depois de todas essas décadas de falha clara com esta abordagem, ela se tornou um cliché nebuloso que é ainda adotado por médicos, nutricionistas e “especialistas” nutricionais com um penhor de garantia. O mesmo vale para o exercício e stress. Quantidades moderadas de estresse fazem um bom trabalho cardiovascular, moderado é bom, etc. Nós aceitamos o conceito de moderação tão prontamente, eu acho, porque soa tão racional e simples. Se seguirmos o bom senso, moderação sugere, nós vamos ficar bem. Mas, se fosse assim tão fácil, a maioria das pessoas seria saudável, porém as  estatísticas sobre as taxas crescentes de obesidade e doença crônica nos dizer o contrário. Então qual é o problema?

Algo crítico está faltando na cena. Infelizmente, o mantra, coma com moderação que as pessoas tendem a invocar, muitas vezes é uma abstração reconfortante que usamos para nos iludir e justificar comprometimento nos mesmos comportamentos de auto-sabotagem novamente e novamente.  Afinal de contas, a moderação como um padrão desfocado convenientemente não exatamente nos pede para mudar alguma coisa específica ou questionar o que aceitamos como padrões de estilo de vida normais e saudável. Nossa percepção é limitada pela nossa própria interpretação subjetiva. Assim, para este o velho mantra, eu gostaria de fazer uma recomendação adicional.

E se pudéssemos usar a positividade deste conceito e reformulá-la por dentro, personalizando-o, estabelecendo limites significativos específicos? Pois afinal, é possível ainda tirar proveito deste conceito vago que atrapalha muita gente.

Em suma, o que significaria para os nossos objetivos de saúde se realmente usarmos a moderação a nosso favor e esclarecê-la para nosso próprio uso individual?

 

Porque o fato é, eu vejo uma oportunidade genuína aqui. Eu não promovo a contagem de calorias ou pesar a comida. Não há necessidade de executar a aritmética diária em torno dos princípios Primal/paleo. Da mesma forma, no seu exercício diário não é necessário medir obsessivamente para chegar a ficar em boa forma física. O guia paleo e low-carb, afinal, é sobre os princípios simples, os princípios fisiológicos básicos que regem a dieta ancestral. Quando alinhamos nossas vidas com estes princípios, a beleza é que não precisamos se preocupar muito com a matemática. A saúde e a dieta ficam muito fáceis!

O Problema da Percepção

 

Mas o conceito de moderação, como a maioria das pessoas comumente pensam sugere algo totalmente diferente. Moderação é quase sempre colocada em um contexto de “todas as coisas com moderação.” Vale tudo, desde que você não coma demais e exagere. No entanto, as pesquisas não suportam a ideia de que isto conduz a ganhos de saúde reais. Na verdade, o oposto parece ser verdadeiro para o peso e a saúde metabólica.

Adicione a esta pergunta a imprecisão total e absoluta do que constitui “muito.” Quanto fazemos exercícios demais ? Quando consumimos muito açúcar?  Quanto sofremos stress demais? E quando será que dormir demais?

O problema é que não somos particularmente bons em definir quantidades moderadas para nós mesmos sem a névoa da auto-justificação entrando na mistura.

Um estudo recente publicado pela Universidade da Geórgia. Em uma parte do estudo global, os indivíduos foram convidados para definir quantos de chocolate e biscoitos de chip constituí uma quantidade adequada (quanto as pessoas “devem” comer), quanto constituí uma porção “moderada”, e quantos constituía uma  porção de “indulgencia”. As respostas médias foram um pouco mais de dois para a quantidade adequada, pouco mais de três para a quantidade moderada, e pouco menos de seis para a quantidade indulgente. Em outras palavras, as pessoas tendem a situar “moderação”  “dever” e “indulgência.” Os pesquisadores observaram a mesma tendência, quando repetiram a experiência com outros doces.

Mas no mais revelador de todos os resultados, os participantes foram convidados a descreverem o consumo de escolhas específicas de alimentos não saudáveis ​​(por exemplo, pizza, sorvete, etc.) e a definição de uma porção moderado para esses alimentos. Nem um pouco surpreendente o resultado!! Quanto mais as pessoas comiam de um determinado alimento, mais generosamente elas definiram a quantidade moderada do produto. Eu não acho que é muito difícil a acreditar que o mesmo pode ser dito para os nossos outros fatores de estilo de vida com esta auto-justificação.

