Matadora silenciosa | Artigo

A pressão alta não causa sintomas, o que justifica sua fama de “matadora silenciosa”, mas pode trazer sérios danos à saúde, como infarto e AVC.

 

Todo mundo tem alguém com pressão alta na família.

É uma epidemia. Não poupa ricos, pobres, velhos, moços, magros, gordos, negros ou brancos. Como em qualquer outra, sofre mais quem não têm dinheiro nem acesso à assistência médica de qualidade.

Veja também: Animação sobre pressão alta

A doença é tão prevalente, que já perdemos o respeito por ela. Encontro o amigo, pergunto pela mãe, ele responde: “Está ótima, aquele jeitinho dela, pressão alta, meio chata de controlar…”.

Sinto vontade de dizer: “Sua mãe está mal, eventualmente péssima”. Pressão descontrolada traz complicações graves: infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral, insuficiência renal crônica e insuficiência cardíaca, entre outras.

O desconhecimento faz menosprezar os riscos, conduta que não poupa os médicos, costumeiramente apegados aos diminutivos quando não querem preocupar seus pacientes: “Sua pressão está um pouquinho alta, vou receitar um remedinho”.

Quem recebe o tal remedinho sem ter noção clara do mal que o aflige, desconsidera a importância do tratamento e do controle sistemático dos níveis pressóricos. As consequências são:

1) Não são todos os dias que os hipertensos lembram de tomar os comprimidos. Quando viajam, esquecem de colocá-los na bagagem. Alguns tomam apenas quando sentem dor de cabeça ou tontura.

2) Abandono do tratamento por conta própria, assim que surgem os primeiros efeitos colaterais, entre os quais a tosse seca associada a uma das classes de drogas e, especialmente, a dificuldade de ereção relacionada com outra. Sem contar aqueles prontos a jogar a culpa de qualquer mal-estar nas costas das medicações.

3) Como ninguém gosta de tomar remédio pelo resto da vida, ao constatar que a pressão caiu para 12 x 8, muitos se consideram curados e param com tudo.

A farmácia é o lugar ideal para fazer esses controles, pela simples razão de que é lá que as pessoas compram os anti-hipertensivos todos os meses.

Para agravar, existe a crença generalizada de que pressão alta provoca dores de cabeça, dor na nunca, pontos brilhantes na visão, tonturas e outros achaques. Quem não sente nada, não vê razão para se tratar. A fama de matadora silenciosa fica restrita ao ambiente médico.

Baseados em aproximações estatísticas, foi criada a regra empírica dos 50%. Segundo ela, 50% dos hipertensos ignoram sua condição. Dos que receberam o diagnóstico, apenas 50% começam a tomar medicamentos. Desses, 50% não aderem a eles ou o fazem com irregularidade. Como a matemática nos ensina que 50% de 50% de 50% são 12,5%, concluímos que apenas a minoria segue o tratamento com disciplina.

Entre estes, no entanto, muitos não conseguirão manter a pressão controlada, porque as drogas prescritas podem ser ineficientes ou perder a eficácia com o tempo.

Esse é o cenário responsável pelas complicações cardiovasculares e renais que superlotam as unidades de pronto atendimento e os serviços de cardiologia, neurologia e nefrologia, drenando recursos do SUS e dos planos de saúde.

Nós, médicos, imaginamos que os hipertensos tomarão a medicação prescrita e farão medições periódicas da pressão para nos mostrar na consulta seguinte. De ilusão também se vive. Meses mais tarde, eles retornam – quando retornam – com informações tão imprecisas que acabamos sem dados para avaliar o resultado do tratamento.

Não somos nós, os profissionais indicados para acompanhar a evolução dos hipertensos. As enfermeiras fazem esse trabalho com muito mais competência. Com um aparelho em casa e acesso ao WhatsApp, o paciente pode enviar a elas os controles semanais.

Tem cabimento uma pessoa hipertensa não ter o aparelho e passar semanas sem uma medição sequer? Os aparelhos estão cada vez mais baratos, o SUS tem condição de entregá-los aos mais pobres.

As farmácias espalhadas pelos quatro cantos do Brasil, são obrigadas a manter em suas dependências um farmacêutico diplomado. Muitas vezes, um profissional que passou quatro anos na universidade acaba relegado a formalidades burocráticas, quando poderia orientar os pacientes para anotar os valores da pressão, ensiná-los a usar o aparelho, aconselhá-los a aderir à medicação e a voltar ao médico, quando houvesse picos hipertensivos. A farmácia é o lugar ideal para fazer esses controles, pela simples razão de que é lá que as pessoas compram os anti-hipertensivos todos os meses.

Nós, médicos, deveríamos deixar de lado o corporativismo antiquado, praga que infesta nossa profissão, e entregar para outros profissionais o trabalho que não temos condição de realizar ou que fazemos mal feito.

 

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Drauzio Varella

Mais de 40% dos idosos no Brasil não têm nenhum dente

Saúde bucal da população brasileira é extremamente desigual. Enquanto ricos já não têm mais cáries, pobres ainda perdem os dentes precocemente.

 

A saúde bucal dos brasileiros já foi pior, mas ainda estamos longe dos índices considerados desejáveis pelas principais organizações internacionais de saúde, principalmente entre adultos e idosos. Afinal, mais de 40% da população acima de 60 anos já perderam todos os dentes, segundo a Pesquisa Nacional de Saúde (PNA) feita pelo IBGE em 2013, a pedido do Ministério da Saúde.

Apesar de dizer respeito à saúde de todos os brasileiros, a odontologia muitas vezes não é tratada pelo meio médico nem pelos que elaboram políticas como uma área de interesse da saúde pública. Mesmo trabalhando com jornalismo de saúde há anos e conhecendo as dificuldades que as pessoas têm para acessar serviços que contem com dentistas, confesso que, ao pesquisar para realizar esta matéria, me surpreendi com a dimensão dos problemas de saúde bucal do país.

Veja também: Ouça nosso podcast “Por que dói?” sobre dor de dente

A última Pesquisa Nacional de Saúde Bucal foi feita em 2010 e traz dados que ilustram bem nossa desigualdade socioeconômica, que implica em uma diferença enorme d acesso a serviços de saúde. O levantamento, feito com 37.519 pessoas de todas as regiões do país, mostrou que as populações do Sul e do Sudeste apresentam saúde bucal bem melhor que a dos moradores do Norte, Nordeste e Centro-Oeste em relação à prevalência de cárie, uso de prótese dentária, condição periodontal (gengivas), entre outros.

Crianças, adolescentes, adultos e idosos das áreas mais pobres do Brasil passam por problemas e situações que os mais ricos deixaram de vivenciar há décadas.

 

Prótese dentária

 

Arrancar todos os dentes é a solução apresentada para muitas pessoas que poderiam ter tido acompanhamento odontológico adequado que evitasse esse desfecho. Como aconteceu com Antônio,* de 68 anos, morador do interior do Ceará que perdeu os últimos dentes que lhe restavam antes dos 55 anos. “A primeira vez que fui ao dentista eu já era adulto, tinha me mudado para São Paulo e já tinha perdido vários dentes, porque onde eu morava não tinha dentista. A solução que a gente tinha para um dente que ficava podre e doía era arrancar”, conta o ajudante de pedreiro.

