Dieta e exercícios para emagrecer até o Natal

iG São Paulo

Nutricionista ensina cardápios para perder até 2 kg em duas semanas e personal trainer dá dicas valiosas de exercícios

Preocupada por ter deixado para entrar em forma só agora, às vésperas do verão? Calma, ainda dá tempo de enxugar alguns quilinhos antes das festas de fim de ano. 

Pesquisas mostram que dois terços das mulheres encaram dietas malucas antes de um feriado – e o resultado costuma ser frustrante. Mas tem de ser dessa maneira? Não para a nutricionista inglesa Fiona Kirk. Ela acredita que duas semanas sejam suficientes para perder peso e entrar no vestido de Natal ou até mesmo no biquíni.

Ainda dá tempo de secar para o Natal e adotar hábitos mais saudáveis

Ainda dá tempo de secar para o Natal e adotar hábitos mais saudáveis

Foto: Reprodução


Mudança de hábitos

Fiona não prega dietas radicais, nem privações. Seu plano tem como objetivo mudar hábitos alimentares. “Se realmente queremos perder peso e ver bons resultados, podemos mudar alguns hábitos em poucas semanas”, diz a autora do livro “2 weeks in Fast Lane Diet”, sucesso na Europa. 

Leia mais: 5 coisas que você não deve fazer se quer eliminar gordura corporal

14 alimentos que ajudam a secar a barriga

A nutricionista Aline Queiros, do Spa Med Sorocaba Campus, em São Paulo, segue a mesma linha. “É possível alterar hábitos em poucas semanas e sentir os benefícios que uma boa alimentação pode trazer ao organismo. E, com certeza, o verão motiva as pessoas para essa busca”, diz.

1 kg por semana

Segundo ela, é possível emagrecer em pouco tempo. “A quantidade de quilos varia de pessoa para pessoa, mas duas semanas levadas a sério já são suficientes para notar alguma diferença”. Portanto, ainda dá tempo de entrar em forma para arrasar naquele vestido nas festas de final de ano. 

O ideal em uma dieta saudável é perder, em média, 1 kg por semana. Mas dependendo de metabolismo, sexo, idade e nível de exercício físico, esse número pode ser um pouquinho maior.

Quer uma dieta mais radical? Saiba como secar até quatro quilos em duas semanas

Parte 1 – Alimentação

Como estamos falando em mudança de hábitos, um passo importante é a alimentação. Aline Queiros preparou o cardápio a seguir com base em 1000 calorias diárias. E não precisa comer as mesmas coisas todos os dias. A nutricionista também indica uma lista de substituições para você comer bem, variar o prato e dar uma secadinha até as festas.

Aposta em alimentos leves para entrar em forma

Aposta em alimentos leves para entrar em forma

Foto: iG Arte


Cardápio base

Café da manhã
1 fatia de pão integral light com 1 colher (sobremesa) de queijo cottage
1 copo (100 ml) de leite desnatado
1 fatia fina de mamão
1 xícara de café

Lanche da manhã
2 castanhas-do-pará ou 1 fruta ou 1 iogurte light ou 1 barra de cereal

Almoço
2 colheres (sopa) de arroz integral
2 colheres (sopa) de feijão
1 filé de peixe médio
Hortaliças à vontade com 1 colher (sobremesa) de azeite de oliva extra-virgem
2 colheres (sopa) de legumes
1 fruta ou 1 copo de suco de fruta

Lanche da tarde
1/2 banana com 1 colher (sobremesa) de aveia

Jantar
1 prato de sopa de legumes com frango ou 1 colher (sopa) de purê de batata, com 1 filé de peixe médio, Hortaliças à vontade, 2 colheres (sopa) de legumes
1 taça pequena de salada de frutas sem açúcar

Ceia
1 copo (100 ml) de iogurte natural desnatado ou 1 xícara de chá, de preferência de cores claras

Substituições

Pães

Pão integral

Pão integral

Foto: Thinkstock/Getty Images


1 fatia de pão integral light pode ser substituída por:
4 biscoitos água e sal
2 colheres (sopa) de flocos de milho sem açúcar
2 colheres (sopa) de granola light
1 bisnaguinha
1/2 pão francês sem miolo
1 torrada

Recheios

Geleia diet pode entrar no cardápio

Geleia diet pode entrar no cardápio

Foto: Thinkstock/Getty Images


1 colher (sobremesa) de queijo cottage pode ser substituída por:
1 colher (sopa) de geleia diet
1 fatia fina de peito de peru
1 fatia média de queijo branco
1 colher (sobremesa) de requeijão light
1 fatia grossa de ricota

Leite

Leite

Leite

Foto: Thinkstock/Getty Images


1 copo (100 ml) de leite desnatado pode ser substituído por:
1 pote (100g) de iogurte natural desnatado
1 pote (100g) de iogurte de frutas light
1 copo (150 ml) de leite de soja light

Arroz e massas

Massas

Massas

Foto: Thinkstock/Getty Images


2 colheres (sopa) de arroz integral podem ser substituídas por:
2 colheres (sopa) de arroz branco
1 unidade pequena de batata assada
1 colher (sopa) de creme de milho
1 pegador (70g) de macarrão
1 unidade pequena de mandioquinha
1 colher (sopa) de purê de batata
1 colher (sopa) de polenta

Leguminosas

Feijão

Feijão

Foto: Thinkstock/Getty Images

2 colheres (sopa) de feijão podem ser substituídas por:
1/2 concha pequena de ervilha
1/2 concha pequena de grão-de-bico
1/2 concha pequena de lentilha
1/2 concha pequena de soja

