O melhor horário para consumir carboidratos

Por: Caio Fleury

 

No episódio de hoje, falei sobre um assunto muito requisitado entre os leitores do blog e ouvintes do youtube, o melhor horário para consumir carboidratos, quais carboidratos consumir e em quais quantidades. O vídeo ficou muito didático.

Eu explique tudo em mais detalhes, qual a faixa de carboidratos almejar se você pratica musculação, se faz exercícios aeróbicos ou se você for sedentário mesmo (o que não deveria acontecer!)

Resumidamente: até 50g por dia para perda de peso acelerada ou em caso de sedentarismo, 50 a 100g por dia para treinos e corridas decentes e talvez 100-150g nos dias de treinos mais pesados.

Falei sobre este e outros contextos diferentes e as respectivas vertentes da dieta low-carb e cetogênica para atender aos seus requisitos específicos, seja perda de peso ou melhora dos marcadores de saúde.

No final, falei um pouco sobre a minha rotina atual, os horários em que faço jejum, o horário que estou tomando meu café da manhã (spoiler – 10h as 10:30h), quais os alimentos e macronutrientes que consumo no jantar e todos os ingredientes que coloco no meu shake matinal.

Falei sobre o que você pode fazer antes de quebrar o jejum para otimizar seus benefícios. Enfim, passei vários detalhes da minha rotina de exercícios, horários de sauna, os horários que treino ou que apenas caminho ou subo escadas, quais exercícios faço e em quais dias da semana.

Então aproveite até o final e espero ter ajudado e esclarecido as dúvidas de muitas pessoas.

Recursos:

Medidor de glicose freestyle libre – comprar neste link: Comprar medidor de glicose contínuo

Procurar academia com saunas no google maps

Só comer carboidratos depois de fazer exercícios.

Treinar em jejum (amplifica os benefícios do jejum)

 

Suplementos para consumir junto com os carboidratos de noite:

Berberina

Vinagre de maça

Metformina

Gengibre

Canela

Cúrcuma com pimenta do reino

Primal Brasil

Corpo humano leva 14 dias para se acostumar com horário de verão

BBC

Enquanto essa adequação não ocorre, são comuns problemas como falta de atenção, de memória e sono fragmentado, o que pode causar até acidentes

BBC

Grupos mais afetados pela mudança do horário de verão são os adolescentes e os jovens adultos, segundo o pesquisador

Grupos mais afetados pela mudança do horário de verão são os adolescentes e os jovens adultos, segundo o pesquisador

Foto: Pixabay

Um estudo realizado no Brasil concluiu que o corpo humano precisa de ao menos 14 dias para se adaptar totalmente ao horário de verão. Enquanto essa adequação não ocorre, são comuns problemas como falta de atenção, de memória e sono fragmentado.

O horário de verão 2016 começa no Brasil neste dia 16 outubro, e vai até o dia 19 de fevereiro de 2017. Nesse período, o relógio é adiantado em uma hora. Ele vai vigorar no Distrito Federal e nos Estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Espírito Santo

O objetivo é economizar energia elétrica e gerar um ganho de R$ 147,5 milhões, de acordo com estimativa do Operador Nacional do Sistema Elétrico, o órgão governamental que controla o setor. A medida é comum em muitos países.

As primeiras ideias sobre o tema surgiram no fim do século 18 e um de seus maiores defensores foi o patriarca americano Benjamin Franklin. Ele dizia que a mudança no horário era necessária para gerar “economia tanto em velas como em querosene”, segundo o pesquisador Guilherme Silva Umemura.

De acordo com ele, o horário de verão começou a ser adotado na década de 1930 no Brasil. Mas as discussões acadêmicas significativas sobre seu impacto na saúde começaram nos anos de 1970.

LEIA MAIS: Usar fio dental é essencial para a saúde bucal: mito ou verdade?

O estudo desenvolvido por Umemura no Grupo Multidisciplinar de Desenvolvimento e Ritos Biológicos, vinculado ao Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo, se concentrou em como a mudança no relógio influi na temperatura do corpo humano.

“Com a mudança no horário as pessoas são obrigadas a acordar mais cedo e isso gera uma série de modificações fisiológicas no organismo”, afirmou.

 Fadiga

Segundo ele, a temperatura do corpo começa a subir mais cedo do que antes do horário de verão. Isso aponta para uma desestabilização entre os ritmos da temperatura corporal e da atividade de repouso. “Essa dessincronização entre diferentes ritmos gera problemas. Desde problemas fisiológicos como distúrbios de sono.”

“A pessoa fica mais propensa a ter deficits de atenção, pode ter maior fadiga durante o dia, problemas para dormir, fragmentação do sono e até mesmo a diminuição da duração do sono”, disse ele. A falta de atenção e a fadiga, afirma, podem ser causadores de acidentes de trânsito e acidentes de trabalho.

No começo do horário de verão, de acordo com ele, a maior incidência do sol em horários considerados noturnos faz o organismo atrasar seu ritmo. Isso faz com que a pessoa tenda a ficar mais tempo acordada por sentir sono mais tarde – o que afetaria negativamente o sono noturno. Os grupos mais afetados são os adolescentes e os jovens adultos, segundo o pesquisador.

Adaptação

Uma receita é ir acordando 15 minutos mais cedo diariamente, para que a transição ocorra aos poucos

Uma receita é ir acordando 15 minutos mais cedo diariamente, para que a transição ocorra aos poucos

Foto: Pixabay

Porém, na maioria dos casos aos poucos o corpo começa a “se acostumar” com a nova rotina. “No nosso trabalho, nós observamos que 14 dias seria o mínimo necessário para a pessoa se adaptar ao horário de verão”, disse Umemura.

Mas, de acordo com ele, embora isso seja menos comum, para algumas pessoas os sintomas podem perdurar até fevereiro, quando ocorre a mudança para o horário normal. Para chegar a essas conclusões Umemura fez uma pesquisa qualitativa, monitorando dia e noite com aparelhos um grupo de cerca de 20 pessoas – tanto no início como no fim do horário de verão.

LEIA MAIS: A empresa que paga seus funcionários para dormirem mais

A mudança de horário afeta mais quem tem rotinas mais rígidas de trabalho. Mas, para quem tem maior flexibilidade de tempo, o recomendado é tentar minimizar os efeitos da mudança. Uma receita é ir acordando 15 minutos mais cedo diariamente, para que a transição ocorra aos poucos.

Saúde: bem-estar, dicas de alimentação, dieta e exercícios – iG