Segundo a pesquisa do IBGE, 11% dos brasileiros, quase 16 milhões de pessoas, não têm nenhum dente. Já a Pesquisa de Saúde Bucal encontrou 15,4% dos entrevistados com próteses dentárias nos dois maxilares. A diferença entre as regiões brasileiras é enorme: enquanto na região Sul 6,9% dos avaliados não tinham nenhum dente, no Norte esse índice chegou a 17,6%.

O professor dr. Antônio Carlos Frias, da Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo (FAOUSP), destaca também a diferença entre as faixas etárias. “Políticas públicas demoram um tempo para alcançar resultados visíveis. Embora tenha havido melhora nos índices de saúde bucal nos últimos anos, eles ainda não são observáveis entre os mais velhos, que não tiveram acesso a serviços odontológicos na infância e na juventude, o que justificaria o alto número de pessoas com mais de 60 anos com próteses totais.”

 

Dor de dente e desigualdade social

 

A desigualdade social refletida nos dentes dos brasileiros chamou a atenção da antropóloga Rosana Pinheiro-Machado, professora de desenvolvimento internacional da University of Bath, na Inglaterra. Há cerca de dez anos, enquanto fazia uma pesquisa sobre consumo na periferia de Porto Alegre (RS), Rosana observou a enorme quantidade de pessoas com dor de dente. “As pessoas das classes populares estão sempre com dor de dente. Elas vivem em sofrimento e quase ninguém fala disso. Dor de dente é um drama e um tabu entre os brasileiros”, conta.

A incidência de cárie dentária vem diminuindo e hoje o número de pessoas com o problema é cerca de 1/3 menor que no início dos anos 90. Mesmo assim, apenas 46,6% das crianças de 5 anos e 0,9% dos adultos de 35 a 44 anos não têm cárie, segundo a Pesquisa Nacional de Saúde Bucal.

Uma das perguntas da pesquisa foi: “você teve dor de dente nos 6 meses anteriores à entrevista?”. Os números impressionam, principalmente se considerarmos que a dor de dente é uma dor incapacitante: quase 25% das crianças de 12 anos relataram terem sentido dor de dente no período mencionado, a maioria por cárie. Esse número sobe para 75,2% entre a população de 35 a 44 anos.

Dentistas que atendem as populações A e B em consultórios privados costumam dizer que quase não tratam mais cáries. Muitos se concentram em tratar problemas ortodônticos e estéticos. É comum vermos crianças de aparelho e de sorriso perfeito nas salas de aula das escolas particulares. Nas populações mais carentes, porém, a cárie ainda é um problema comum. De acordo com o dr. Frias, o problema tem influência de alguns fatores culturais, como o fato de muitos pais acharem que dentes de leite não requerem escovação porque não são definitivos, ou por simplesmente não terem o hábito de escovar os dentes. Essa população também consome mais açúcar e refrigerantes, o que aumenta o risco de desenvolver cárie.

A falta de acesso a água fluroetada (que ajudou muito a reduzir a prevalência de cáries no país) e a serviços de saúde que auxiliem na prevenção e tratamento de problemas bucais são fatores agravantes.

Sem tratamento adequado, as pessoas fazem qualquer coisa para se livrar da dor. Rosana conta que ouviu inúmeros relatos: “As pessoas viram seus pais e avós sentindo dor e aprendem a lidar com a dor . Lidar com a dor vira um saber quase tradicional. Elas usam diversos recursos, como colocar álcool, perfume e arrancar os dentes das maneiras mais terríveis.”

 

Média de dentes cariados dos brasileiros de acordo com a idade.

Pesquisa Nacional de Saúde Bucal 2010.

 

Brasil Sorridente e má distribuição de profissionais

 

O Brasil Sorridente é uma política do governo federal com o objetivo de ampliar o atendimento e melhorar as condições de saúde bucal da população brasileira. Implementada em  2004 pelo então governo Lula, seu intuito é organizar o sistema de atendimento odontológico no país. Essa foi a primeira política nacional de saúde bucal da história do Brasil. “O programa ajudou a instaurar um sistema de saúde no país inteiro, com serviços que cobrem 40% da população, incluindo 33 centros que atendem a população indígena”, relata o dr. Frias.

No entanto, ainda enfrentamos uma das maiores dificuldades para de fato fornecer acesso a atendimento odontológico de qualidade: a má distribuição geográfica de profissionais. O Conselho Federal de Odontologia (CFO) afirma que em 2018 o país contava com 578.306 dentistas, mas 59% se localizavam na região Sudeste (que tem 38% da população do país). Para deixar mais clara a diferença de concentração de profissionais, havia 147.209 dentistas em São Paulo em 2018, enquanto o Piauí tinha 6.612 profissionais e o Acre, 2.073, de acordo com o CFO. “Uma boa saída seria inserir profissionais de odontologia nas equipes de estratégia de saúde da família, que já contam com estrutura de atendimento. Criar programas de contratos provisórios para que os profissionais mudem para o interior também pode ser uma alternativa”, explica o dr. Frias.

A educação básica também é apontada pelo professor como aliada fundamental para a prevenção de problemas bucais. A população precisa ter acesso serviços odontológicos de qualidade, mas uma educação voltada para cuidados de higiene e alimentação adequadas pode contribuir para reduzir os índices de cáries.

Houve avanços nas políticas públicas de acesso aos tratamentos odontológicos, que também evoluíram muito nas últimas décadas. No entanto, ainda permitimos que milhões de brasileiros sofram de dor e percam os dentes devido a problemas bucais que, na maioria das vezes, poderiam ser atenuados ou evitados com políticas de prevenção e atendimento qualificado a que os mais ricos têm acesso. Não é exagero afirmar, portanto, que podemos medir a dimensão da desigualdade social brasileira pela boca da população.

 

* O entrevistado não quis revelar seu nome verdadeiro.

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Drauzio Varella

Por que ainda não acabamos com a sífilis congênita?

A sífilis congênita é uma doença grave, que pode causar abortamento espontâneo e sequelas ou a morte de recém-nascidos.

 

A Organização Mundial da Saúde (OMS) calcula que haja cerca de 300 mil mortes fetais e neonatais (logo após o nascimento) por ano no mundo por causa da sífilis congênita (SC). No Brasil, a doença foi detectada em 24.668 crianças com menos de 1 ano em 2017.

A sífilis, também chamada de lues, é uma doença infecto-contagiosa causada pelo Treponema pallidum, que ocasiona lesões cutâneas e pode comprometer outros tecidos, em especial os sistemas cardiovascular e nervoso.

Veja também: Entrevista do dr. Drauzio com o infectologista Esper Kallás sobre IST

É considerada uma infecção sexualmente transmissível, mas também pode ser transmitida verticalmente (de mãe para feto) ou pelo contato com o sangue contaminado.

Quando a doença atinge o feto é chamada de sífilis congênita, doença muito grave, que pode causar má-formação do feto, aborto espontâneo e morte fetal. Na maioria das vezes, porém, os seguintes sintomas aparecem nos primeiros meses de vida: pneumonia, feridas no corpo, alterações nos ossos e órgãos dos sentidos (causando cegueira, por exemplo), além de comprometimento do desenvolvimento mental.