Carnes

Carnes

Carnes

Foto: Getty Images

1 filé de peixe médio pode ser substituído por:
4 unidades pequenas de almôndega
1 unidade pequena de bife de boi magro
1 fatia média de carne de boi assada
4 colheres (sopa) de carne moída magra
1 unidade pequena de frango assado (coxa ou sobrecoxa)
1 unidade pequena de filé de frango
2 ovos cozidos

Hortaliças

Alface

Alface

Foto: Getty Images

O consumo, à vontade, pode variar entre:
Alface, agrião, couve, cebola, escarola, endívia, espinafre, pepino, repolho, rúcula, tomate

Legumes

Abobrinha

Abobrinha

Foto: Getty Images

2 colheres (sopa) de legumes, entre as seguintes opções:
Abóbora, abobrinha, beterraba, brócolis, berinjela, couve-flor, cenoura, chuchu, quiabo, rabanete, vagem

Frutas

Frutas

Frutas

Foto: Thinkstock/Getty Images

As opções de consumo de frutas são:
1/2 unidade de banana-prata
1 unidade de banana-maçã
1 unidade pequena de maçã
1 unidade pequena de pêra
1 unidade pequena de goiaba
2 fatias finas de mamão formosa
1/2 unidade de mamão papaya
7 unidades de uvas
1 fatia grande de melancia
1 unidade pequena de manga
1 unidade de laranja
2 unidades de kiwi
1 unidade pequena de caqui
10 unidades de morango
2 unidades de ameixa
1 fatia grande de melão
1 colher (sopa) de abacate
1 e 1/2 xícara (chá) de acerola
1 fatia média de abacaxi
1 unidade grande de pêssego
1 copo (200ml) de água de coco

Parte 2 – Exercícios físicos

Só com as dicas de alimentação da nutricionista Aline Queiros é possível perder dois quilos em duas semanas. Para turbinar a dieta, vale deixar a preguiça de lado e incluir exercícios físicos na rotina. 

A endocrinologista Giulianna Pansera, que comanda o blog G-Realfit, é adepta de exercícios ao lado do personal trainer Julio Dotti. Abaixo, ela mostra uma série de exercícios para dar aquela ajuda à dieta e ficar em forma. 

Aposte na corrida

Aposte na corrida

Foto: Divulgação

Corrida

Por 40 minutos, corra de forma contínua, sem intervalos. A intensidade da passada deve ser moderada e os batimentos cardíacos devem ser monitorados, devendo permanecer entre 130 e 148. Se você se sentir confortável, vá aumentando o tempo de corrida com o passar dos dias, até completar as duas semanas. Mas sempre monitorando os batimentos e sem ultrapassar os limites de seu corpo.

Musculação

Não é necessário ir a academia para entrar em forma. Que tal dispor de 30 minutos do seu dia para exercitar-se sem sair de casa? O professor indica séries para ombros e abdômen. Alterne um dia de exercício com um dia de descanso:

Exercício 1: Com uma perna a frente da outra, mantenha um halter em cada mão (se não tiver, pode substituir, por exemplo, por um pacote de 1kg de alimento, como açucar ou arroz) e eleve os braços na lateral do corpo simultaneamente, até que os cotovelos se alinhem a altura dos ombros. Desça os braços e repita o movimento 10 vezes. Cada série deve ser repetida 2 vezes, com um intervalo de 2 minutos.

Exercício 2: Com as pernas paralelas, mantenha um halter em cada mão, eleve os braços de forma que eles se estiquem acima da cabeça. Volte à posição original até que os cotovelos volte a se aproximar do tronco. Repita esse movimento 10 vezes. Cada série deve ser repetida 2 vezes, com um intervalo de 2 minutos.

Exercício 3:  Deitada, mantenha as pernas levantadas e unidas. Tenha um halter em cada mão. Faça o movimento de abdominal (projetando o corpo para frente, na direção das pernas), com os braços estendidos, segurando o halter. Ao voltar à posição inicial, evite encostar por completo as costas no chão, dessa forma evita o relaxamento e o exercício fica mais intenso. Repita esse movimento 10 vezes. Cada série deve ser repetida 2 vezes, com um intervalo de 2 minutos.

Exercício 4: Deitada, dobre os joelhos de forma que a planta dos pés toque por inteira no chão. Apóie as mãos nas laterais da cabeça, mas não force-a para frente, isso pode tensionar o pescoço. Volte à posição original e repita o movimento 10 vezes. Cada série deve ser repetida 2 vezes, com um intervalo de 2 minutos.

O vídeo abaixo mostra um pouco de cada um dos exercícios sugeridos: 

Exercício 5: Deitada em um colchonete (não é obrigatório), mantenha o tronco levemente suspenso, de maneira que não toque o chão. As pernas também devem estar suspensas. Simulando um movimento de pedalada, alterne as pernas, dobrando os joelhos em direção ao tronco. Simultaneamente leve seu corpo para frente, de forma que faça a abdominal tocando o cotovelo direito no joelho esquerdo, e o cotovelo esquerdo no joelho direito. Esse movimento deve ser repetido 20 vezes. Veja como realizar o movimento no vídeo abaixo:

Alongamento

Lembre-se de alongar o corpo antes e depois dos exercícios. Veja uma série simples na galeria:

Com os joelhos estendidos, alcance a ponta dos pés com a mão, e mantenha segurando por 15 segundos. Troque a perna e faça o mesmo movimento. Se você não conseguir alcançar as pernas, mantenha-se o mais próximo possível durante o tempo estipulado.