Por exemplo, como é que um viciado em exercícios aeróbicos define a moderação para seu/ sua atividade aeróbica? Como poderia um ávido praticante de Cross-Fit decidir quando sua rotina de HIIT é moderada? Uma pessoa sedentária  pode chegar a uma ideia significativamente adequada do que uma atividade física moderada para ela consiste?

E em termos de transição alimentar, como pode alguém que está acostumado a beber um litro de refrigerante por dia conceber uma ingestão de açúcar moderada? Alguém que come fast food todos os dias, como é que ele/ ela encontra um padrão de moderação para alimentos processados? E quem é viciado em trabalho? Como será que essa pessoa chega a um equilíbrio razoável, moderado para trabalhar e relaxar? Ou o que podemos dizer sobre a pessoa que passou décadas evitando exposição ao sol a todo o custo. O que ele pode sentir que é “moderado” para ele/ ela?

Onde é que todos esses cenários e as suas dificuldades diz para nós sobre a questão de moderação? É um empreendimento sem esperança, ou podemos aprender a trazer mais objetividade a este concento? Se sim, como?

Moderação, como um Processo

 

Por um lado, eu acho que nós precisamos abraçar a ideia de crescer em moderação. Isso significa aceitar que é um processo de aprender a viver “no meio”, quando por muito tempo nós permanecemos ao longo das bordas em um grau ou outro. Moderação, se nós sempre empregarmos ela como um padrão amplamente influente em nossas vidas, este processo sempre acontecerá mais provavelmente vindo de uma bússola interiorizada (se não o próprio temperamento pessoal) de moderação. Talvez os estoicos tenham razão.

Mas como isso acontece? Uma boa pergunta inicial tem a ver com motivação.

O que nos puxa para as bordas e nos mantém em nossos comportamentos menos moderados? O que está por trás de nossa obsessão com o trabalho, com chocolate, com massa muscular, com refrigerantes? O que estamos escondendo, substituindo, e pedindo de nossas vidas? Podemos não ter uma resposta instantânea aqui, mas eu estou supondo que a maioria, se não todos nós temos alguma noção. Começa por aí.

Em seguida, tenha clareza sobre como o corpo funciona como um sistema. A mentalidade, bem como a fisiologia da moderação está enraizada em compreender e apreciar os mecanismos holísticos em jogo. Dê uma olhada boa no estilo de vida paleo/low-carb para a lógica própria deste estilo de vida no que diz respeito a este conceito de moderação. Estamos buscando trazer equilíbrio para todos os sistemas. Se nós estamos vivendo de cortisol e cafeína durante todo o dia, isso não causará nada de bom para a nossa homeostase hormonal. Exercitar muito, e logo justificar comer uma ingestão de carboidratos convencional acabará por nos levar a qualquer número de doenças, incluindo a resistência à insulina.

Aplique essa ideia de equilíbrio fisiológico para a sua vida como uma visão para a auto-sintonia, tendo em mente que você está buscando se superar em equilíbrio. A beleza do estilo de vida primal/ paleo é que ele se concentra em equilibrar uma série de insumos essenciais. Nós muitas vezes passamos por um período de transição caso estejamos entrando em estados metabólicos saudáveis ​​que estimulam nosso corpo, incluindo  questões de fadiga; ânsias e mais cansaço mental, muitas vezes, durante o período de transição.

No entanto, estaremos trabalhando com um feedback físico confiável. As diretrizes básicas para fazer essa mudança, regem sobre um modelo para o equilíbrio fisiológico, conforme determinado por padrões ancestrais de saúde. Com base na ciência, nos seus exames e no que nossos ancestrais consumiam (não em moderação), você chegará a um estado de equilíbrio mental e físico muito mais saudável e melhor.

Encontre seu equilíbrio físico e mental agora com o estilo de vida paleo/ primal e defina seus objetivos para você se superar agora através do MÉTODO 4MIND

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Agora é que a coisa esquenta para você!!

 

Em vez de nadar na imprecisão, comece a definir um novo padrão “de trabalho”, entendendo que a moderação será um processo de experimentação e refinamento.

Você estará treinando em direção a alimentação e exercícios moderados que realmente irão te beneficiar e ajudar você a atingir seus objetivos.