Pode ser dividida em recente (SCR), em que os sinais e sintomas aparecem nos primeiros dias ou meses de vida, e tardia (SCT), quando a doença se manifesta mais tarde e seus sintomas são equivalentes aos da sífilis adquirida secundária ou terciária.

 

Números da sífilis congênita

 

Desde 1986, a doença é de notificação compulsória no Brasil, o que significa que agentes de saúde são obrigados a registrar todos os casos da doença no Sistema de Agravos de Notificação (Sinan).

Em 1993, o Ministério da Saúde lançou um projeto de eliminação da sífilis congênita como um problema de saúde pública, em consonância com a proposta de controle do agravo nas Américas, formulado pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e pela OMS. A meta era reduzir a incidência da doença a valores menores ou iguais a 1 caso por 1000 nascidos vivos até o ano de 2000.

O objetivo não foi atingido: em 2011, o Brasil apresentou uma taxa de 3,3 casos por 1000 nascidos vivos, principalmente nas regiões Nordeste (3,8 casos/1000 nascidos vivos) e Sudeste (3,6 nascidos casos/1000 nascidos vivos).

Entre 1998 e junho de 2012, foram notificados no Sinan 80.041 casos de sífilis congênita em menores de 1 ano de idade no país. A região Sudeste registrou 45,9% desses casos, seguida do Nordeste (31,4%), do Norte (8,7%) do Sul (7,7%) e do Centro-Oeste (6,3%).

Em 2017, foram notificados no Sinan quase 119.800 mil casos de sífilis adquirida; 49.028 casos de sífilis em gestantes; 24.668 casos de sífilis congênita, com 206 óbitos.

Dados do Boletim Epidemiológico de Sífilis 2018, publicado em novembro de 2018 pelo Ministério da Saúde, apontam aumento no número de casos da doença no Brasil em todos os cenários da infecção. Em comparação com o ano de 2016, houve aumento de 28,5% na taxa de detecção em gestantes, 16,4% na incidência de sífilis congênita e 31,8% na incidência de sífilis adquirida.

 

 

Dermatologia sanitária

 

O Centro de Saúde Escola Geraldo de Paula Souza, localizado na Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP), possui um serviço de dermatologia sanitária que atende gratuitamente casos de IST, câncer de pele, hanseníase e dermatoses ocupacionais. O prof. dr. Luiz Jorge Fagundes é diretor clínico do serviço e lembra que entre 2014 e 2017 houve falta de penicilina, antibiótico utilizado para tratar a sífilis, o que fez disparar os casos de SC em vários países, incluindo o Brasil.

“A penicilina é um medicamento barato, usado para tratar uma doença que em geral atinge a população mais socialmente vulnerável, os laboratórios não têm interesse em produzi-la”, conta o médico. A situação se agravou ainda mais porque outros antibióticos usados para substituir a penicilina em casos de sífilis não servem para tratar os bebês com a doença.

O aumento do número de casos também pode ser atribuído, em parte, ao aprimoramento do sistema de vigilância e à ampliação da utilização de testes rápidos. Em 2017, alguns critérios de notificação da SC foram modificados para diminuir as subnotificações. Ficou definido, por exemplo, que todas as mulheres diagnosticadas com sífilis durante o pré-natal, parto e/ou puerpério devem ser notificadas como caso de sífilis em gestantes, e não como sífilis adquirida. “Certamente esses números são mais altos. Existe muita subnotificação porque muitas mulheres não vão ao médico durante a gravidez”, revela o dr. Fagundes.

 

Mulheres negras

 

No Brasil, a população mais afetada pela sífilis são as mulheres, principalmente as negras e jovens, na faixa etária de 20 a 29 anos, sem curso superior. Esse grupo representa 14,4% de todos os casos de sífilis adquirida e em gestantes notificados em 2018. Na comparação por sexo, as mulheres de 20 a 29 anos alcançam 26,2% do total de casos notificados, enquanto os homens nessa mesma faixa etária representam apenas 13,6%.

Homens evitam buscar tratamento, o que justifica os casos de reinfecção das parceiras sexuais. Muitas mulheres só descobrem a doença no momento do parto. Esses dois fatores ajudam a explicar a maior incidência em mulheres.

 

Importância do pré-natal

 

O Ministério da Saúde recomenda que todas as gestantes realizem ao menos dois testes para detecção da sífilis, um no início da gravidez e outro no terceiro semestre de gestação. Isso porque a gestante pode se contaminar em qualquer momento da gravidez. “Tratar a gestante com sífilis é simples, a dificuldade está em detectarmos os casos, pois muitas mulheres, em especial as com menos recursos socioeconômicos, não fazem o pré-natal”, explica o dr. Fagundes.

Veja também: Quais exames pré-natais as grávidas devem realizar?

Para o médico, ainda há muito preconceito em relação às infecções sexualmente transmissíveis e poucas ações de prevenção. “Ninguém quer falar no assunto. Como os pacientes irão reconhecer os sintomas se não podemos falar nem mostrar imagens que os ajudem?”, indaga.

A dificuldade para identificar os sinais e sintomas da doença atinge os próprios profissionais de saúde que, segundo o dr. Fagundes, muitas vezes não recebem formação adequada. “Não há serviços de dermatologia sanitária na maior parte do país”, constata.

O tratamento da doença é simples e barato, mas graças à escassez de campanhas de prevenção e educação sexual, falta de assistência médica que garanta que grávidas sejam testadas e tratadas com rapidez e eficiência e produção de penicilina centrada em poucas empresas estrangeiras  fazem com que uma doença que deveria estar praticamente erradicada ainda atinja tantos bebês no Brasil.

 

Sinais e sintomas da sífilis

 

A sífilis se manifesta em três estágios diferentes:

  • Primária: Surge uma ferida, geralmente única, no local de entrada da bactéria (pênis, vulva, vagina, colo uterino, ânus, boca ou outros locais da pele), que aparece entre 10 a 90 dias após o contágio. Essa lesão é rica em bactérias e em geral não dói, não coça, não arde e não tem pus, podendo estar acompanhada de ínguas (caroços) na virilha. Quase sempre a ferida desaparece espontaneamente, sem deixar sinais.
  • Secundária:  Os sinais e sintomas surgem entre seis semanas e seis meses do aparecimento e cicatrização da ferida inicial. Podem aparecer manchas no corpo, que geralmente não coçam, incluindo palmas das mãos e plantas dos pés. Essas lesões são ricas em bactérias. Também podem ocorrer febre, mal-estar, dor de cabeça e ínguas pelo corpo.
  • Terciária: Pode surgir de dois a 40 anos depois do início da infecção. Costuma apresentar sinais e sintomas, principalmente lesões cutâneas, ósseas, cardiovasculares e neurológicas, podendo levar à morte.

A doença, entretanto, pode não causar sintomas ou eles podem passar despercebidos. Assim, é recomendável que pessoas com vida sexual ativa usem preservativo em todas as relações sexuais e façam testagem anual para detectar a doença. Se tratada logo no início, a sífilis não deixa sequelas.