Com os joelhos estendidos, alcance a ponta dos pés com a mão, e mantenha segurando por 15 segundos. Troque a perna e faça o mesmo movimento. Se você não conseguir alcançar as pernas, mantenha-se o mais próximo possível durante o tempo estipulado.

Foto: Divulgação

Com as pernas paralelas, leve um dos pés para a parte de trás do corpo, segurando-o pelo peito do pé. Mantenha seu tronco na postura correta. Você sentira esticar a coxa. Permaneça nessa posição por 20 segundos. Troque a perna e repita o movimento.

Com as pernas paralelas, leve um dos pés para a parte de trás do corpo, segurando-o pelo peito do pé. Mantenha seu tronco na postura correta. Você sentira esticar a coxa. Permaneça nessa posição por 20 segundos. Troque a perna e repita o movimento.

Foto: Divulgação

Com os pés cruzados (assim você sentira alongar, também, a coxa e panturrilha), mantenha a postura ereta e eleve os braços acima da cabeça. Una as mãos trançando os dedos, e faça o movimento de esticar os braços cada vez mais para cima. Permaneça nessa posição por 20 segundos.

Com os pés cruzados (assim você sentira alongar, também, a coxa e panturrilha), mantenha a postura ereta e eleve os braços acima da cabeça. Una as mãos trançando os dedos, e faça o movimento de esticar os braços cada vez mais para cima. Permaneça nessa posição por 20 segundos.

Foto: Divulgação







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Os 7 Maiores Queimadores Hormonais de Gordura.

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Aqui é o Geosh. Tudo bem, Família EDV? Com esse artigo, Estou beirando uma centena e meia de artigos aqui pro site. Impressionante, né? Quando a gente faz o que gosta, um pouquinho de cada vez, a coisa acumula =D

Nós estamos chegando perto de 2016 e eu ainda escuto pessoas falando que para emagrecer precisa fechar a boca.

Por falta de conhecimento científico elas detonam o próprio metabolismo, comendo pouco e mal, tem uma vida menos saudável e feliz do que poderiam ter.

Fechar a boca pode funcionar se você é jovem, mas a medida que o tempo passa, fica cada vez menos eficaz. A cada ano que passa, seu corpo está se transformando, seus hormônios mudam e seu metabolismo desacelera.

É mais eficaz lidar com o jeito que seus hormônios funcionam do que ficar controlando calorias ou pior, comendo pouco.

Foi pensando nisso que fiz esse artigo de hoje. Para compartilhar com você um conhecimento simples, mastigadinho e valioso sobre o assunto. Vamo lá?

Os 7 Maiores Queimadores Hormonais de Gordura:

1 – Gorduras

abacateA gordura é a campeã numero um dos queimadores hormonais de gordura. Simplesmente por que ela é hormonalmente neutra, não causa nenhum reboliço hormonal para ser digerida.

A gordura não causa nenhum impacto nos hormônios armazenadores de gordura. Diferente dos carboidratos densos e dos excessos de proteína.

Em uma alimentação saudável, a gordura é uma ótima fonte de energia para o nosso corpo.

Porém, se você come gordura com alimentos porcaria que desestabilizam seus hormônios(alimentos feitos com farinha de trigo, açúcar, óleos de cozinha, etc) e sem os alimentos que ajudam a manter o funcionamento do sistema digestivo, a gordura pode fazer mais mal do que bem.

Uma dieta rica em gorduras precisa ser toda baseada em alimentos saudáveis pra ter os melhores resultados.

2 – Proteínas

A proteína vem em segundo lugar. Assim como a gordura, a proteína é altamente saciante e ativa a queima de gordura se você consumir uma quantidade adequada.

Os pontos mais importantes são não comer menos do que deveria, pois a proteína é necessária para a construção e regeneração do nosso corpo, nem comer demais, uma vez que o excesso de proteína é transformado em açúcar e sobrecarrega desnecessariamente nosso sistema digestivo.

Para saber mais sobre a quantidade adequada de proteína, veja esse artigo e esse.

3 – Legumes e verduras

FreshVegetable_1000x644Vegetais crucíferos em especial são muito interessantes. Eles ajudam a melhorar nossa função hepática, fazendo nosso fígado funcionar melhor.

Um fígado saudável é muito importante pra digerir apropriadamente as gorduras e proteínas com facilidade. Isto indiretamente acelera a queima de gordura.

Cuide bem do seu fígado, tireóide, adrenais e ovários(se você tiver) =)

4 – Fibras, probióticos e prebióticos

Em especial, as fibras de vegetais são muito importantes no emagrecimento. Elas diminuem a velocidade dos hormônios armazenadores de gordura, o que também acelera indiretamente a queima de gordura.

Os probióticos e prebióticos também são importantes para manter nossa saúde intestinal, o que não só acelera o emagrecimento, mas também melhora nossa saúde, diminuindo a inflamação do nosso corpo como um todo.

A quantidade de toxinas que cai no nosso sangue por causa de um intestino mal cuidado(permeável) atrapalha o funcionamento do nosso cérebro e do corpo no geral.

Para saber mais sobre isso, veja esse artigo.

5 – Potássio

O potássio é um nutriente importantíssimo no nosso corpo. Uma deficiência de potássio atrapalha guardar os carboidratos que você consome como glicogênio. Sem potássio, o corpo é forçado a armazenar a energia como gordura ao invés de energia rápida para os músculos.