A união entre percepção e prática irá ser reforçada com objetivos e técnicas sólidas em mente. Use um notebook ou aplicativo para gravar sua atividade física / dieta /padrões de sono / percepções do seu dia / estresse que você está tentando controlar. No final de cada dia, dê uma olhada. Onde exatamente entra o princípio de vida paleo /primal no seu dia? Quanto tempo você realmente passa levantando peso ou executando exercícios de cardio no dia? Como ele se compara com as recomendações paleo /low-carb?

Quando a moderação não é a resposta

 

Finalmente, penso que vale a pena voltar à questão da eliminação. Um adulto racional deve saber melhor do que acreditar que todas as opções sob o sol (todos os alimentos) precisam estar na mesa para que a vida seja digna de ser vivida. Nós seres maduros, evitamos certas coisas porque aceitamos que elas não são boas para nós como indivíduos.

Algumas pessoas podem comer apenas um brownie no piquenique da família e ficarem satisfeitas. Para outras pessoas, elas simplesmente não funcionam dessa maneira. Elas devem evitar por completo, pois caso contrário irão se sucumbir a vontade de comer mais. Aprenda a aceitar que algumas coisas não são boas moderação para você. Elas são problemáticas para dieta e para saúde.  Alergias ao glúten, vício de açúcar, fadiga adrenal ou outras propensões de saúde (por exemplo cânceres agressivos que acometem  sua família)  são melhores abandonadas do que em moderação.

Com interesse na sua própria saúde e satisfação, aprenda a rejeitar a fixação em troca da privação, partindo do pressuposto de que você não tem mais a liberdade de comer um pouquinho de tudo na mesa de buffet, porque agora não está mais obcecado com FOMO (medo de perder), nós estamos deixando de ser reféns da vida, ao invés, estamos em controle dela. Uma abordagem inteligente para a moderação sabe o que deixar de fora da dieta completamente.

Em última análise, a questão da moderação adequada e eficaz pode resumir-se a um compromisso vitalício de ler o feedback do corpo. Quanto mais adiante estamos na jornada, mais sintonizados estaremos a essas mudanças no humor, sono, energia e desempenho.

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Gastronomia molecular: curso teoria e prática

Gastronomia molecular, culinária molecular ou tecno-emocional – são termos que expressam os conflitos e contradições surgidos em torno do movimento de inovação ocorrido na cozinha a partir dos anos 1990 e que transformou o processo de criação nesse domínio. Vulgarmente esse processo é visto apenas através das técnicas e ferramentas criadas para alterar o modo de produzir na cozinha; contudo, trata-se de uma autêntica revolução de mentalidade que remonta ao peso excessivo da tradição na cozinha doméstica e de restaurantes, ao longo do século XX, enquanto a industria alimentar, em paralelo, dava passos enormes em direção a um futuro diferente. A gastronomia molecular iniciou a revolução no entendimento dos processos físico-químicos que se dão nas panelas, possibilitando a renovação acelerada da cultura gastronômica. O curso que se oferece visa permitir ao aluno a correta compreensão desse amplo movimento e como ele modificou as possibilidades de inovação/invenção hoje à disposição dos cozinheiros. O curso, de 5 horas de duração, cumprirá os seguintes tópicos entre teoria, prática com degustação: 1. O que é a gastronomia molecular 2. Breve histórico da gastronomia molecular: dos “seminários de Erice” à “cozinha nota a nota” 3. Os principais focos de atenção da gastronomia molecular: redefinição do […]

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Fale com a Nutricionista

OMS ‘muda de ideia’ e diz que café só provoca câncer se estiver muito quente

Reuters

Agência de pesquisas sobre câncer afirma que faltam “indícios conclusivos” de que a bebida cause a doença; no entanto, novo estudo aponta que líquidos quentes podem atingir o esôfago

Reuters

Depois de alguns meses na

Depois de alguns meses na “lista negra” do câncer, café é ‘inocentado’ por agência de pesquisa

Foto: Thinkstock/Getty Images

Novo parecer da Agência Internacional de Pesquisa do Câncer (Iarc, na sigla em inglês) agora diz que não existem provas conclusivas de que beber café, em si, provoque câncer, revertendo análise anterior. No entanto, a organização da OMS para a doença, que havia classificado o café como “possivelmente carcinogênico”, vai alertar que bebidas “muito quentes” provavelmente podem estimular casos de câncer.