Se estiver grávida, exija que o médico que acompanha seu pré-natal peça dois exames de sífilis durante a gestação.

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Drauzio Varella

Por que o café da manhã não é a refeição mais importante do dia (para todos)

Por: Mark Sisson

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Por que o café da manhã não é a refeição mais importante do dia? Se você está lendo este blog há muito tempo, sabe que estou sempre interessado em explorar esses conselhos testados pelo tempo, a sabedoria transmitida geração após geração, porque geralmente estão certos ou pelo menos contêm um núcleo de verdade. E se um pedaço da sabedoria popular convencional acaba sendo errado ou equivocado, entender por que ela perdurou por tantos anos é um exercício divertido e geralmente revela outras mensagens e verdades.

Hoje, estou analisando a importância (ou a falta de importância) do café da manhã. Durante anos, você ouviu o quão importante é o café da manhã. Sua avó diz isso. Seu médico que não entende nada de jejum provavelmente o repreende se você não estiver comendo. Todos nós crescemos tendo esse “fato” – o café da manhã é a refeição mais importante do dia – perfurado em nosso subconsciente. Até as pessoas que simplesmente não sentem fome de manhã se sentem culpadas por isso e são obrigadas a colocar algo em seus pratos.

Está é certo ou errado?

O café da manhã logo ao acordar não está presente em muitas culturas tradicionais primitivas.

Eu pessoalmente sigo uma janela de refeições comprimida, das 12/13h às 19h. Em um dia típico, eu acordo e pego uma caneca de café com um pouco de creme de leite e um pouco de estévia em pó. E é isso até o almoço, minha maior refeição do dia. Como sou um queimador de gordura muito eficaz, essa programação claramente funciona para mim. Eu experimento energia equilibrada em uma base consistente. Minha produtividade é alta, estou feliz com meu desempenho físico e capacidade de me recuperar e não me estresso com a comida porque simplesmente não estou com fome. Isso facilita as coisas em geral. Além disso eu me apego a uma janela de alimentação comprimida para promover a autofagia (manutenção celular) e proteger contra o envelhecimento e a neurodegeneração (se essas coisas acontecerem!). Com base no que ouvi de milhares de leitores, não estou sozinho nisso. Mas uma única anedota, ou uma coleção de milhares, não prova muito. Precisamos olhar mais fundo.

Bem, o que os proponentes do café da manhã realmente reivindicam? Vamos examinar algumas das reivindicações e ver o que as evidências dizem.

Crença popular: o café da manhã faz você emagrecer e pular o café da manhã faz você engordar

Com base em epidemiologia pular, ela certamente parece conferir uma conexão entre pular o café da manhã e a obesidade:

Em uma coorte de adultos japoneses, pular o café da manhã estava relacionado ao maior peso corporal e tamanho da cintura.

Entre os jovens adultos americanos, os que pulam o café da manhã pesam mais, têm mais obesidade abdominal e um perfil de risco cardiometabólico elevado.

Em adolescentes americanas brancas e negras, o café da manhã está associado a uma maior ingestão de cálcio e fibras e a um menor peso corporal.

Mas esses são estudos observacionais e os estudos observacionais não podem estabelecer causalidade. Na maioria das vezes não provam nada.

Então o que está acontecendo aqui? Algumas coisas.

Viés de confirmação do usuário: como ignorar o café da manhã é amplamente considerado prejudicial, as pessoas que pulam o café da manhã podem não ser saudáveis ​​em outras áreas. Eles comem mais e se exercitam menos e têm maior probabilidade de beber mais álcool e fumar mais cigarros. As crianças iranianas, por exemplo, que pulam o café da manhã são mais pesadas com cinturas maiores do que os que comem café da manhã, mas também comem mais fast-food e porcarias como suco de frutas, lanches salgados e refrigerante açucarado do que os que tomam café da manhã, que preferem frutas, legumes, verduras e leite. A menos que você consiga estabelecer que pular o café da manhã causa essas diferenças de estilo de vida, não é possível dizer que pular o café da manhã desempenha um papel causal.

Viés do seguidor da dieta: as pessoas que pulam o café da manhã podem estar fazendo dieta ativamente mais do que os que não pulam, porque têm mais peso a perder.

O efeito a priori: quando você presume que o café da manhã é importante, todas as suas pesquisas e resultados devem fluir dessa suposição. Pesquisadores tendenciosos geralmente fazem isso.

E alguns anos atrás, um grupo de pesquisadores examinou atentamente as evidências que outros pesquisadores estavam usando para provar o “elo casual” entre obesidade e pular o café da manhã. Eles não ficaram muito impressionados ao descobrir que:

A maioria dos pesquisadores sofria de viés de confirmação, descartando ou desconsiderando evidências em contrário e enfatizando evidências que sustentavam seus pontos de vista. Eles eram a favor de estudos observacionais mostrando um link e ignoravam os ensaios clínicos controlados que não mostravam efeito.

Eles usaram “termos casuais” ao discutir seu trabalho e o trabalho de outros cientistas que pesquisavam a questão do café da manhã/ obesidade quando nenhuma causalidade havia sido estabelecida.

Em vez de estudos observacionais, existem alguns estudos de intervenção (onde a causalidade pode ser examinada) que, nestes casos, vale a pena examinar.

Em um estudo realizado no final dos anos 90, mulheres acima do peso foram randomizadas para tomar café da manhã grande (com jantares menores) ou jantares grandes (com café da manhã menor). Aqueles no grupo de café da manhã grande perderam mais peso, mas também perderam mais massa magra. O grupo do grande jantar, que não pulou o café da manhã, mas comeu um pouco, perdeu mais massa gorda e preservou mais massa magra. Como sempre pergunto, que tipo de peso você está tentando perder? Gordura ou músculo?

Em 2014, os pesquisadores dividiram aleatoriamente um grupo de adultos em dieta em dois grupos. Um grupo foi instruído a tomar café da manhã, o outro foi instruído a ignorá-lo. Após 16 semanas, a perda de peso foi basicamente idêntica nos dois grupos. Nem pular o café da manhã nem comê-lo teve qualquer efeito discernível ou único na perda de peso.

Outros estudos indicaram que pular o café da manhã pode realmente reduzir a quantidade total de calorias que uma pessoa come ao longo do dia. Uma redução espontânea nas calorias ingeridas geralmente é um caminho para a perda de peso. Este na minha opinião é o ponto chave.

Crença popular: o café da manhã oferece energia para o dia

“Energia” é difícil de medir objetivamente. Não há exame de sangue para “chi” ou “força vital”, por isso precisamos confiar em relatórios subjetivos de coisas como “alerta” e extrapolar a partir de marcadores objetivos relacionados. O gasto de energia é um marcador decente de quanta energia você possui. Se você está queimando mais energia, seu corpo obviamente tem “o suficiente” para poupar. Outro é o controle da glicose no sangue. Se o açúcar no sangue der uma descida muito forte, isso geralmente se manifesta como fome e sonolência.