O potássio também é essencial para equilibrar os eletrólitos e níveis de açúcar no sangue. As pessoas deficientes em potássio geralmente sentem aquele desespero para comer doces por que estão com dificuldade de manter os níveis de açúcar estabilizados.

Por isso é melhor consumir uma boa quantidade de verduras que contenham potássio. Tomates e abacates também são fontes ricas em potássio. O tomate especialmente!

6 – Sono

dormirO sono profundo é a hora em que nosso corpo mais queima gordura. Se você não dorme o bastante ou não dorme profundamente, você está deixando de aproveitar esse mecanismo de queima de gordura e de rejuvenescimento. Temos vários artigos com dicas ensinando a dormir melhor e mais profundamente aqui, aqui, aqui e aqui  =)

7 – Exercício

Sem exercício, suas mitocôndrias(nossas usinas de energia) ficam preguiçosas os níveis de hormônios emagrecedores caem. Passamos a sofrer de inflexibilidade metabólica. E não é necessário se matar para ter os benefícios. Basta 30 minutos de aeróbicos moderados por dia(funcionam melhor que uma hora), e exercícios intervalados e divertidos de alta intensidade também dão 450% mais resultado que aeróbicos entediantes.

Graças a ciência, podemos facilitar assim tanto a coisa pra você! O método Emagrecer de vez é baseado na ciência mais moderna e inovadora disponível, Impressionantemente eficaz! Invista nele, é um preço simbólico por um conhecimento valiosíssimo que você vai utilizar PELO RESTO DA VIDA para atingir seu peso ideal e nunca mais se preocupar com isso:

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Por hoje é só isso tudo! Gostou? Curta, compartilhe, divulgue para os seus amigos! Uma boa parte deles não sabe dessas coisas e pode se beneficiar muito com as dicas.

Se tiver dúvidas comente, nós respondemos praticamente todas as dúvidas a quase quatro anos aqui no emagrecer de vez, TODAS as dúvidas nos comentários via blog e as dúvidas via facebook nos ultimos artigos :D

Um grande abraço e faça bom proveito de toda essa informação, conhecimento com ação é que transforma nossas vidas =)

Geosh.

Principal Referência: Eric Berg, DC – The 7 Principles of Fat Burning.

Emagrecer de Vez

Falar mais de uma língua pode evitar sequelas de AVC, sugere estudo

BBC

Desafio mental de falar vários idiomas pode aumentar nossa reserva cognitiva – habilidade que o cérebro tem para lidar com influências prejudiciais

Falar mais de uma língua não traz apenas benefícios culturais. Segundo um estudo recente feito na Universidade de Edimburgo, na Escócia, ser bilíngue pode ajudar pacientes a se recuperarem melhor de um AVC (acidente vascular cerebral).

Falar mais de uma língua pode evitar sequelas de AVC, sugere estudo

Falar mais de uma língua pode evitar sequelas de AVC, sugere estudo

Foto: BBC

A pesquisa foi feita com 600 pessoas que foram vítimas de derrame – o resultado mostrou que 40,5% das que falavam mais de uma língua ficaram sem sequelas mentais; entre as que falavam apenas uma língua, só 19,6% ficaram sem sequelas.

Os pesquisadores acreditam que o estudo, que foi financiado pelo Conselho Indiano de Pesquisa Médica, sugere que o desafio mental de falar vários idiomas pode aumentar nossa reserva cognitiva – habilidade que o cérebro tem para lidar com influências prejudiciais, como AVC ou demência.

O estudo – divulgado na publicação científica da American Heart Association – também levou em consideração idade dos pacientes, se eles eram fumantes ou não, se tinham pressão alta e se eram diabéticos.

Resultados

De acordo com os resultados da pesquisa, a habilidade bilíngue teria um papel “protetor” no desenvolvimento de qualquer disfunção cognitiva após um AVC.

É a primeira vez que se faz um estudo estabelecendo uma relação entre o número de línguas que um paciente fala e as consequências de um AVC para as funções cognitivas.

“A porcentagem de pacientes com funções cognitivas intactas depois de um AVC representava mais que o dobro em pessoas bilíngues em comparação com aquelas que só falam uma língua”, diz a pesquisa.

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“Em contraste, pacientes com disfunções cognitivas eram muito mais comuns entre os que só falavam uma língua.”

Aprender outras línguas é algo que exige uma “ginástica” do cérebro, e vários estudos científicos já mostraram que falar muitos idiomas pode melhorar a atenção e a memória, formando uma “reserva cognitiva” que atrasa o desenvolvimento da demência, por exemplo.

“O bilinguismo faz com que as pessoas mudem de uma língua para outra, então quando eles inativam uma língua, eles precisam ativar a outra para poderem se comunicar”, explicou Thomas Bak, um dos autores do estudo na Universidade de Edimburgo.

“Essa troca oferece um treinamento cerebral praticamente constante , o que pode ser um fator relevante para ajudar na recuperação de um paciente que teve um AVC”, finalizou.



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Gerações mais jovens são as mais estressadas

Coração&Vida

Estudo realizado entre 2010 e 2013 avalia a saúde de diferentes grupos

A chamada “geração Y”, que compreende as pessoas com idades entre 24 e 37 anos, é a mais estressada de todas, seguida pela Z, de até 23 anos. A análise é do 5º Estudo Saúde Ativa, da SulAmérica, que avaliou a saúde de uma população distribuída em 262 empresas em 13 capitais do país entre 2010 e 2013. 