Nesta quarta-feira (15), a entidade informa que a análise mais recente “não encontrou indícios conclusivos de efeito carcinogênico” na ingestão de café e ressalta alguns estudos que mostram que, na verdade, a bebida pode diminuir o risco do desenvolvimento de determinados tipos da doença. Ao mesmo tempo, porém, diz que evidências científicas levam a crer que ingerir qualquer bebida muito quente – perto de 65° ou mais – incluindo café, água, chá ou outras bebidas provavelmente causa câncer de esôfago.

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Pesquisa liga café diário a artérias mais limpas

Está cansado de beber café para ter disposição? Conheça alternativas saudáveis

Vários experimentos com ratos revelaram que esses líquidos “muito quentes” podem levar ao desenvolvimento de tumores. O câncer de esôfago é o oitavo tipo de câncer mais comum do mundo e uma das maiores causas de mortes resultantes dessa doença, tendo provocado cerca de 400 mil falecimentos em 2012.

Sediada na cidade francesa de Lyon, a Iarc rendeu manchetes em todo o mundo no ano passado ao afirmar que carne processada pode provocar câncer, obtendo suas conclusões depois de analisar mais de 1.000 estudos científicos em humanos e animais. 

A agência havia rotulado o café como “possível carcinógeno” em sua categoria “2B”, ao lado de clorofórmio, chumbo e muitas outras substâncias. A Associação Nacional de Café dos Estados Unidos saudou a mudança na classificação da Iarc como uma “ótima notícia para os consumidores de café”.

Veja seis alternativas ao consumo de café para ter disposição:

Prefira beber chá-verde em vez de café. Ele contém menos cafeína, causando menos efeitos colaterais, além de antioxidantes que ajudam no bom funcionamento do corpo

Prefira beber chá-verde em vez de café. Ele contém menos cafeína, causando menos efeitos colaterais, além de antioxidantes que ajudam no bom funcionamento do corpo

Foto: Thinkstock/Getty Images

Tire um cochilo rápido

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Foto: Getty Images

Faça uma pequena pausa no meio do expediente. Vale levantar, caminhar, alongar-se ou até fazer uma ligação pessoal

Faça uma pequena pausa no meio do expediente. Vale levantar, caminhar, alongar-se ou até fazer uma ligação pessoal

Foto: Thinkstock/Getty Images

Não fuja da atividade física, mesmo se estiver sem ânimo

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Coma chocolate amargo

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Mantenha o ambiente de trabalho com mais de 25ºC

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Foto: Thinkstock/Getty Images


Saúde: bem-estar, dicas de alimentação, dieta e exercícios – iG

Brasil vai exigir vacina contra febre amarela de viajantes de países africanos

Agência Brasil

Viajantes procedentes de Angola e da República Democrática do Congo terão de apresentar comprovante de vacina

Brasil passará a exigir vacina contra a febre amarela para visitantes de dois países africanos

Brasil passará a exigir vacina contra a febre amarela para visitantes de dois países africanos

Foto: Thinkstock/Getty Images

O governo brasileiro vai passar a exigir certificado internacional de vacinação contra a febre amarela de viajantes procedentes de Angola e da República Democrática do Congo e de outras pessoas que tenham como destino os dois países. A exigência é uma orientação da Organização Mundial da Saúde (OMS) devido ao surto da febre amarela urbana registrado no dois países africanos.

Os viajantes que estiverem em trânsito por esses países, inclusive delegações que virão para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, devem apresentar o certificado com data de vacinação de pelo menos 10 dias antes da viagem. A exigência deverá permanecer até novas recomendações da OMS.

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Transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, mesmo vetor do zika vírus, da dengue e da chikungunya, a febre amarela urbana foi notificada pela última vez no Brasil em 1942, no Acre. No ano passado, foram registrados nove casos de febre amarela silvestre em todo o Brasil, com cinco mortes. Este ano, até abril, foi identificado um caso com óbito.

A maior parte do território brasileiro é considerada área com recomendação para vacinação de rotina contra a doença.  Não fazem parte desta lista Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Espírito Santo e Rio de Janeiro.

No Brasil, a vacina contra a febre amarela é aplicada desde 1937. O imunizante está disponível gratuitamente nos postos de saúde da rede pública. Segundo a pasta, o produto é altamente eficaz e seguro para o uso a partir dos 9 meses de idade em residentes e viajantes para áreas com recomendação de vacina ou a partir de 6 meses de idade em situações de surto da doença. A vacina confere imunidade em 95% a 99% dos vacinados.

Sintomas
Os sintomas iniciais da febre amarela são: febre, calafrios, dor de cabeça, dores nas costas e no corpo, em geral, náuseas e vômitos, fadiga e fraqueza.