“Café da manhã” não nos diz muito. Alguns cafés da manhã fornecem energia melhor do que outros tipos de café da manhã. Um café da manhã com proteínas mais altas e menos carboidratos tende a aumentar o gasto de energia e a melhorar o “bem-estar pós-prandial” (comparado com o café da manhã baixo em proteínas e alto em carboidratos) Se você ingerir um pouco de gordura com a proteína, pode até melhorar a tolerância à glicose de um diabético tipo 2 ao longo do dia, o que corresponde a níveis de energia mais constantes.

Enquanto isso, os cafés da manhã ricos em carboidratos fazem o oposto: eles tornam as pessoas mais famintas mais cedo, causam maiores elevações de insulina e uma queda subsequente do açúcar no sangue de 3 a 4 horas após o café da manhã. A saciedade reduzida, os altos picos de insulina e o baixo nível de açúcar no sangue combinam-se para deixar as pessoas com “fome”, com sono e suscetíveis a comer rosquinhas para aliviar a tensão (ou qualquer outro carboidrato refinado)

É verdade que alguns estudos encontram conexões entre pular o café da manhã e um estado de alerta subjetivo baixo ou desempenho cognitivo ou físico. Mas esses estudos são observacionais, conduzidos usando indivíduos comuns queimadores de açúcar (em oposição a indivíduos adaptados à gordura – processo que leva semanas e meses), ou dizem respeito a crianças e adolescentes (um subconjunto da humanidade que consome mais energia para crescer e para quem o ato de pular o café da manhã geralmente não é consensual, desnecessário e contraproducente). E aqueles que encontram uma relação positiva entre os adolescentes, o café da manhã e a função cognitiva, subsequente encontram o maior benefício com o café da manhã com baixo índice glicêmico (baixo carboidrato, mais gordura e proteína).

Crença: pular o café da manhã destrói seu metabolismo

Se pular o café da manhã ocasional é suficiente para levá-lo ao modo de inanição, certamente o jejum total por 72 horas o levará? Não levará? Quando humanos saudáveis ​​são instruídos a jejuar por três dias e seus biomarcadores são monitorados, descobrimos que a taxa metabólica em repouso cai apenas 8%. 8% é 8%, claro, mas são 72 horas sem comida. Ignorar o café da manhã nem se compara.

Crença errada: Pular o café da manhã pode fazer você comer demais

Parece que as pessoas comem demais no almoço, mas não o suficiente para compensar o café da manhã ignorado. Em um estudo com adultos de no dia a dia, pular o café da manhã levou a almoços mais cedo e maiores. Apesar do aumento da fome um pouco antes do almoço e de almoços maiores, os participantes que pularam o café da manhã ainda ingeriam menos calorias por dia do que os que tomavam café da manhã. Isso é consistente com estudos anteriores que mostram que pular o café da manhã não leva à ingestão compensatória de alimentos no almoço e jantar e, de fato, pode reduzir o balanço calórico em mais de 400 calorias por dia! Você pode sentir mais fome logo antes do almoço, mas no final do dia você acaba com um déficit de energia e, portanto, emagrecendo mais.

Então, todos podem pular o café da manhã com segurança?

Não exatamente. Não se você é um queimador de carboidrato.

Se você está comendo uma dieta alta em carboidratos ou moderada, o café da manhã pode ser o melhor momento para consumir carboidratos. A sensibilidade à insulina segue um ritmo circadiano. A sensibilidade à insulina muscular é mais alta de manhã e mais baixa à noite – o que significa que seus músculos estão preparados para aceitar e armazenar glicose como glicogênio com o mínimo de insulina -, portanto, o café da manhã é um bom momento para ingerir carboidratos neste caso. Mas pular o café da manhã e depois comer um almoço rico em carboidratos agrava o pico de insulina e açúcar no sangue que você normalmente recebe. Comer um café da manhã com carboidratos “prepara” seu corpo para a carga de carboidratos no almoço.

Mas na prática pouquíssimas pessoas comem carboidratos de manhã e depois evitam completamente no resto do dia, por isso a melhor opção você já sabe.

Nota: A sensibilidade circadiana da tolerância aos carboidratos pode ser superada com treinamento e atividade física, pois o exercício restaura a sensibilidade à insulina independentemente da fase circadiana. Portanto, se você for comer um pouco de carboidratos durante uma fase de resistência à insulina circadiana, certifique-se de treinar antes.

Se você competir ou treinar muito pela manhã, um pequeno café da manhã pode ser uma boa ideia. Aos sábados e domingos, quando faço exercícios mais longos, tomo um pequeno café da manhã com meu café com proteínas.

Se você é criança ou adolescente, provavelmente deve tomar café da manhã. Você está crescendo. E os estudos observacionais que encontraram ligações entre pular o café da manhã e excesso de peso tendem a se concentrar em crianças e adolescentes. Só por segurança, dê ao seus filhos um pouco de proteínas de manhã.

Se você é diabético tipo 2 e segue uma dieta rica em carboidratos, deve tomar café da manhã (dê preferência à base de ovos). Um estudo recente em diabéticos descobriu que pular o café da manhã aumentou drasticamente os picos de glicose que ocorreram após o almoço e o jantar. No entanto, o almoço e o jantar eram ricos em carboidratos e com pouca gordura (20% de gordura, 54% de carboidratos, 26% de proteína, 700 calorias cada), o que é uma péssima combinação para os diabéticos tipo 2.

Nota: isso pressupõe que o diabético tipo 2 em questão esteja insistindo em seguir uma dieta rica em carboidratos, o que é uma péssima ideia. Quando você lhes dá refeições mais saudáveis, com menos carboidratos – salmão, nozes, carnes, verduras, azeitonas, alho, tomate, pepino, etc – os diabéticos podem realmente pular o café da manhã e obter números de glicose mais favoráveis ​​no almoço. Se você é diabético do tipo 2 e segue a dieta Primal para se curar, comer refeições com pouco carboidrato e alto teor de gordura não provocam esses tipos de picos de glicose – com café da manhã ou sem café da manhã.

Se você é uma mulher, pode se sair melhor com o café da manhã atrasado. Em geral, as mulheres funcionam pior pulando as refeições. Eu já cobri isso antes; jejuns longos e constantes não parece funcionar tão bem para as mulheres. Dito isto, um café da manhã um pouco mais tarde – digamos, às 10 ou 11 da manhã em vez das 8 da manhã – pode ser um bom compromisso para as mulheres que desejam tentar pular o café da manhã.

Tudo isso dito, há uma enorme variável de confusão nos ensaios controlados que aclamam: “o café da manhã é incrível” nunca são responsáveis: quase todo mundo selecionado nestes estudos toma café da manhã habitualmente. Os “normais”, pelo menos. Portanto, o participante típico do estudo é um consumidor habitual de café da manhã cujo corpo espera e provavelmente funciona melhor (pelo menos como queimador de glicose) com a ingestão regular de café da manhã. Você reúne um grupo deles, fica sem café da manhã e vê resultados terríveis. Enormes picos de insulina, quedas de glicose, fadiga, mal-estar geral. É como rastrear rapidamente a gripe low-carb e distorcer seus resultados. As pessoas se habituam aos horários de alimentação que seguem. Se você é um “pulador de café da manhã” habitual, pular o café da manhã não terá o mesmo efeito em você. Muito pelo contrário, lhe tornará um queimador de gordura mais ávido.