“Hoje está aí a geração Y, que, por um lado, está em crescente evolução tecnológica e, por outro, em crescente pressão. Eles se entregam a essa pressão”, diz psicóloga

Foto: Thinkstock/Getty Images

“A geração Y já nasceu estressada. Hoje, são eles que estão no dia a dia das empresas, recebendo toda a carga de pressão”, afirmou o médico Gentil Alves, um dos responsáveis pela pesquisa, durante o evento de lançamento do estudo, em São Paulo.  

Rosely Sayão, psicóloga e consultora educacional, comentou, durante a apresentação, que os Y são absolutamente tensos. “A geração X decidiu que seriam superpais e colocaram os filhos precocemente na escola e para fazer muitas atividades extracurriculares. Hoje está aí a geração Y, que, por um lado, está em crescente evolução tecnológica e, por outro, em crescente pressão. Eles se entregam a essa pressão.” 

Considerados “a geração do milênio”, os Y são tidos como individualistas e muito competitivos. De acordo com a pesquisa, as pessoas dessa faixa etária se tornam mais estressadas por causa da pressão para alcançar o sucesso e manter a estabilidade em casa e nos relacionamentos.

Além disso, mais de 12% da geração Y afirmaram atuar no mercado financeiro, setor que vive em constante tensão. Essa faixa etária reúne os mais altos níveis de classificação de estresse (moderado e alto), com 37,1%.  

O estresse dos Y também foi tema de uma pesquisa da Associação Americana de Psicologia (APA).  Dados da entidade revelam que as causas para os níveis de estresse são trabalho (76%), dinheiro (63%) e relações pessoais (59%). 

Identifique o seu nível de estresse

Estresse também se reflete na pele

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A geração Z não fica muito para trás e apresenta o índice de 35,9% de classificação de estresse, segundo o Estudo Saúde Ativa. A explicação é que os jovens dessa idade estão na fase pré-vestibular, que costuma ser desgastante para os estudantes. 

“Não esperávamos que uma geração tão jovem apresentasse índices de estresse tão elevados, mas isso também pode ser explicado porque essa é justamente a geração multitarefas, que faz tudo ao mesmo tempo. Geralmente é também quando acontece a entrada no mercado de trabalho e nos relacionamentos mais sérios”, afirmou Alves.

Apesar dos altos níveis de estresse, os dois grupos são os que menos tiveram contato com o cigarro, diferente das gerações X (de 38 a 49 anos) e dos Baby Boomers (de 50 a 68 anos). 86% dos Z e 78% dos Y nunca fumaram. 

“A facilidade no acesso à informação das gerações mais jovens tem contribuído para o aumento da consciência em relação a temas importantes como a redução no consumo de cigarro, por exemplo”, explicou o médico. 

Contudo, os jovens estão deixando os exercícios de lado para ter mais tempo para o computador e a televisão. Embora os adultos de 38 a 49 anos sejam os mais sedentários (63%), os mais jovens apresentam índices de sedentarismo em torno de 60%. 

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Foto: Coração%26Vida

Fonte: Site Coração & Vida (coracaoevida.com.br)

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Não há magia, milagre ou simpatia

Querida amiga,

Uma colher de chia todo dia não vai resolver o problema. Eu sei que o verão está aí batendo à porta e você relutando para não abrir porque acha que não está em “forma”. Aliás, quem se preocupa oficialmente com a estação, se o sol já está a pino há muito tempo?!
Eu sei também que você busca algo que te faça perder os dois ou três (ou mais) quilinhos a mais que estão sobrando, rapidamente. Mas amiga, vou te falar com sinceridade… nessas coisas, acho que não existe milagre. Se a gente não mudar a alimentação de modo global, se não viver uma reeducação alimentar e tiver uma vida ativa, comer uma colher de chia não vai adiantar, né?! Nem comer um punhado de goji berry, nem beber suco verde todas as manhãs, nem comer batata azul da Macedônia de cabeça para baixo. Nem fazer tudo isso junto e misturado! E no fundo, você também sabe disso, né?!

O que estou tentando dizer é muito simples: sim, há uma série de alimentos com benefícios incríveis, mas só eles, isoladamente, não vão te deixar em “forma”. Por isso, não se frustre se a chia não der “o resultado que promete”.
Amiga, não posso te prometer milagres. Mas tenho um convite a fazer: vamos viver o verão pra vida toda? Vamos?! Não é magia, nem milagre… Mas também não é difícil. No começo a gente estranha, mas depois entranha. Vem?! Então pega na minha mão e vem comigo!

Beijos,
Carol

O post Não há magia, milagre ou simpatia apareceu primeiro em Fale com a Nutricionista.

Fale com a Nutricionista

Por que placebos estão fazendo mais efeito em pesquisas?

BBC

Especialistas ficaram intrigados ao descobrir que, nos últimos 25 anos, diferença na eficácia de medicamentos reais e inertes em testes clínicos diminuiu mais nos EUA do que em outros países

Antes de novos medicamentos serem colocados à venda, testes clínicos avaliam seu desempenho na comparação com o de remédios inertes conhecidos como placebos.

Mas pesquisas mostram que, nos últimos 25 anos, a diferença de eficácia entre medicamentos reais e falsos diminuiu – mais nos Estados Unidos do que em outros países. Os americanos são mais suscetíveis ao efeito placebo, ou há outra explicação para isso?