Em casos graves, a pessoa pode desenvolver febre alta, icterícia (coloração amarelada da pele e do branco dos olhos), hemorragia e, eventualmente, choque e insuficiência de múltiplos órgãos.

Saúde: bem-estar, dicas de alimentação, dieta e exercícios – iG

O impacto da nutrição em doenças autoimunes

Por Matt Baran-Mickle

As interações entre o nosso sistema imunológico e o meio ambiente é fundamental de ser compreendido, e, infelizmente, é um dos aspectos mais mal compreendidos de uma perspectiva evolucionária na saúde e na doença. Durante meus estudos de graduação tive a oportunidade de completar uma revisão da literatura investigando as ligações entre dieta e doenças auto-imunes, incluindo um apêndice com uma visão geral do sistema imunológico e alguns dos achados mais importantes na investigação imunológica recente, destinado a um público geral.

Esta e futuras mensagens são extraídas de meu apêndice e (espero) ajudar as pessoas na orientação sobre o sistema imunológico, proporcionando conhecimento sobre o sistema imunológico em nosso intestino (o sistema imunológico da mucosa), suas interações com a flora intestinal, e as consequências imunológicas da obesidade – que podem conter algumas surpresas – no contexto de doença auto-imune.

Com sorte isso vai ajudar a fornecer às pessoas uma imagem mais clara dos termos e conceitos comumente usados ​​como “permeabilidade intestinal” e “inflamação sistêmica” e como elas se relacionam.

Introdução

 

O sistema imunológico é a nossa principal defesa contra infecções e doenças, servindo para nos proteger do bombardeio constante de potenciais patógenos que estamos expostos diariamente. Ele é necessariamente complexo, dada a variedade quase ilimitada de moléculas que deve der reconhecida por ele, ignorada, ou eliminada.

As células do sistema imunitário, chamadas glóbulos brancos ou leucócitos, são originadas a partir de um antepassado comum na medula óssea e se diferenciarem em diferentes tipos de células maduras na medula óssea, no timo (localizado na linha média, perto do coração), no sangue ou tecidos periféricos. Estas células maduras (e o sistema imunitário em geral) pode ser dividido em dois ramos: os de sistema imune inato, e o sistema imunitário adaptativo.

O sistema imune inato é responsável por reconhecer e eliminar 99,9% dos potenciais agentes patogênicos que encontramos, e ele faz isso em grande parte através do reconhecimento de padrões moleculares que muitos patógenos compartilham. Os receptores que reconhecem esses padrões (receptores de reconhecimento de padrões) são numerosos, mas invariável, e não mudam em resposta à infecção; uma vez que um agente patogênico é identificado através destes receptores, é destruído através de uma variedade de mecanismos.

O sistema imune adaptativo, por outro lado, funciona para reconhecer a maior parte dos padrões possíveis presentes em organismos patogênicos, através da produção de receptores altamente variáveis, que são específicos para partes individuais de agentes patogênicos individuais. Isto é conseguido, surpreendentemente, por meio da batalha e recombinação de ADN, e gera essencialmente mutações aleatórias para estes receptores, sendo responsável pela grande variabilidade na capacidade de ligação do antígeno que se encontra nestas células (antígenos são partes de agentes patogênicos que geram respostas imunes).

 O sistema imunitário adaptativo é constituído por dois tipos de células, linfócitos denominados colectivamente: as células B, que se desenvolvem na medula óssea e células T, que se desenvolvem no timo. As células B são responsáveis ​​pela produção de anticorpos que se ligam a antígenos no espaço extracelular, permitindo a sua depuração por células do sistema imune inato, que pode reconhecer complexos antígeno / anticorpo. As células T vêm em duas variedades: as responsáveis ​​pela eliminação de células infectadas por vírus (denominado linfócitos citotóxicos), e aqueles que auxiliam outras células no desenvolvimento da resposta adequada para outros tipos de infecção (denominados células T auxiliares). Todos estes são importantes na produção de uma resposta imune adequada.

Durante uma infecção, o reconhecimento de um agente patogênico pelo sistema imune inato induz inflamação, que é marcada por o recrutamento de mais células imunes para o local da infecção, e a produção de citocinas, moléculas do sistema imune que ativam a sinalização de outros leucócitos. O recrutamento de leucócitos é acompanhado por inchaço e oclusão do local da infecção devido à ativação de factores de coagulação. A resposta inflamatória é essencial para a eliminação bem sucedida de uma infecção, mas quando se permite que persistam sem ser controlado, pode ter uma variedade de efeitos.