Em um estudo recente, os autores realmente testaram isso, separando mulheres com sobrepeso que pulam o café da manhã e comedores habituais de café da manhã e depois fizeram com que elas pulassem ou tomassem café da manhã.

Comedores de café da manhã habituais que pularam o café da manhã experimentaram muito mais fome no almoço. Eles tinham piores lipídios no sangue e a insulina disparou. Os “puladores de café da manhã” habituais que pularam o café da manhã não apresentaram nenhum desses efeitos deletérios.

Comedores de café da manhã habituais que tomavam café da manhã ficavam mais saciados no almoço. Eles tinham melhores lipídios no sangue e níveis de insulina razoavelmente normais. Os participantes comedores de café da manhã habituais que jejuaram estavam com tanta fome no almoço que a refeição extra no almoço não diminuiu o apetite destas pessoas. Resumindo: não seja mais um queimador glicose e vire um queimador de gordura para não sentir fome. E ponto final.

Obrigado pela leitura.

Primal Brasil

A intervenção de saúde mais fácil e potente (e que você nunca ouviu falar)

Por: Dr. Stephen T. Sinatra

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Perguntas e respostas sobre aterramento

Já que o aterramento é novo para a ciência médica e os médicos começaram recentemente a aproveitar os possíveis benefícios à saúde do aterramento, as pessoas na Internet fazem muitas perguntas sobre o aterramento (também conhecido como “grounding”). Esperamos ajudar a responder algumas das perguntas a seguir.

Você tem alguma dúvida sobre o aterramento? É só perguntar.

P: Então, o que é aterramento?

Aterramento, também conhecido como grounding, é o processo de reconectar-se à energia elétrica sutil e natural da Terra. Isso é feito facilmente sempre que você anda descalço na grama, areia ou concreto. Se usar tênis ou chinelo de borracha não alcançará estes incríveis benefícios.

Ao tocar a Terra, sua energia flui diretamente para o seu corpo, trazendo-o de volta ao seu estado elétrico mais natural. Este é o estado elétrico que os humanos experimentaram ao longo da evolução quando vivemos em contato direto com a Terra. À medida que a civilização evoluiu nos últimos 100 anos ou menos, começamos a usar sapatos. Os sapatos com sola de couro permitem que uma pequena quantidade de energia passe através da sola, mas a borracha não permite que nenhuma energia seja transferida da terra para o seu corpo; assim, a maioria de nós hoje em dia, está literalmente desconectada sempre que anda na terra. Aterramento é sobre reconectar-se!

P: O aterramento é baseado em ciência sólida?

Absolutamente! A ligação à terra é baseada em física, fisiologia, biologia e ensaios clínicos! Nossos corpos são elétricos. A energia nos enche e nos rodeia. A energia sutil da Terra é diferente da eletricidade produzida pelo homem que flui para as tomadas. A energia produzida pelo homem produz campos eletromagnéticos (CEM) que não são naturais para nossos corpos. A Terra, por outro lado, pulsa com uma energia fluida suave que harmoniza toda a vida na Terra, incluindo você! A ligação à terra leva você de volta à sincronia com essa energia e ao equilíbrio elétrico. Saiba mais: Aterramento, pesquisas e estudos.

P: O que são dispositivos de aterramento?

Os dispositivos de aterramento são itens simples e condutores que você pode usar no conforto da sua casa para se conectar à energia da Terra. Eles são “substitutos do andar descalços”. Esses produtos consistem em faixas, tapetes, lençóis ou tapetes para a cama e uma almofada de pelúcia para animais. Todos os produtos se conectam à energia da terra através da entrada de aterramento das tomadas elétricas em casa/ escritório ou através do uso de um sistema de haste de aterramento. Uma vez conectado, tudo o que você precisa fazer é ter contato direto da pele com os produtos, para que você possa absorver a energia da Terra. Mais informações sobre dispositivos de aterramento podem ser encontradas em Grounded.com.

Mas segue o link de uma das melhores marcas (faixas, tapetes, lençóis ou tapetes para a cama).

 

 

Q: Quais são os benefícios de saúde do aterramento?

Uma dúzia de estudos e centenas de histórias anedóticas relataram benefícios à saúde, como reduções na inflamação e dor, afinamento do sangue, melhor circulação, melhorias na pressão sanguínea, mudança do sistema nervoso do modo de estresse (simpático) para o modo calmante (parassimpático), e melhorias na ansiedade e na qualidade do sono.

Aprenda como o aterramento tem o potencial de ajudar a promover a saúde e a cura no corpo! Simples, eficaz e o melhor de tudo, o aterramento é realmente uma descoberta incrível. Clique aqui para ver o livro sobre aterramento em inglês.

 

P: Por quanto tempo preciso fazer o aterramento para obter benefícios?

O aterramento na Terra muda sua fisiologia imediatamente. Quanto mais você aterra, mais você pode se beneficiar porque está no seu estado elétrico mais natural quando conectado à Terra. A dose mínima efetiva é 25 minutos, mas os benefícios se multiplicam com 8, 12 e 24h.

Seu corpo é eletricamente equilibrado e inundado com elétrons livres que ajudam a neutralizar o acúmulo ininterrupto de radicais livres que são criados no corpo a partir do metabolismo normal e dos estressores da vida. Absorver elétrons da terra está dando ao seu corpo uma grande dose de “vitamina G.” A terra é o maior antioxidante e anti-inflamatório que existe; portanto, “quanto mais, melhor”.

P: Os produtos de aterramento usam eletricidade?

Não, enquanto os produtos de aterramento se conectam a tomada, nas entradas de terra das tomadas elétricas, eles não utilizam eletricidade. Eles conduzem a energia natural da terra que flui através do fio terra de tomadas aterradas (a grande maioria são). Mais informações sobre dispositivos de aterramento podem ser encontradas em Grounded.com.

P: E se você estiver em uma cidade (e não tiver acesso a um gramado ou outro terreno para colocar os pés descalços)? Você pode obter os mesmos resultados do concreto?

Sim, desde que o concreto não seja pintado ou vedado. O concreto é uma substância condutora feita de água e minerais. Na terra retém a umidade. Portanto, elétrons livres passarão exatamente como passarão se você estiver sentado ou em pé na grama ou em terreno aberto. O asfalto, por outro lado, é fabricado com petroquímicos e não é condutor. Nem as superfícies de madeira, vinil, plástico ou borracha, que isolam e não conduzem.

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P: Se eu tirar meus sapatos, mas deixar minhas meias, isso interferirá no processo de ligação à terra? Além disso, se eu usar chinelos de borracha ou sandálias de praia, isso me impede de aterrar? Eu sei que aterrar completamente descalço é o ideal, mas às vezes os lugares disponíveis para mim não parecem sanitários.

Meias e meias de algodão são boas (especialmente se os pés suarem, o que aumentará a condutividade), mas é melhor aterrar com os pés descalços para também ter contato com microrganismos benéficos da terra. Borracha e plástico não são condutores e isolam, portanto, chinelos regulares o impedirão de aterrar. No entanto, sapatos/ sandálias feitos exclusivamente de couro ainda conduzem a energia eletromagnética natural da terra. Há também atualmente um dispositivo que você pode encaixar no seu tênis comum de borracha. Ou apenas ande descalço na praia/ parque e compre sandálias de couro. Mas se você não tem contato frequente com a natureza, é melhor comprar os tapetes e lençóis de aterramento para transformar sua saúde.