O fenômeno em que pacientes se sentem melhor simplesmente porque acreditam que um tratamento os ajudará é conhecido como efeito placebo.

Para testar o efeito placebo, são realizados testes clínicos em que alguns participantes recebem a droga real e outros recebem placebo – normalmente, os participantes não sabem qual remédio estão tomando.

A eficácia do medicamento é determinada pela diferença entre o efeito placebo – o quanto pacientes neste grupo se sentem melhor – do efeito do medicamento. Para que um remédio seja colocado à venda nos EUA, ele precisa superar a performance do placebo por uma margem significativa. 

Mas parece que isso está ocorrendo cada vez menos, porque o efeito placebo está aumentando gradualmente. Testes mostram que alguns conhecidos medicamentos para depressão e ansiedade teriam dificuldades em passar em seus testes clínicos se fossem testados novamente em 2015.

Essa tendência virou uma grande dor de cabeça para a indústria farmacêutica. Muitas drogas fracassaram nos testes clínicos finais – medicamentos que, a essa altura, já tinham consumido mais de US$ 1 bilhão em pesquisa e desenvolvimento.

Ninguém sabe por que o efeito placebo está aumentando, mas um novo estudo da revista científica Pain (“Dor”) pode ajudar a descobrir respostas.

Ao analisar dados de 80 testes de medicamentos para dor neuropática, os pesquisadores, coordenados por Jeffrey Mogil, da Universidade McGill, em Montreal (Canadá), descobriram que a tendência estava sendo puxada por estudos conduzidos nos EUA – onde se verificou que os participantes pareciam sentir melhoras pelo simples fato de estarem participando desses testes, independentemente de terem tomado o remédio ou o placebo.

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Foto: BBC


Mas o que faz com que americanos sejam mais suscetíveis ao efeito placebo?

No topo da lista das possíveis explicações está o fato de que, ao contrários de alguns outros países, a propaganda de medicamentos dirigida diretamente ao consumidor é permitida nos EUA.

O efeito placebo está ligado à expectativa dos pacientes, e os anúncios podem estar tendo efeitos nas mentes de pacientes tomando remédios, mesmo como parte de um teste clínico.

A hipótese preferida de Mogil, entretanto, não tem relação com propaganda mas com o fato de os testes americanos terem se tornado maiores e durarem mais tempo que os feitos fora dos EUA.

Para ele, as farmacêuticas provavelmente esperavam que testes maiores e mais ambiciosos fossem mais eficientes para demonstrar os efeitos reais das drogas, mas pode ter acontecido o contrário.

Um teste ambicioso que envolve altos gastos pode gerar toda um série de pequenos fatores que, juntos, acabam dando espaço à crença dos pacientes de que estão participando de um processo benéfico. O mero fato de criar um logotipo para um teste, por exemplo, pode fazer a pessoa se sentir mais otimista.

Placebo tem efeito de remédio para enxaqueca, mostra estudo

Você conhece o “efeito nocebo”?

Mogil acredita que empresas americanas costumam contratar mais organizações de pesquisas para realizar o teste. Pode ser que os funcionários que trabalham para essas empresas sejam mais simpáticos que os ocupados pesquisadores que conduzem testes acadêmicos. Só isso já é outro fator que pode fazer as pessoas se sentirem melhor.

“Houve uma pressão para reunir dados, para não ter dados faltando”, diz John Farrar, um neurologista e epidemiologista da Universidade da Pensilvânia.

“Então presta-se muito mais atenção aos pacientes, há muito mais contato com pacientes para se certificar que preencham os formulários corretamente, e houve um aumento no que é dito sobre a atividade da droga – eles falam mais sobre a ciência por trás dela, como pode funcionar, etc. E tudo isso leva, potencialmente, a grandes expectativas em pacientes.”

Mas Farrar acrescenta que os fins lucrativos das empresas de pesquisa podem estar fazendo com que recrutem pessoas que não deveriam estar fazendo testes em princípio. Um médico procurando participantes pode encorajá-los a classificar seus sintomas como mais graves do que eles realmente são para que possam participar do teste.

“Também houve um aumento do que chamamos de ‘pacientes profissionais’ – pacientes que se candidatam a testes clínicos porque descobrem que podem fazer dinheiro com isso”, diz Farrar.

Em ambos os cenários, após serem aceitos para os testes, os pacientes podem começar a dar relatos mais precisos sobre seus sintomas, que podem ser considerados como respostas positivas a placebos.

Farrar defende mudanças no formato dos testes para reduzir o efeito placebo, como mais controle ao recrutar pacientes, ser mais específico sobre critérios de seleção e acrescentar um terceiro grupo aos testes, que tomaria um medicamento já aprovado – se este grupo e o grupo que recebe o novo medicamento não superarem o placebo, os pesquisadores saberiam que o teste é falho.

Também há um tentativa de diminuir, por meio de conversas com pacientes, suas expectativas sobre fazer parte de um teste. Qual a melhor forma de fazer isso? “Diremos a verdade a eles”, diz Nathaniel Katz, presidente da Analgesic Solutions, uma consultoria que ajuda farmacêuticas a evitar fracassos em testes.

Sua empresa também treina funcionários que participam de testes para evitar “linguagem corporal otimista inapropriada”, como colocar o braço ao redor do paciente, apertar sua mão ou olhá-los nos olhos. “Isso aumenta as expectativas”, diz Katz.