A inflamação crônica descreve essa resposta e é amplamente utilizada hoje para descrever as condições por trás de muitas doenças modernas, da asma e alergia a doenças cardíacas e obesidade. A maneira mais simples de descrever a inflamação crônica é uma ativação perpétua não-letal, de baixo grau do sistema imunológico em um nível sistêmico.

Inflammation
Enquanto inflamação crônica não leva a mortalidade aguda, pode causar significativo e, em alguns casos graves, problemas de saúde. A incidência de doença inflamatória está aumentando rapidamente nos países industrializados, e não existem soluções fáceis para esta situação cada vez mais prejudicial. Uma manifestação particularmente intensa de doença inflamatória são as doenças auto-imunes, uma ampla variedade de condições que se desenvolvem quando o sistema imunitário ataca os nossos próprios tecidos em vez de agentes patogênicos.  

Normalmente, a inteligência  do corpo durante o desenvolvimento de linfócitos elimina as células auto-reativas e impedem um ataque ao próprio tecido do corpo, mas algumas células auto-reativas escapam para a circulação. Estas células são reguladas via células T reguladoras (Tregs) que produzem citocinas supressoras quando ativadas. Doenças auto-imunes são universalmente conhecidas por uma redução na presença e eficácia de células T reguladoras, e um ambiente geralmente inflamatório.

Estimativas recentes colocam a incidência de doenças auto-imune (AD) em 16% nos Estados Unidos e são a segunda maior causa de doença crônica. A ausência de doenças auto-imunes em culturas não-ocidentais, no entanto e o aumento da incidência na sociedade ocidental, sugerem que a diferença entre estas culturas podem estar por trás do surto de doença. Porque a evolução genética é um processo lento, geração após geração,  é extremamente improvável que alterações genéticas tenham ocorrido em tão pouco tempo na história industrial, e mais provável que uma mudança no ambiente nos deixou vulneráveis ​​a uma perda de tolerância a doenças auto-imunes.

A nutrição é uma das muitas pressões ambientais que podem contribuir para o desenvolvimento da doença, mas temos controle sobre ela, e as diferenças no ambiente nutricional entre as culturas industrializadas e não industrializadas são amplamente reconhecidas. Há poucas evidências, no entanto, ligando alimentos específicos e doenças autoimunes e inflamatórias, especificamente, por isso, temos que olhar para a evidência do potencial impacto da nutrição sobre a inflamação, bem como o impacto da inflamação sobre auto-imunidade, para estabelecer melhor esta ligação.

 Existem dois principais mecanismos que parecem desempenhar um papel importante no desenvolvimento da inflamação e da perda de tolerância que leva a doenças auto-imunes: um colapso da barreira intestinal que permite a ativação de linfócitos potencialmente auto-reativos, e desregulação metabólica com uma alimentação ruins que também pode ativar os linfócitos.

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Primal Brasil

Como a Guerra Fria deu origem à ritalina, a droga da “concentração infantil”

BBC

Anfetamina começou a ser receitada na década de 1960 e era conhecida como “pílula da matemática”, sendo hoje usada para tratar TDAH; sua popularidade está ligada à disputa com URSS

BBC

Pressão por rendimento escolar foi motivação para sintetizar medicamentos para concentração

Pressão por rendimento escolar foi motivação para sintetizar medicamentos para concentração

Foto: Pedro Silveira


Durante a década de 1960, era comum, nos Estados Unidos, que crianças hiperativas recebessem um medicamento para ajudá-las a se concentrar nas aulas.

A chamada “pílula da matemática”, a Ritalina, continua sendo um dos tratamentos mais usados em vários países para tratar o transtorno de déficit de atenção com hiperatividade (TDAH). Seu principal componente, o metilfenidato, da família das anfetaminas, tem a propriedade de estimular a concentração e reduzir a impulsividade.

Essas qualidades eram consideradas necessárias dentro da transformação, durante a década de 1960, do sistema escolar dos EUA, que queria competir com a União Soviética no contexto da Guerra Fria, de acordo com o historiador Matthew Smith, da Universidade de Strathclyde (Escócia) e autor do livro Hyperactive: The Controversial History of ADHD (Hiperativos, a controversa história do TDAH).