P: Posso receber energia do aterramento através de revestimentos cerâmicos?

Depende de onde os ladrilhos se assentam. Se eles estiverem em uma laje de concreto ou no solo, a energia poderá ser transferida. Se os ladrilhos estiverem sobre madeira compensada ou algum outro tipo de subestrutura de madeira, plástico ou vinil, eles provavelmente não serão condutores. O tipo de ladrilho também leva em consideração a mistura: o ladrilho cerâmico com acabamento vitrificado na superfície, como o vidro, provavelmente impedirá que a energia da terra passe.

P: Eu tenho um piso de concreto em minha garagem, mas lembro de ter visto isolamento e talvez uma barreira de vapor de plástico colocada na fundação antes do concreto ser derramado… Esse piso de concreto ainda traria benefícios de aterramento? E se parte do concreto fosse até a Terra?

Se houver isolamento e talvez uma barreira plástica antes do concreto ser derramado, é muito provável que o concreto não seja condutor. Se, no entanto, parte da laje de concreto entrar em contato com a terra, é provável que toda a laje seja condutora.

P: Quanto tempo uma pessoa deve ficar de pés descalços para perceber alívio da artrite reumatoide e quanto tempo para ansiedade?

A resposta mais fácil é “o tempo que for necessário”. Os benefícios de aterramento são específicos para o indivíduo, ou seja, a quantidade de tempo que leva para sentir alívio da ansiedade ou dos sintomas de dor relacionados à inflamação varia de pessoa para pessoa. Algumas pessoas relatam sentir-se melhor após apenas 20 minutos de aterramento, e pesquisas mostraram mudanças fisiológicas e melhorias significativas na atividade elétrica do corpo após 30 a 40 minutos, até 24h.

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Para pessoas com condições crônicas, pode levar mais tempo para sentir alívio de sintomas como dor inflamatória artrítica; o alívio pode ser significativo, durante a noite, gradual, total ou parcial. De um modo geral, os benefícios do aterramento estão relacionados à dose – ou seja, quanto mais tempo gasto regularmente no aterramento, maiores são as chances de alívio dos sintomas.

O aterramento pode catalisar o alívio da ansiedade mais rapidamente do que o alívio da dor da artrite reumatoide (AR). O aterramento ajuda a criar equilíbrio do sistema nervoso e diminui o estresse, induzindo a atividade do sistema nervoso parassimpático (resposta de relaxamento).

Pessoas com artrite reumatoide (AR) relataram um alívio da dor moderado a significativo e melhoraram a mobilidade após dormir em um colchão /lençol de aterramento por algumas semanas (usando lençóis ou lençóis de cama de aterramento).

P: Esta pergunta é sobre folhas de aterramento. Eu tinha um eletricista que veio à minha casa e aterrou meu quarto. Meu quarto não fica no primeiro andar; é sobre um porão. Em vez disso, devo conectar meus lençóis a uma haste de aterramento que se estende da janela do meu quarto, em vez de usar a tomada aterrada no meu quarto.

R: É ótimo saber que você está tentando dormir aterrado, parabéns! Se o testador mostrou que a tomada do seu quarto está aterrada, você deve ficar tranquilo. Como a haste de aterramento é plantada diretamente na terra, é o meio mais próximo de acessar a energia natural da terra, além de ficar descalça na superfície da terra. No entanto, a menos que você viva em uma casa não aterrada, recomendamos o uso de um dispositivo de aterramento com uma haste ou tomada de forma intercambiável. Mais informações sobre dispositivos de aterramento podem ser encontradas em Grounded.com.

P: O aterramento me ajudará a me recuperar da exaustão adrenal? Eu tenho baixo cortisol.

R: O estresse pode resultar de estresse crônico, seja no trabalho, problemas financeiros, problemas familiares, doenças físicas, insônia, deficiências nutricionais e outras fontes de estresse psicoemocional (ou seja, preocupação, medo ou raiva excessivos). Nosso corpo é projetado para reagir a estressores agudos com um aumento na adrenalina (epinefrina) e cortisol, que auxiliam o corpo na resposta do sistema nervoso simpático “fugir ou combater”. Quando estressores agudos se tornam estressores crônicos e os níveis de cortisol permanecem elevados, isso pressiona as glândulas supra-renais à produzirem mais cortisol. Com o tempo, as glândulas supra-renais ficam “esgotadas” e não são tão eficazes na produção de cortisol.

O aterramento pode certamente ajudar a recuperar da exaustão por estrese. Ao levar o corpo a um estado mais parassimpático, o aterramento pode aliviar o estresse nas glândulas supra-renais. A qualidade do sono pode ser muto melhorada com o tapete /lençol (principalmente) ou aterramento ao longo do dia

Mais recursos:

Produtos:

Tapete de aterramento

– Earthrunners grounding sandals

– Pluggz grounding shoes

– Earthling grounding strap

Artigos, institutos e livros:

  • Earthing: the most important health discovery ever?
  • From the Ground Up (the world’s first children’s book about Earthing)
  • Earthing Institute – learn more about Earthing / grounding through articles, videos, scientific research and commentary, and more.
  • Grounded.com – Find Earthing products and related information

Estudos:

  • Quick View: Grounding Research Results
  • Initial Grounding Experiment Conducted by Clint Ober: Improved Sleep And Reduced Pain
  • Medical Thermography Case Studies: Clinical Earthing Application in 20 Case studies
  • Electrical Grounding Improves Vagal Tone In Preterm Infants
  • Emotional Stress, Heart Rate Variability, Grounding, And Improved Autonomic Tone: Clinical Applications
  • Effectiveness of Grounded Sleeping on Recovery After Intensive Eccentric Muscle Loading
  • Pilot Study on the Effect of Grounding on Delayed-Onset Muscle Soreness
  • The Biologic Effects of Grounding the Human Body During Sleep as Measured by Cortisol Levels and Subjective Reporting of Sleep, Pain, and Stress
  • Earthing (Grounding) the Human Body Reduces Blood Viscosity—a Major Factor in Cardiovascular Disease
  • Earthing the Human Body Influences Physiologic Processes
  • The Effect of Grounding the Human Body on Mood
  • Effects Of Grounding (Earthing) On Bodyworkers’ Pain And Overall Quality O Life: A Randomized Controlled Trial
  • Changes in Pulse Rate, Respiratory Rate, Blood Oxygenation, Perfusion Index, Skin Conductance, and Their Variability Induced During and After Grounding Human Subjects for 40 Minutes
  • Differences in Blood Urea and Creatinine Concentrations in Earthed and Unearthed Subjects
    during Cycling Exercise and Recovery
  • Grounding After Moderate Eccentric Contractions Reduces Muscle Damage
  • Effects of Grounding (Earthing) on Massage Therapists: An Exploratory Study
  • The Neuromodulative Role of Earthing
  • One-Hour Contact with the Earth’s Surface (Grounding) Improves Inflammation and Blood Flow — A Randomized, Double-Blind, Pilot Study
  • Grounding the Human Body during Yoga Exercise with a Grounded Yoga Mat Reduces Blood Viscosity
  • Grounding the Human Body Improves Facial Blood Flow Regulation: Results of a Randomized, Placebo Controlled Pilot Study
  • The Effect Of Earthing On Human Physiology – Part 1
  • The Effect Of Earthing On Human Physiology – Part 2

Primal Brasil

Peixe é suficiente? E quais tipos de frutos do mar consumir

Por: Mark Sisson

 

Na edição de hoje, estou respondendo a várias perguntas que vocês fizeram em resposta ao post sobre peixes. Primeiro, comer peixes como fonte de proteínas é suficiente? Você consegue o que precisa com frutos do mar sem comer carne, laticínios ou ovos? Em seguida, qual a importância do peixe na dieta carnívora? Depois, escrevo um pouco sobre o fígado de bacalhau enlatado, os frutos do mar subestimados, seguindo com uma pergunta sobre tomar chlorella para reduzir a absorção de metais pesados ​​dos peixes.