Mas ele acrescenta que, se você diminuir muito as expectativas dos pacientes você certamente irá minimizar o efeito placebo, mas você também pode diminuir o efeito do medicamento sendo testado.

Isso foi demonstrado em uma experiência no ano passado feita por Ted Kaptchuk na Escola de Medicina de Harvard. Ele deu a pacientes com enxaqueca o remédio Maxalt ou placebo. Mas eles foram divididos em três subgrupos. Os grupos receberam seu envelope com um dos três selos: “Maxalt”, “Placebo” ou “Maxalt ou placebo”.

“Quando dávamos a eles placebo e o envelope dizia Maxalt, a resposta positiva foi muito boa”, disse Kaptchuk à BBC. “Quando demos Maxalt e dissemos que era placebo, a resposta foi a mesma, o que significa que, só por mudar as palavras no envelope, podemos fazer o placebo tão eficaz quanto o medicamento.”

O desafio, na visão de Kaptchuk, é achar uma forma de traduzir o extraordinário poder do placebo na prática diária do dia a dia. Enquanto pesquisadores tentam diminuir as expectativas dos pacientes, médicos fora dos laboratórios deveriam poder tirar proveito dessa fabulosa força da imaginação para ajudar seus pacientes.

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Saúde: bem-estar, dicas de alimentação, dieta e exercícios – iG

Homens devem enxugar o pênis após urinar

Ensinadas desde cedo a limpar a região íntima, as meninas crescem sabendo quais cuidados ter ao terminar de urinar, após uma relação sexual e também ao tomar banho. O reflexo disso está nas prateleiras do mercado: existem inúmeros sabonetes específicos para essa parte do corpo feminino e até mulheres que usam esses sabonetes desnecessariamente, buscando muitas vezes uma assepsia extrema, chegando a tirar os odores naturais dessa região. Por outro lado, vemos que os cuidados masculinos com o órgão sexual não têm o mesmo nível — e em alguns casos são até inexistentes. Será que há uma justificativa médica para diferença no cuidado?

Veja também: Higiene íntima masculina requer cuidados que muitos não têm

Segundo o doutor Sidney Glina, urologista do Hospital Israelita Albert Einstein, não. “É uma questão de higiene e saúde. Há uma educação maior quando se trata do sexo feminino em relação à região íntima, mas tanto homens quanto mulheres devem olhar com atenção especial para os cuidados com essa parte do corpo.” Homens que têm o prepúcio longo (pele que recobre a glande), por exemplo, devem secar o pênis após urinar, assim como as mulheres sempre fazem com a vagina. Mesmo os homens circuncidados que não terminem a micção completamente também devem ter esse cuidado. “O que geralmente ocorre é que, com a pressa em terminar de urinar, um pouco da urina fica ainda na uretra, extravasa e deixa o pênis e a roupa úmidos”, alerta o doutor Newton Soares de Sá Filho do São Camilo, urologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo. O líquido em contato constante com a pele pode ser uma fonte de inflamações e até infecções.

A higiene não para por aí: durante o banho, a limpeza correta deve ser feita trazendo o prepúcio para trás e lavando todo o pênis com a água e o sabão do próprio banho. Depois, o órgão deve ser seco. Novamente, o prepúcio deve ser “puxado”, seco e só depois pode ser levado de volta à posição original. Após as relações sexuais, o procedimento deve ser o mesmo.

É importante ressaltar que caso a região íntima não seja corretamente limpa, as consequências podem ser severas. “O problema mais comum é a balanite, que consiste na inflamação da pele que recobre a glande. O mais grave é o câncer de pênis. Ambos são associados à inadequada higiene peniana”, alerta Soares de Sá Filho. E engana-se quem pensa que o câncer de pênis é incomum. De acordo com o INCA (Instituto Nacional do Câncer), em 2009 surgiram 4637 novos casos de tumor peniano. “No Maranhão, por exemplo, há mais casos de câncer de pênis do que de próstata”, avisa Glina. Lá, um caso surge a cada 16 dias, e muitos chegam à amputação.

“O homem deve ter o hábito de observar o próprio corpo e ir ao médico ao menor sinal de alteração. Qualquer lesão é importante, porque uma ferida pequena pode evoluir para algo maior e mais difícil de tratar”, diz Glina. Nada melhor, portanto, que ensinar desde cedo os meninos a cuidarem de si mesmos, não é? Se é de pequeno que se torce o pepino, que de pequeno se lave o pepino também.

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Vamos nos permitir

Culpa. Quem nunca sentiu culpa por ter comido demais? E não, essa culpa não tem nada a ver com a nossa herança judaíco-cristã ou com o pecado capital da gula. E, infelizmente, nem sempre tem a ver com a sensação de estar forçando demais o corpo e a saúde. Essa culpa que a gente sente diante de uma comida que a gente gosta, e que não é uma “folha de alface”, vem do patrulhamento da magreza, do policiamento do corpo e do “politicamente saudável”. O nosso prazer de comer vai ficando cerceado pela culpa.

Diante de um bolo de chocolate, com aquela calda deliciosa caindo pelas bordas, somos todos culpados! Sim, nós nos rendemos, e como já fracassamos por ter comido o primeiro pedaço, por que não comer mais um, e mais um? E agora que o bolo de chocolate já foi, por que não atacar aquele sorvete que estava na clausura congelante do freezer? E agora que já está tudo perdido mesmo, por que não comer pizza no jantar? E como já é quinta-feira, por que não se entregar à insaciante loucura bipolar de comer tudo o que der vontade, intercalada com momentos de profundo sentimento de fracasso e culpa, até segunda-feira quando prometemos voltar ao auto-flagela com a folha de alface e as abdominais?