“Havia uma corrida científica e espacial com a União Soviética e por isso o novo sistema educativo exigia que as crianças permanecessem sentadas em suas carteiras fazendo tarefas”, disse. Quando a droga foi sintetizada, em 1944, pelo químico italiano Leandro Panizzon, não estava previsto que crianças pudessem tomá-la.

Então como ela acabou virando a solução predileta dos pais e psiquiatras para os pequenos hiperativos?

Fármacos no pós-guerra

Existe uma lenda urbana de que Panizzon batizou o medicamento de Ritalina em homenagem a sua mulher, Margarida, que chamava pelo apelido carinhoso de Rita. “Ela tomava o comprimido antes de jogar tênis. Aparentemente, sofria de pressão baixa e isso lhe dava um empurrão na partida”, destacou Smith.

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O laboratório onde ele trabalhava, Ciba, começou a comercializar o fármaco para adultos com a mensagem de que era mais forte que uma xícara de café mas não tão intenso nem com efeitos secundários de outras anfetaminas mais potentes. Na época de seu surgimento, o mercado de medicamentos passava por várias mudanças e avanços.

No pós-guerra, começaram a ser tratadas doenças como tuberculose, e teve início a vacinação contra a pólio. “As pessoas começaram a recorrer a fármacos como solução para tudo”, disse Smith, que acrescenta que drogas psiquiátricas também geraram otimismo e que isso se manteve por mais duas décadas até a descoberta de efeitos secundários e de seu potencial viciante.

Fórmula para crianças

Em uma pesquisa de 1937, o psiquiatra Charles Bradley fez uma descoberta: depois de administrar anfetaminas a um grupo de crianças para tratar dores de cabeça, ele notou que elas tinham o surpreendente efeito de estimular sua concentração.

Sua descoberta foi investigada duas décadas depois, quando o psicólogo clínico Keith Conners, em 1964, da Universidade Johns Hopkins em Baltimore (EUA), fez o primeiro ensaio clínico aleatório com ritalina em crianças com “transtornos emocionais”.

O jovem pesquisador estava intrigado com a possibilidade do tratamento com drogas, porque os baseados em terapia não pareciam dar resultado. O estudo mediu concentração, níveis de ansiedade e impulsividade.

Desde os anos 1960, a ritalina é usada para tratar crianças com problemas de concentração

Desde os anos 1960, a ritalina é usada para tratar crianças com problemas de concentração

Foto: Antonio Scarpinetti/Unicamp


A resposta das crianças foi imediatamente positiva. “Estavam emocionadas de tomar um remédio que ajudava com suas tarefas. Sentiam que já não eram crianças problemáticas ou más”, disse Conners à BBC.

Depois que Conners e seus colegas publicaram os resultados, a Ritalina começou a ser usada com mais frequência para tratar hiperatividade em crianças americanas. Segundo o historiador Matthew Smith, os professores começaram a indicar crianças com problemas de conduta a psiquiatras, que quase sempre diagnosticavam transtorno de hiperatividade. “O sistema escolar pressionava as crianças a se sentarem quietas nas carteiras e se concentrarem”, disse Smith.

Consumo “excessivo”

Apesar de haver ajudado a popularizar o medicamento na sociedade americana, Conners acredita que hoje ele é usado em excesso. “Quando começamos, não conseguíamos convencer as pessoas de que havia crianças com TDAH. Agora parece que elas são encontradas até embaixo das pedras”, disse ele à BBC.

O psicólogo considera que este transtorno está sendo diagnosticado de forma excessiva e que outros fatores são ignorados. “Um número significativo de crianças em idade escolar é dignosticado com TDAH quando, na realidade, pode ser que sejam muito jovens para a série em que estão. Ou podem ter outras desordens parecidas com o TDAH”, disse.

No Brasil, a discussão sobre consumo excessivo da droga entre crianças também ocorre. Um boletim divulgado no ano passado pelo Ministério da Saúde diz que, segundo o Instituto Brasileiro de Defesa dos Usuários de Medicamentos, o Brasil era, em 2010, o segundo maior consumidor de Ritalina do mundo.

O ministério recomendou que os Estados aumentassem o controle sobre prescrição e distribuição da droga para evitar a “medicação excessiva” de crianças. O documento diz que há estimativas discordantes sobre a ocorrência de TDAH em crianças e adolescentes no Brasil, que variam de 0,9% a 26,8%.

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