Vamos lá, pergunta:

“Como um seguidor de uma dieta de pescador basicamente este foi um post maravilhoso. Eu vivo para frutos do mar!

Pergunta rápida – Há algo que eu possa estar perdendo se não comer carne, laticínios ou ovos e apenas frutos do mar? Em caso afirmativo, qual a melhor forma de combater esses problemas?”

Estou pensando nas principais deficiências em que você incorre ao comer apenas frutos do mar como fonte de origem animal.

No entanto, simplesmente comer peixe provavelmente não é bom o suficiente. Você também precisa comer mariscos, principalmente as ostras e mexilhões bivalves.

A maioria das pessoas obtém seu zinco – importante para a otimização hormonal – da carne vermelha, mas a melhor fonte do mundo inteiro é a humilde ostra. Apenas uma ostra fornece quase 100% do seu zinco, selênio e cobre diários. Mas não coma apenas um. Coma várias ostras com frequência.

Uma maneira acessível de obter ostras é comprar enlatados ou os pré-descascados. Se você receber as ostras sem casca, verifique se elas são frescas como devem ser. Escolha frascos com datas de validade o mais distante possível no futuro. Refogue-os na manteiga ou no azeite até que uma crosta se desenvolva nos dois lados, ou apenas cozinhe-os em um caldo de ossos quente.

Também recomendo comprar ovas de salmão, também conhecidas como ikura. Eles geralmente vêm com sal, pequenos glóbulos de DHA, vitamina D e fosfolipídios ricos em astaxantina. Eles são uma fonte de nutrientes muito mais potente que a carne de salmão (que já é uma das melhores). Você pode obtê-los em mercados japoneses e restaurantes de sushi ou encomendá-los on-line a granel.

 

Eu como uma variedade de peixes. Se você tivesse que escolher apenas um, o salmão selvagem seria ótimo, mas será melhor servido comendo muitos tipos. Halibut tem bastante magnésio. O salmão fornece excelente selênio, vitamina D e ômega-3. Bacalhau é uma boa maneira de embalar a proteína. Peixes menores fornecem cálcio, ômega-3 e ferro.

Ah, e junte camarão ou caranguejo apenas pelo colesterol. O colesterol na dieta pode ser muito útil.

Está tudo bem para quem segue a dieta carnívora pular peixes?

Não, não é. Eu vou me arrepender por isso, o que de fato sou bem-vindo, porque a verdade é que os carnívoros devem comer frutos do mar.

Número 1, peixe é carne. Peixes são animais. Carnívoros comem animais. Carnívoros devem comer peixe.

Número 2, todo grupo humano que já viveu na costa ou a uma distância razoável come peixe, marisco e outros frutos do mar. Veja bem, um dos povos tradicionais 100% carnívoros são os esquimós, que comem uma quantidade enorme de frutos do mar – pelo menos os que vivem na costa.

Número 3, e isso é o mais importante – peixes e outros frutos do mar oferecem nutrientes que geralmente faltam nos animais terrestres. Os alimentos tradicionais à base de solo nos EUA estão menos densos em nutrientes do que nunca. A alimentação para a maioria dos animais está mais abaixo do que nunca, embora os animais terrestres sejam riquíssimos em nutrientes.

A água do mar também possui um perfil nutricional diferente do solo. Os animais marinhos são ricos em iodo, cobre, selênio e manganês. Não estou dizendo que você não pode obter selênio, iodo, cobre e manganês de animais terrestres, mas é muito mais difícil e menos confiável do que comer frutos do mar. E o manganês em particular é muito difícil de obter de animais terrestres. Se você não está comendo batata-doce, deve comer alguns mexilhões – a fonte mais rica de manganês do planeta

 

Muitas vezes esquecido é o fígado de bacalhau enlatado em seus próprios sucos. É delicioso e nutritivo por si só. E você pode triturar com alguns ovos cozidos.

Sim, os fígados de bacalhau enlatados são bastante leves e saborosos. Eles são enlatados em seu próprio óleo de fígado de bacalhau e produzem uma ótima fonte de vitamina D, vitamina A e ômega-3 de cadeia longa.

Encontre-os nos mercados europeus ou online.

Se você não estiver recebendo vitamina D ou retinol suficiente (forma animal de vitamina A, muito mais biodisponível) em sua dieta e estilo de vida, o óleo de fígado de bacalhau pode ajudar. Uma grande colher de óleo de fígado de bacalhau costumava ser um protocolo padrão para crianças em fase de crescimento por um bom motivo – é ótimo para a função imunológica e rico em ômega 3 biodisponível também.

Pergunta:

“Acredito que podemos deixar um pouco de fora da dieta o salmão (além de preocupações com a contaminação). E os outros animais do planeta, além dos humanos, que também merecem consumir essas espécies?”.

Salmão é a palavra mais antiga da família de línguas indo-européias. Os seres humanos os comem há dezenas de milhares de anos. Eles são muito importantes para nós.

Quanto mais salmão selvagem capturado todos nós desembolsar nosso dinheiro para comprar, mais sustentável fica a indústria do salmão. Dinheiro fala mais alto. Você não salvará o salmão por não comê-lo. Não é assim que funciona a natureza. Até o Monterey Bay Seafood Watch, líder global em análise de frutos do mar sustentáveis, considera o salmão capturado na natureza a “melhor” opção.

Pergunta:

“Ótimo artigo. Normalmente tomo chorella quando como peixe com alto teor de mercúrio. Isso fornecerá proteção adequada para os metais pesados?”

Chlorella pode definitivamente remover metais pesados ​​dos seres humanos. Em um estudo, 90 dias de suplementação de chlorella diminuíram os níveis de mercúrio em pessoas com implantes dentários. Em ratos que receberam cádmio, tomar chlorella aumenta a excreção urinária de cádmio e diminui sua absorção.

Isso é promissor. No entanto, não tenho certeza se tomar uma dose única de clorela conforme necessário inibirá a absorção aguda de mercúrio. Pode ser necessário um processo contínuo de semanas ou meses como neste estudo.

Obrigado por visitar hoje, pessoal. Tem alguma pergunta para mim sobre estes ou outros tópicos relacionados a dieta Primal? Deixe-me saber abaixo.

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