“A “folha de alface” é a metáfora do castigo
e o caminho para a redenção depois que metemos o pé na jaca”

E assim é a relação que vamos vivendo com a comida. Tentação, entrega, negação, culpa, auto-flagelo, redenção. Parece que estamos sempre tentando nos redimir por ter comido o que não devíamos. Por ter caído em tentação, vem o castigo da “folha de alface”: Ah, agora é uma semana comendo só folha de alface!

Aí vem um efeito emocional terrível: aquilo que é saboroso, mas que às vezes precisa ser redescoberto pelo nosso paladar, ganha o estigma da “comida saudável”, “comida da dieta”, de “castigo”… e parece que fica chato e perde todo o sex appeal gustativo.

Quando estamos na mood “dieta”, a “folha de alface” é o demônio, é aquilo que nós odiamos e que nos afasta do que desejamos. Mas quando estamos com o pé mergulhado na jaca, a mesma “folha de alface” de repente se torna a nossa redenção. Tão maluco isso, não é?! Gente, é só comida! Não precisamos sofrer tanto! Podemos e devemos relaxar, sentir prazer com o ato de comer, quebrar tabus, deixar o maniqueísmo alimentar de lado. Precisamos nos reconciliar com a comida, com o nosso corpo.

Não há nada melhor do que sentir que estamos no controle da situação. Ter consciência do que comemos é a melhor forma de nos livrarmos da culpa. Saber que estamos comendo algo que está nutrindo corpo e alma é reconfortante e muito prazeroso.

Vamos deixar a culpa de lado? Vamos nos permitir? Vamos nos libertar? Vamos libertar a coitada da “folha de alface” desse estigma? Sem ansiedade, sem arrependimento. Você pode sim comer o seu desejado bolo de chocolate. Mas esse bolo de chocolate vai ter um sabor muito mais especial se você souber que ele foi feito da melhor forma que pode ser feito, com tudo de bom que o seu corpo merece.

Coma devagar, coma com prazer, coma com um sorriso no rosto, coma com leveza, coma com equilíbrio, coma de modo consciente, nutra o seu corpo e a sua alma com aquilo que come. Sentir isso é um prazer sem culpa. E tudo é uma questão de escolha.

Vamos nos permitir?!

Beijos,
Carol :*

PS.: Ah, e para você não passar vontade, toma aqui essa receita de… mousse de chocolate rsss. Mas a receita de bolo de chocolate fica prometida 😉

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Fale com a Nutricionista

OMS alerta sobre envelhecimento da população

A OMS (Organização Mundial da Saúde) divulgou n semana do dia 28/09/2015 o relatório Mundial sobre o envelhecimento da população. A organização revela que o número de pessoas com 60 anos no mundo dobrará até 2050. Nos próximos 35 anos haverá 64 milhões de pessoas, ou seja, 30% da população do planeta terá mais de 60 anos. No Brasil, a situação não será diferente, já que temos atualmente 23 milhões de idosos, o que representa cerca de 12% da população. Em tese, em poucos anos seremos uma nação de idosos (classificação dada aos países com mais de 14% da população constituída por pessoas da terceira idade).

Veja mais
– Para retardar o envelhecimento

Assista
– Idosos e atividade física

Para se ter uma ideia, uma criança nascida hoje no Brasil vai viver 20 anos mais do que as que nasceram há cinco décadas. A questão é: o Brasil está preparado? Segundo Alexandre Kalache, presidente do Centro Internacional para Longevidade Brasil e membro da Rede Global de Cidades e Comunidades Amigáveis aos Idosos da OMS, o país está envelhecendo antes de se tornar rico, e isso é um problema.

Na verdade, enquanto países como o Canadá, que têm a metade do número de idosos do Brasil, já estão com políticas públicas e de infraestrutura preparadas, aqui o processo ainda está caminhando e com muitos gargalos estruturais. “O Brasil está entrando num buraco sem fundo. Atualmente, a expectativa de vida da população é de 75 anos. Entretanto, sabemos que os últimos 10 anos, na maioria das vezes, são vividos de maneira muito precária por conta de enfermidades. O idoso não se torna autossuficiente. Doenças crônicas, como diabetes e hipertensão, que são as grandes causas de morte na terceira idade, começam a dar sinais cedo e poderiam ser controladas. A falta de informação, acesso a dietas mais saudáveis e colocar atividade física como prioridade influenciam diretamente nessa questão. Por isso a necessidade da prevenção. As consequências, portanto, são péssimas, já que teremos idosos doentes. O resultado é que o país terá que destinar verbas de outros setores para a saúde”, esclarece.

O documento da OMS explica que, enquanto algumas pessoas estão de fato vivendo mais e mais saudáveis, elas geralmente pertencem a classes mais ricas da sociedade. O chefe do departamento de Idosos da OMS, John Beard, afirmou que “as pessoas dos países mais pobres e com menos oportunidades e recursos são as que apresentam as condições de saúde mais frágeis”.

No relatório, eles destacam algumas medidas fundamentais para que os países não sejam surpreendidos pela demanda de idosos, como desenvolver sistemas de cuidados de longo prazo — que devem ser iniciados antes de a pessoa idosa perder alguma de suas capacidades, e não quando o processo de degradação da saúde já está ativado, além de um alinhamento real dos sistemas de saúde às necessidades das pessoas mais velhas.

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